Caros Leitores, desde a sua criação o Blog Xapuri News, o intuito sempre foi de ser mais um espaço democrático de noticias e variedades, diretamente da Princesinha do Acre - Terras de Chico Mendes - para o mundo, e passará momentaneamente a ser o instrumento de divulgação das Ações da Administração, Xapuri Nossa Terra, Nosso Orgulho, oque jamais implicará em mudança no estilo crítico das postagens.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Tudo devidamente Explicado!!!!

Em recente noticia pelos veículos de comunicação do Estado davam conta de que Celso Ribeiro ex-prefeito do Quinari (Senador Guiomar) poderia ser preso por apropriação de recursos do INSS, porém na tarde desta quarta feira, segundo o site AC24horas, documentos apresentados pelo ex-prefeito, comprovam que ele não se apropriou indevidamente dos recursos do INSS, conforme foi publicado. Pelo contrário, deixou crédito de mais de R$ 1 milhão para a atual gestão de James Gomes.

De acordos informações repassadas pela assessoria do ex-prefeito, sem precisar de senha, qualquer cidadão pode verificar os repasses efetuados pelo município através do sistema de informações do Banco do Brasil pelo ícone “repasses” onde estão visíveis os descontos de R$ 60.069,06 que foram descontados mensalmente desde 2002.

O montante debitado todo dia 10 da parcela de FPM nos últimos sete anos somam mais de R$ 4,3 milhões. A assessoria do ex-prefeito informa ainda, que a dívida do município junto ao INSS pagas por Celso Ribeiro, incluem os débitos herdados dos ex-prefeitos Marizia Batista e Manoel Gomes (este último pai do atual prefeito James Gomes) e somam pouco mais de R$ 3 milhões.

“O que o atual prefeito tem que fazer é parar de perseguir os outros e trabalhar. Levantar a documentação e dar entrada ao processo de encontro de contas no INSS. Assim ele terá um saldo contabilizado em mais de R$ 1 milhão”, assegurou Ribeiro.

Segundo o ex-prefeito seus adversários no município emplacam uma campanha de linchamento moral contra a sua pessoa. Ele informou que sua assessoria jurídica vai juntar os documentos publicados na imprensa e entrar com processo contra James Gomes que, segundo a matéria foi quem repassou tais informações.

Veja fac-símile do último repasse efetuado em 10.12.2008.

SISBB - Sistema de Informações Banco do Brasil
13/01/2009 DAF - Distribuição de Arrecadação Federal 13:32:29
SENADOR GUIOMARD - AC
FPM - FUNDO DE PARTICIPACAO DOS MUNICIPIOS
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
10.12.2008 PARCELA DE IPI 60.657,32C
PARCELA DE IR 450.667,01C
INSS-PARC-PROC 9.114,53D
RETENCAO PASEP 4.682,18D
INSS - EMPRESA 60.059,06D
INSS-PARC-ADM 37.574,51D
PARC./RET. INSS 13.562,04D
DEDUCAO SAUDE 76.698,63D
DEDUCAO FUNDEB 43.104,08D
TOTAL: 266.529,30C

A noticia que circulava era do sequinte teor:
Ex-prefeito Celso Ribeiro pode ser preso por apropriação indevida do INSS

O ex-prefeito de senador Guiomard, Celso Ribeiro pode ser preso por apropriação indevida. Ele deixou de recolher aos cofres da União a contribuição do INSS descontada dos servidores da prefeitura e a parte da instituição. Segundo informações do novo prefeito, James Gomes (PSDB), desde abril de 2008 que os recolhimentos não são efetuados. O fato já foi comunicado ao Ministério Público Federal.

O QUE DIZ A LEI - Expressa o artigo 168-A do Código Penal: “Deixar de repassar à previdência social as contribuições recolhidas dos contribuintes, no prazo e forma legal ou convencional:" e apena referido delito com reclusão de dois a cinco anos, e multa. Diz o parágrafo 1º do citado artigo que “nas mesmas penas incorre quem deixar de: I - recolher, no prazo legal, contribuição ou outra importância destinada à previdência social que tenha sido descontada de pagamento efetuado a segurados, a terceiros ou arrecadada do público.”

Então tudo explicadinho neh....

Fusão das teles, refém da omissão do governo, ficou nas mãos dos empresários

Escrito por Gabriel Brito

Com a aprovação da venda da Brasil Telecom à Oi, por meio de anuência prévia concedida pela Anatel, foi dado sinal verde para um dos mais controvertidos negócios do país nos anos Lula. Para Marcos Dantas, ex-membro do Ministério das Comunicações em 2003, a fusão pode ser considerada positiva para o país, pois, acima de tudo, passa a levar as tecnologias dos principais centros para todos os 2000 municípios a serem cobertos pela nova tele.

