
Com a exposição dos produtos acreanos a expectativa dos artesãos da Cooperativa de Produtos e Serviços Econômicos e Solidários do Acre e da Associação dos Artesãos do Juruá é de serem vendidos em torno de R$ 15 mil. Para o artesão Carlos Taborga o turismo e o artesanato são complementares no sentido de promover a divulgação do Estado. “Eventos nacionais são essenciais para mostrar o que é produzido pelos artesãos. Além da importância econômica e social”, destacou Carlos Taborga.
Um dos produtos que mais tem chamado a atenção das pessoas que visitam o estande do Acre é a toalha confeccionada com látex. “Este é um objeto de desejo”, disse Alfredo Andrade da União Brasileira dos Produtores de Feiras. Ele completa enfatizando que a toalha trata-se de um elemento típico, com alto aproveitamento em termos de arte. “Sem dúvida é um material de qualidade com uma identidade das comunidades que produziram”.
Atualmente estão cadastrados da Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer (Setul) 350 artesãos. O último levantamento, realizado em 1999, registrou mais de 12 mil artesãos em todo o Estado. Uma nova pesquisa já está em andamento para quantificar o aumento de pessoas que trabalham com artesanato.
Mãos que criam - Os processos utilizados na produção artesanal, com demonstrações ao vivo do trabalho dos artesãos podem ser acompanhados pelos turistas que visitam o Salão do Turismo. O artesão de Rio Branco Antônio Everton Ribeiro participa do evento expondo quadros com motivos da Amazônia em marchetaria. Em apenas dois dias o artista transforma madeira e laminados utilizando pequenas facas e estiletes em belos quadros que traduzem as belezas da amazônica. “É uma oportunidade única poder mostrar nosso trabalho. Isso incentiva a valorização da cultura acreana”, relatou o artesão.
Nesta edição do Salão 39 artesãos revezam sua apresentações em 16 núcleos de produção simultânea.
Agricultura Familiar - O espaço Vitrine Brasil inclui ainda um local destinado à apresentação e comercialização de alimentos e bebidas produzidos pelos agricultores familiares de todos os Estados do país. Os produtos vão desde pequi e sorvetes de frutas do cerrado do Centro-oeste as cachaças e doces de compota da região do Sudeste. O Acre levou ao Salão de Turismo - Roteiros do Brasil o palmito de pupunha, a farinha de banana e também os doces regionais. Todos os produtos obedecem aos critérios estipulados pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário.
Para Adelar da Silva, do Projeto de Desenvolvimento Sustentável Bonal, um dos aspectos mais relevantes da participação dos produtores é a possibilidade de estabelecer contatos com empresários de outros Estados. “Além de poder divulgar nosso trabalho”, disse ele.
A participação da Agricultura familiar na terceira edição do Salão representa a parceria entre o MDA e o Ministério do Turismo, por meio de políticas, programas e ações em conjunto que têm apoiado as iniciativas de turismo na agricultura familiar, e também na valorização da produção associada em todas as regiões.
Olá acrianos, eu sou Emerson Simplicio eu sou do acre mas atualmente moro em Alta Floresta MT, e ha 3 anos não vou na minha terra estou com muita saudade do meu estado querido, passei para deixar meu abraço.
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