No entanto, em entrevista ao Correio da Cidadania, Dantas também condena a omissão do governo na condução do processo, sabidamente inevitável, mas que, dessa forma, teria ficado manchado com a interferência e influência dos empresários interessados. "O governo não tem doutrina em comunicações, em política industrial, energética, enfim, em nada que é importante o PT possui uma doutrina", critica.

Para o professor de Comunicação Social da PUC-RJ, além da extensão dos serviços de banda larga para localidades outrora esquecidas, também é importante a garantia de que a nova tele não possa ser repassada a estrangeiros, omissão que em sua opinião configura a principal falha na transação.

Correio da Cidadania: O conselho diretor da Anatel aprovou a compra da Brasil Telecom pela Oi. Cercado de controvérsias, o que se pode dizer do negócio e o que representa para as nossas telecomunicações?

Marcos Dantas: Se analisarmos o ato, de número 1828, poderá ser visto que na verdade trata-se de uma anuência prévia, ou seja, o negócio só será aprovado se o ato for cumprido. E este impõe um conjunto de condições que são verdadeiras novidades na política brasileira de comunicação. É quase um rompimento com o pacto neoliberal nesta área. Por exemplo: se estabelece à nova empresa a obrigação de incorporar uma extensa área do país à infra-estrutura de banda larga, que por sua vez só alcança a área integrada ao mercado, onde há renda. Inclusive algumas capitais, como Macapá, Boa Vista, Manaus, não estão incorporadas à infra-estrutura de fibra ótica. E o ato obriga a nova empresa a estender a infra-estrutura nacional de fibra ótica a essas localidades; obriga a nova empresa a estender a banda larga – que além de fibra ótica pode ser feita por ADSL – a todos os municípios onde for operar. Hoje, só existe ADSL nos municípios lucrativos.

Portanto, é uma política de universalização da banda larga que vem contida na negociação, um ponto muito importante. Além do mais, estabelece também o compromisso de a empresa atender às necessidades do exército nas fronteiras brasileiras. Isso é inédito, até porque o governo anterior entregou o satélite que serve ao exército brasileiro a uma potência estrangeira. Dessa forma, começa a haver uma política de se criar uma estrutura alternativa, controlada por brasileiros, a fim de atender ao nosso exército.No referido ato, também se estabelece: a obrigação da nova empresa de investir no desenvolvimento técnico-científico, inclusive em parcerias com centros de pesquisa, como a Rede Nacional de Pesquisa e o Projeto Geoestacionário Brasileiro, de satélites; uma política de compras, ao adquirir produtos de fabricação, ou ao menos montagem, dentro do país.

Enfim, uma série de questões que os governos neoliberais – Collor, FHC e Lula – tinham jogado fora, agora se veem recuperadas pela Anatel. Sem falar que sempre fui defensor da ideia de que o Brasil deveria ter uma grande operadora nacional de telecomunicações. Exatamente para fazer o que está no ato; atualizar a comunicação, promover desenvolvimento industrial, atender às necessidades estratégicas nacionais etc. Vejo tais condições, dado o vazio anteriormente existente no setor, como um avanço extraordinário. Só há sentido em se criar uma empresa deste porte se esta puder atender a um conjunto de demandas voltadas a um projeto nacional. E nesse sentido o ato fixou diversos pontos que criam as condições para tal projeto.

CC: O conselheiro da Anatel que mais exigiu condicionantes ao negócio, Plínio Aguiar, afirmou que a transação pode se revelar maléfica para o mercado interno, pois foi derrubada a exigência de livre acesso à rede da megaempresa por parte das concorrentes. Está se permitindo, dessa maneira, a formação de um oligopólio no setor?

MD: Não creio. O conselheiro referido é um defensor do projeto neoliberal. Ele queria separar a parte de banda larga dos serviços de comunicação e multimídia, o que é inviável e tornaria tudo mais caro. O ato estabelece, basta lê-lo, um conjunto de cláusulas, obrigando inclusive a nova empresa a criar uma gerência comercial para agilizar as negociações com seus concorrentes em locais onde possui o monopólio da rede. Isso é uma interferência direta na gestão da empresa. Além do mais, esse negócio de concorrência é relativo. Nos lugares em que há mercado, há concorrência; onde não existe mercado, tampouco existe concorrência. Onde moro, não canso de dizer, tenho dois telefones: um da Oi e outro da Net, fora o meu celular, da TIM. Aqui, na zona sul do Rio de Janeiro, todo mundo quer me oferecer o serviço. Mas vamos ver lá no interior do Pará se estão oferecendo.

Portanto, é muito mais importante o fato de se obrigar a empresa a atender com banda larga aos seus 2000 municípios, lembrando que hoje atinge 300, do que essa bobagem de achar que a separação vai criar concorrência. É raciocínio de neoliberal e prejudicaria os custos para todo mundo. Ela pode usar a infra-estrutura dela para oferecer o serviço em todo lugar e mais barato, inclusive para poder enfrentar a concorrência. É preciso pensar o seguinte: a Oi/BrT será a única, e o Correio da Cidadania deveria se ater a isso, a operar no Brasil pobre. E ela só pode operar no Brasil pobre se obtiver lucro no Brasil rico, caso contrário, não consegue se sustentar. Se ela não tiver lucro nos 300 municípios onde há concorrência, não banca a banda larga para as 2000 cidades cobertas pela nova tele. Quem propõe o que o Plínio Aguiar propõe só está pensando nas regiões onde há mercado.

CC: Depois de liberado o negócio, descobriu-se que não se firmaram mecanismos que excluam a hipótese de venda da tele para o controle de um grupo estrangeiro. E caso realmente apareça uma oferta de fora, o governo teria somente um mês e meio para definir se cobre a proposta. O que dizer sobre isso se, além do uso de mais de R$ 6 bilhões públicos, entre os argumentos dos defensores da fusão estavam o fortalecimento de uma empresa nacional no setor, em condições inclusive de se tornar um ‘global player’?

MD: É correta a observação e trata-se de um fato realmente preocupante. Deve-se defender, por exemplo, a ação dourada. Sou a favor dela, mas lembro que na Embraer ela não serviu de nada; foi desnacionalizada do mesmo jeito e o ministro da aeronáutica que quis exercer seu poder de veto foi demitido. E no caso da Varig, que não tem ação dourada, ela só não foi desnacionalizada por conta de uma ação absolutamente destemida e intempestiva do Carlos Lessa, presidente do BNDES à época. Mas isso resultou na demissão dele.

Portanto, não é o fato de possuir os mecanismos explícitos ou não. O fato é que se não tiver as pessoas certas nas posições certas e o compromisso dos homens públicos em não desnacionalizá-la, se tiver ação dourada, mas na hora de decidir o ministro que quiser exercer o poder for demitido como no caso citado, não adianta nada. No entanto, evidentemente seria bom que já existisse tal mecanismo. Mas, obviamente, essa proteção ainda pode ser construída, seja através de participação acionária, de capital do BNDES na empresa... No fundo, não estou tão preocupado, pois não creio que a nova tele desperte o interesse do capital estrangeiro. Se despertasse, teriam comprado a Telemar e a Brasil Telecom. Não foi por acaso que a Brasil Telecom acabou na mão dos fundos de pensão do Banco do Brasil associados com o Daniel Dantas e a Telemar nas mãos do fundo de pensão do BB associados com o Jereissati. Eram empresas que não interessavam ao capital estrangeiro.

CC: Mas de toda forma as telecomunicações fazem parte do conjunto estratégico que configura a soberania de um país.

MD: Sim, mas isso não esteve em jogo em momento algum, tanto que entregaram o satélite aos americanos. O satélite, sim, interessava aos americanos. E este foi entregue.

CC: Em outro ponto bastante contestado, sabia-se que caso o negócio não fosse concretizado dentro de prazo acordado entre as empresas – meados de abril de 2009 – uma milionária multa seria aplicada à parte rompedora do contrato. Podemos pensar que Brasília deixou o lobby empresarial passar por cima do interesse nacional?

MD: Essa, de fato, é a grande crítica a ser feita. O governo, desde o início, é quem deveria ter assumido a liderança do processo. E acabou agindo a reboque dos empresários. Em meu livro ‘A lógica do capital em formação’, num longo prefácio digo com clareza, antes de o Lula assumir, que ao longo do próximo governo ocorreria tal fusão. Isso em 2001. Portanto, como estive no governo em 2003, minha ideia inicial era de que o governo assumisse a liderança da situação. A conseqüência é que fui mandado embora.O governo ficou na dele. Resultado: acabou sendo levado pelo processo.

CC: Como analisa as políticas governamentais na área das telecomunicações?

MD: O governo não tem política nesta área. Para começar, o governo não tem doutrina no setor, não há quem entenda do assunto no PT. O governo não tem doutrina, aliás, em comunicações, em política industrial, energética, enfim, em nada que é importante o PT possui doutrina. Sendo assim, o governo terminou na mão das forças do mercado, fazendo o que queriam os empresários. O Brasil tem um parque energético cada vez mais sujo - e era extraordinariamente limpo - em função de uma consultoria inglesa contratada para a revisão da política energética nacional. E hoje baseamos nosso fornecimento de energia elétrica em termelétricas a carvão e diesel, um completo absurdo. E na política de comunicações o governo tampouco mexeu em nada. Só o fez porque havia uma situação, previsivelmente, insustentável. Depois os empresários chegaram e colocaram a corda no pescoço. Assim, mudaram a regra do jogo.

CC: Ou seja, um processo que de fato deveria ser realizado, mas que foi manchado devido aos conflitos éticos que se sobrepuseram.

MD: Sim, imagino que assim a imagem do negócio seria distinta. Ficou a ideia de que o governo fez uma negociata. Nem descarto tal hipótese, mas o fato é que era necessário, o governo deveria ter assumido as rédeas do processo, mas se deixou levar a reboque e agora sofre com um altíssimo ônus político.

CC: E essa deficiência nas políticas de telecomunicações nada mais é, portanto, do que um entre tantos reflexos da fraqueza governamental nos mais diversos setores estratégicos?

MD: Sim, creio ser problema de formulação estratégica, política, de doutrina, em todos os assuntos relacionados ao desenvolvimento do país. Ou seja, em todas as áreas que interessam ao capital.

O governo é muito bom em política assistencialista. Nisso é muito bom. Mas não mudou absolutamente nada em setor algum. A política educacional é a mesma do governo anterior, a industrial também, a energética idem, sem falar, claro, das políticas financeira e monetária. O governo Lula é continuação do governo FHC, não há nada que o diferencie muito.

Eles estão vivos

Escrito por Gabriel Perissé
Eles estão vivos. Falam em diversos idiomas. Escondem-se. Dão sustos. Fogem correndo. Voltam humildes. Ficam esgotados e se recuperam. Morrem, porque estão vivos. Ressuscitam, porque estão vivos.

Estão vivos, andam ao meu redor, me acordam no meio da noite, me levam para passear. Propõem charadas. Cantam, contam, esquentam minha frialdade, matam minha solidão, torturam meu tédio.

Vivos, falam o tempo todo da vida, e da morte. Falam de pontos e linhas. Falam de curvas e retas. Falam de nuvens e pedras. Não temem nenhum assunto. Tudo o que é humano lhes é familiar.

Vivos estão debaixo da cama, enquanto roncamos e sonhamos, sem saber o que planejam. Planejam tomar nosso cérebro. Ocupar nosso coração. Planejam reconduzir nossos pesadelos. Planejam atuar sobre os nossos planos.

Vivos estão sobrevoando as casas, enquanto rastejamos. Vivos estão no porão, no armário trancado, na sala sem ar.

Vivos, compulsivos, cumulativos. Invasivos como doenças. O que são? O que são? Não se deixam levar, não facilitam a nossa vida.

Nem sempre estiveram tão vivos. Antes, eram pontos obscuros em mentes diferentes, insurgentes. Eram intuições vagas, imagens confusas, palavras soltas, diálogos cortados.

Mas quando se tornaram coisas vivas, conseguiram gerar outras vidas. São multiplicativos, insaciáveis, milagrosos.

Quando estão em nossas mãos, essas coisas vivas ganham novos formatos. Emitem sons de todos os tipos, belos e horrorosos, insinuantes e detestáveis, harmoniosos e desafinados.

Porque são vivos, eles me perturbam, eles nos perturbam. Você e eu não podemos evitá-los, não podemos mais viver sem eles. A vida que transborda neles é a vida que nos falta viver. Bebemos neles a vida que queremos ter.

Se vivos não fossem, não teriam essa força toda. Não estariam tão próximos de nós, mais próximos do que os animais de estimação, mais íntimos do que muitos daqueles que se dizem amigos nossos.

Vivos, podem ser queimados. Vivos, podem ser vendidos, doados, emprestados, esquecidos, reencontrados.

Vivos estão. Mais vivos do que pensamos. Mais vivos do que gostaríamos, talvez. Gritando, uivando, gemendo, os livros vivos nos fazem pensar além da conta, nos fazem lembrar realidades que gostaríamos de eliminar, os livros vivos nos fazem imaginar fora de hora.

Vivos estão os livros, objetos que deixaram de ser objetos.
Vivos livros, vivos quando os lemos. Ou até mais vivos, quando os deixamos de lado.
Livros vivos que vivem em mim, e em nós.

Gabriel Perissé é doutor em Educação pela USP e escritor.
Website:

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Enquanto isso na Faixa de Gaza

Festa de São sebastião - O Início

Falar da Festa de São Sebastião é reviver um tempo de prosperidade e ao mesmo de agonia em Xapuri, é relembrar das figuras que povoam a memória do Xapurienses, é lembrar da Dona Venilia, do Sr Tufic Salim, (foto) do Sr. Camurim, do Sr. Guilherme Zaire, da Irmã Madre Petronilla, Padre Felipe Galerani que se incubiram de deixar os primeiros relatos sobre a festa, dos saudosos músicos Zeca Torres, Pituba, Oscar, Aurélio, Beijuba entre tantos outros... Não que sejam da minha época, mas de tanto ouvir falar dessas pessoas acabei me familiarizando com todas e corri atrás da vida de cada um e o principal de suas imagens.

A lista é grande e não vou ser injusto e deixar alguns nomes sem citar, mas mesmo que 95% dessa pessoas já tenham adormecido para a eternidade é fácil ainda encontrarmos entres as pessoas acima de 60 anos depoimentos que surgem sem maiores dificuldades e com muita emoção de como era a Festa de São sebastião, agricultores, políticos, ex-seringalistas, seringueiros, professores, estudantes e aposentados do do “Funrural” falam com muito ardor sobre a importância da festa comemorada anualmente em Xapuri. Sem importância e insignificante é o número dos que não querem prestar informações. Aliás, o reacionarismo, o medo de falar e a subserviência, até de pensamentos, são legados coloniais que atravessaram séculos e ainda hoje vivem nas cabeças de certos infelizes.

Assim, de conversa em conversa, bate papo ali e acolá, é possível em Xapuri aprendermos aspectos circunstanciais da primeira vez em que a festa foi realizada. Sempre há uma primeira vez. É claro que não há uma segurança nas informações já que os depoimentos colhidos destas pessoas, são baseados no relato de seus antepassados e na própria experiência, dão conta de que no dia 20 de janeiro de 1902, um grupo de cem pessoas realizou a primeira procissão de São Sebastião na incipiente Xapuri. Ou seja à 106 anos...

A época era de conflito armado entre tropas regulares da Bolívia e seringueiros do Acre. Passados 8 meses da realização daquele ato religioso, Xapuri é invadido por Plácido de Castro e seus homens, a 6 de agosto de 1902. O intendente Juan de Dios Barrientos foi dominado e expurgado juntamente com seus assessores. "E a Vila Mariscal Sucre voltava a ser a Xapuri das tradições brasileiras.

Os depoimentos revelam, então, que o ato religioso surgiu como um conforto espiritual. A escolha do santo deveu-se ao fato de São Sebastião ser considerado "protetor contra as guerras e pestes". Ninguém sabe explicar haver sido a primeira procissão liderada por um sacerdote ou um leigo.

Daí por diante, a festa foi acontecendo ano a ano — não como mera repetição, porque a história não se repete. Ela foi tomando corpo, crescendo e se reproduzindo de tal forma, que já em 1918 era o acontecimento mais importante da cidade. O Vinte, como passou a ser denominado, tornou-se além do mais um dia de oração e romaria, uma data de negócios, tais como chegadas de navios, chatas e lanchões para o desembarque de mercadorias e embarque de borracha, castanha e couros; pagamento de saldos dos seringueiros, aviamentos, além da realização de jogos de azar, de bailes populares e fechados e dos arraiais de vendedores de iguarias.

No período de 1920/30, a religião, a devoção ao santo padroeiro passa a ter um papel secundário, apesar de historicamente serem o móvel da festa. O ponto culminante já não era mais rezar ou pagar promessas. A oração e a fé continuavam num povo profundamente crente, mas a finalidade do vinte era mais do que isso. A Igreja como instituição milenar resistiu e continuou em cena, aparentemente o centro de tudo, prosseguiu fazendo procissões para milhares de romeiros, recebendo dádivas, fazendo casamentos, batizados e confissões de grande massa de fiéis. Eram exploradores e explorados contritos a ajoelhar-se aos pés do sacerdote para obter perdão pelos erros cometidos nas selvas.

Os Saudosos Francisco Fidélis e Raimundo Paes, segundo o também já falecido Josué Fernandes em Seu Livro Festa de São Sebastião, diziam que “a fé no santo padroeiro continua de pé” ,mas que o capital, no decorrer dos anos, foi ocupando velozmente o espaço e tudo passou a girar em torno do lucro e conseqüentemente da exploração. Ambos afirmam que antigamente a exploração era mais branda "e a gente sobrevivia". Vale observar que a época de exploração "branda" a que esses dois testemunhos se referem remonta à data em que as classes sociais do Acre eram formadas por seringalistas e seringueiros. O produtor direto, o seringueiro, estava historicamente ligado aos donos dos meios de produção e, por isso, não havendo outros meios de exploração econômica a não ser o extrativismo e o comércio tradicional de aviamento, Paes e Fidélis chamam-na época de exploração "branda".

Para quem não se lembra do Sr. Raimundo Paes, era uma figura típica do ceará com uma das pernas amputadas, e em conversas para o jornal Rio Branco de 1981 dizia “que há 30 ou 40 anos atrás as festas de São Sebastião tinham início no dia 10 de janeiro, prolongando-se até 23. Quanto aos divertimentos existentes esclareceu que havia carrosel movido a braço, jogos e bailes: "A gente dançava no clube do Púpio, do Riad, no Pega (onde hoje é o mercadinho do povo); havia menos gente, mas as festas eram animadas." Continua dizendo que naqueles tempos "a vida era outra, pouco dinheiro, dava pra tudo. Hoje o sujeito pode estar de cheios e não fazer Nada” (Sábio Homem). No mês de janeiro era comum ver ancorados os navios Benjamin, Zé Florenço, Si, Bittar, O Republicano, O Sobralense, O Almirante e ainda as chatas Diamanti Sorocaba, fora as lanchas que não estão listadas nos anais da história, já que se for procurar pouquíssima coisa se tem desta época." Tempos de Vacas gordas da condição de fartura em que vivia, na época, o município.

Por essa época era comum durante a festa aparecer romeiros, não só do Acre, mas de outros Estados, e países vizinhos como o Peru, Bolívia e Argentina. Porém em alguns relatos se ouve que há muito tempo o "cunho da festa sempre foi mais para a farra que para a religião".

O próximo artigo tratará das Festividades e dos Músicos que animavam as Festas Religiosas e Dançantes de Xapuri

Não Confundam alhos com bugalhos...

Recebi um email desaforado do codinome O XAPURI, resumidamente dizendo o seguinte: “Prof. Josires, acompanho sempre que posso o seu blog e o do Raimari para ficar ligado antenado sobre Xapuri, porém tenho percebido duas coisas, você parou de falar da Prefeitura, porque? Interessante um blog agora só fala bem e o outro fechou o bico... estão lucrando com essa situação.. ou estão com medo? Não vi nenhuma noticia neste blog ou de bem ou de mal sobre a nova administração. A segunda coisa é que percebi que ultimamente você tem dado agulhadas nas igrejas evangélicas e agora na católica também e tem colocado uns textos meios esotéricos no blog. Pelo Amor de Deus vê se responde....

Nota do Blogueiro...
Primeiramente é muito fácil esconder-se atrás de um codinome para alfinetar os outros. Respeito a tua posição, já que pelo menos você é meu leitor e pelo que denotei “leitor assíduo, já que acompanha as postagens” não somente neste blog, como em outros espaços, demonstra que você não é nenhum burro(a), primeiramente tenho uma pergunta. Tens medo de algo? Ou é mais um critico banana, maria vai com as outras, porra louca, que necessita de um profile falso para postar um comentário em um espaço democrático. Caríssimo(a), cuidado hoje já esta em vigor a nova Legislação de Crimes em Rede “Tecnológicos” que claramente tipifica qualquer ato desleal, falso, intimidador ou ofensivo utilizando-se do anonimato digital, ou utilizando-se de nicks falsos, como falsidade ideológica – crime federal – passivo de multa e cadeia.

Porém em respeito aos demais leitores “Caras Limpas” vou responder às tuas indagações: Sobre a inexistência de postagens acerca da nova administração Municipal, nada publiquei, porque até o presente momento nada me interessou, nada me foi dito, nada me foi enviado, este é um espaço público, e as crônicas que aqui escrevo são experiências pessoais, leituras, pesquisas ou material que me é enviado. Devo esclarecer que não sou jornalista nem de profissão, nem de formação muito menos de ocasião... apenas escrevo. Não escrevia sobre a Administração passada, escrevia contra o Sr. Vanderley Viana já que era desafeto pessoal, político e profissional do mesmo, apesar de quase 3 anos ter assessorado o mesmo, e nesta situação nunca tive, não tenho e por ventura não desejo ter nenhum problema de nehuma ordem com o atual Chefe do Executivo. Ademais a Prefeitura através de sua equipe não necessita de meus préstimos de postagens neste espaço, já que tem acesso aos meios de comunicação formalmente estabelecidos, diga-se: Radio Educadora 06 de Agosto, Rádio Difusora Acreana, Tv Xapuri, e Jornais Escritos, depois a equipe do Exmo. Sr. Prefeito Bira está muito bem estruturada e se caso houver necessidade de publicação, acredito que apenas postarei o que me for enviado.

Gostaria ainda de salientar, que nunca vivi e nem vivo de dinheiro oriundo de política, para você sugerir que estaria lucrando com a não publicação de algum fato da atual Administração, acredito que todos são sabedores que no pleito eleitoral apoiei outro grupo político, e as discurssões de idéias contrárias encerram-se no dia 05 de outubro, quando a população xapuriense de forma democrático escolhei por meio do voto a Atual equipe, não sou eu que tenho que questionar algo. E até posso falar, ultimamente nas poucas caminhadas que tenho feito tenho notado ruas limpas, muita gente trabalhando, comentários de reorganização na administração interna, fora o elemento respeito que a muito tempo havia se perdido neste município por parte do Executivo Municipal. Falara o que então... Tenho mais é que deixar a nova equipe trabalhar e elogiar assim que tiver oportunidade e ver que as ações são merecedoras e dar a minha considerada alfinetada quando não me agradar – não pessoalmente – mas no âmbito geral..

Quanto às alfinetadas às igrejas, acredito que você não acompanha este espaço desde a sua criação, já que desde as primeiras postagens sempre critiquei e continuo criticando a postura de alguns religiosos e de seus seguidores, não importando qual seja a denominação, quando vi algo de errado sempre questionei e foi justamente isso que me afastou da Igreja de Xapuri, não do Catolicismo, já que quem mora há bastante tempo nesta cidade deve lembrar, que aos domingos à noite este humilde servo do senhor realizava as celebrações dominicais na Matriz de São Sebastião, como Ministro Extraordinário da Palavra, devido na época não dispormos de padre naquela igreja e com muito orgulho ainda hoje visito algumas comunidades rurais , justamente colaborando com o trabalho de evangelização.

O fato de que você deve se sentir ofendido(a) acredito eu, que é devido ter escrito que a Festa de São Sebastião é um misto do “Sacro com o Profano”. Ora... acredito que você tenha que ler mais, porque a história do catolicismo e das demais denominações religiosas baseiam-se nesta verdade, ou você acha que essas datas religiosas são verdadeiras e unívocas, pesquise que você levará um susto, analise intrinsecamente as parábolas de Cristo nos Evangelhos em relação às homilias hoje ouvidas nas igrejas sejam elas católicas ou pentecostais que levará um susto maior.

Quanto à Festa de São Sebastião, apenas convido você a prestar atenção nas festividades deste ano que você verá que tenho razão. Não quero dizer que a Festa, a Devoção, a Fé dos romeiros seja insignificante, mas o compromisso para a ação religiosa da maioria dos presentes ah isso ta desmoronada...

Findo ensejando mais uma vez que não basta fazer aos olhos, deve-se vivenciar no coração o que demonstra aos outros....

Caso queira revidar!!! Ou algum leitor queira contribuir... o espaço está como sempre à disposição!!!!

Férias Afinal!!!

Prefeitos elegem presidente da Condiac

Integrantes do Consórcio Intermunicipal do Território dos municípios do Alto Acre e Capixaba (Condiac) se reuniram na sexta-feira, em Epitaciolândia, para fazer o planejamento das atividades a serem executadas no decorrer deste ano nos respectivos municípios.

Durante a reunião, que foi coordenada pelo cooperador técnico do Condiac, Pablo Ressex, foram analisados e discutidos novos projetos para os cinco municípios que fazem parte do Consórcio: São eles – Assis Brasil, Epitaciolândia, Brasiléia, Xapuri e Capixaba.

O Conselho tem como principal objetivo apoiar o desenvolvimento, principalmente do setor rural, na área da produção por meio de um trabalho integrado e coordenado pelo próprio conselho.

O Conselho integrado pelos prefeitos dos quatro municípios do Alto Acre e Capixaba aproveitou a reunião e elegeu o novo presidente do Condiac para o exercício 2009/2010. Foi eleito o prefeito do município de Capixaba, Joais dos Santos. Ele substituiu o então prefeito de Assis Brasil, Manuel Araújo, que administrou o Consórcio por dois períodos.

A vice-presidência ficou com o prefeito do município de Epitaciolândia, José Ronaldo.

Voltando ao assunto crise!!!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Começa mais uma Festividade de São Sebastião

Tradicionalmente como ocorre a mais de um século ontem dia 11 de janeiro, abertura oficial das festividades inerentes ao Padroeiro da Cidade de Xapuri “São Sebastião”., mais de 500 pessoas foram as ruas em carreata que iniciou no Auto Posto Malabah, até a Praça São Sebastião na confluência dos Rios Acre e Xapuri mostrando sua fé no Santo Padroeiro.

Como no domingo a tarde sem muita coisa a fazer resolvi dar uma passadinha e ver como a festa estava acontecendo, alias festa não ato de fé..., seguida de celebração. Falo isso por que não sou tão católico mais a ponto de participar das festividades, por que sinceramente questiono e há muito venho questionando que assim como em outras festas religiosas as pessoas perderam ou fazem questão de esquecer o simbolismo da festa.

A Festa de São Sebastião sempre foi um misto do Sagrado com o profano, geralmente as pessoas estão mais interessadas nas festas dançantes no “rebú” de pessoas por ocasião da quantidade de visitantes, nas oportunidades comerciais no que na ação religiosa. A apoteose da festa que é a procissão do 20 de janeiro, apesar de ter milhares de pessoas , pouquíssimas estão ale em respeito à sua religiosidade, maciçamente estão ali apenas por estarem ou por acharem bonito. Se não vejamos, é gente com celular aos ouvidos, gente que sequer obedecem o trajeto, gente que passa a procissão conversando, gente que não abre a boca para repedir as ladainhas e Pai nossos rezados, gente contando piada, e pasmem chequei a presenciar gente com latinha de cerveja e não somente uma pessoa, mas sim várias. Então dá um tempo né...

Acredito que é o que falta em nós católicos um pouco mais de compromisso com nossa religião, não quero ser o juiz da questão mas que a parte religiosa ficou par segundo plano ah isso ficou faz tempo. Segundo não, terceiro, quarto, quinto.... vejo com muita tristeza esses acontecimentos. Tristeza similar a que senti vendo a carreata de abertura, já que não me empolquei, vi rostos tristes, monótonos, como se a carreata fosse algo obrigado, mecânico sem significado nenhum.

Acabei verificando o meu arquivo de fotografias de outras carreatas, e vi as mais recentes que se referem às eleições, todo mundo alegres, empolgados, sorridentes, felizes, saltitantes. Bem o inverso do que vi na carreata de abertura de São Sebastião. Tomara que os ânimos melhorem nos dias seguintes, já que de hoje até o dia 19 há novenas na igreja matriz sempre às 19:00hs, com bingos e leilões ao seu término.

Bem, mas não posso só criticar né.... falando em São Sebastião e para resgatar um pouco o conhecimento dos fieis acerca desse religioso, produzi uma série de textos sobre a vida do Romano Sebastian, bem como de como surgiu a festividade em Xapuri, resgatando as figuras históricas do inicio de 1900 até meados de 1970 que com certeza foram os precussores da festa, sendo que todos os dias terei uma novidade sobre a festa, e começo hoje com a história de vida de são Sebastião:

A vida de São Sebastião
São Sebastião nasceu em Narvonne, França, no final do século III, e desde muito cedo seus pais se mudaram para Milão, onde ele cresceu e foi educado. Seguindo o exemplo materno, desde criança São Sebastião sempre se mostrou forte e piedoso na fé.

Atingindo a idade adulta, alistou-se como militar, nas legiões do Imperador Diocleciano, que até então ignorava o fato de Sebastião ser um cristão de coração. A figura imponente, a prudência e a bravura do jovem militar, tanto agradaram ao Imperador, que este o nomeou comandante de sua guarda pessoal. Nessa destacada posição, Sebastião se tornou o grande benfeitor dos cristãos encarcerados em Roma naquele tempo. Visitava com freqüência as pobres vítimas do ódio pagão, e, com palavras de dádiva, consolava e animava os candidatos ao martírio aqui na terra, que receberiam a coroa de glória no céu.

Enquanto o imperador empreendia a expulsão de todos os cristãos do seu exército, Sebastião foi denunciado por um soldado. Diocleciano sentiu-se traído, e ficou perplexo ao ouvir do próprio Sebastião que era cristão. Tentou, em vão, fazer com que ele renunciasse ao cristianismo, mas Sebastião com firmeza se defendeu, apresentando os motivos que o animava a seguir a fé cristã, e a socorrer os aflitos e perseguidos.

O Imperador, enraivecido ante os sólidos argumentos daquele cristão autêntico e decidido, deu ordem aos seus soldados para que o matassem a flechadas. Tal ordem foi imediatamente cumprida: num descampado, os soldados despiram-no, o amarraram a um tronco de árvore e atiraram nele uma chuva de flechas. Depois o abandonaram para que sangrasse até a morte.

À noite, Irene, mulher do mártir Castulo, foi com algumas amigas ao lugar da execução, para tirar o corpo de Sebastião e dar-lhe sepultura. Com assombro, comprovaram que o mesmo ainda estava vivo. Desamarraram-no, e Irene o escondeu em sua casa, cuidando de suas feridas. Passado um tempo, já restabelecido, São Sebastião quis continuar seu processo de evangelização e, em vez de se esconder, com valentia apresentou-se de novo ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusados de inimigos do Estado.

Diocleciano ignorou os pedidos de Sebastião para que deixasse de perseguir os cristãos, e ordenou que ele fosse espancado até a morte, com pauladas e golpes de bolas de chumbo. E, para impedir que o corpo fosse venerado pelos cristãos, jogaram-no no esgoto público de Roma.

Uma piedosa mulher, Santa Luciana, sepultou-o nas catacumbas. Assim aconteceu no ano de 287. Mais tarde, no ano de 680, suas relíquias foram solenemente transportados para uma basílica construída pelo Imperador Constantino, onde se encontram até hoje. Naquela ocasião, uma terrível peste assolava Roma, vitimando muitas pessoas. Entretanto, tal epidemia simplesmente desapareceu a partir do momento da transladação dos restos mortais desse mártir, que passou a ser venerado como o padroeiro contra a peste, fome e guerra.

As cidades de Milão, em 1575 e Lisboa, em 1599, acometidas por pestes epidêmicas, se viram livres desses males, após atos públicos suplicando a intercessão deste grande santo. São Sebastião é também muito venerado em todo o Brasil, onde muitas cidades o tem como padroeiro, entre elas, o Rio de Janeiro .

E por falar em relíguias, muitos xapurienses não sabem que a Paróquia de Xapuri, possui um fragmento de osso do corpo do Santo, que sempre é transportado num relicário no dia da procissão e muito bem guardado durante todo o ano. Aos católicos fervorosos, deviam solicitar ao pároco local a aprsentação da relíquia nas novenas e com maior frequencia...

Proximo artigo irá se referir como a festa começou em Xapuri!!!