Genésio teria se envolvido com álcool e drogas, vivendo hoje como peão de fazenda no interior do Pará
O garoto Genésio Ferreira da Silva, hoje com 33 anos, e que foi a principal testemunha de acusação responsável pela condenação de Darly Alves da Silva como mandante da morte do líder seringueiro Chico Mendes ao afirmar perante o Tribunal do Júri que "teria ouvido o fazendeiro dar a ordem para o filho, Darci, matar o desafeto", foi abandonado pelas entidades que lhe prometeram proteção em troca da delação.
Segundo informações, Genésio teria se envolvido com álcool e teria se transformado em dependente químico, vivendo hoje como peão de fazenda no interior do Pará, local para onde se dirigiu após percorrer vários locais do país ao ser abandonado pelo jornalista Zuenir Ventura.
O envolvimento de Ventura com o caso Chico Mendes foi tanto que ele chegou a se tornar "tutor" do adolescente Genésio. Em Xapuri, o menino corria risco constante de vida. A Justiça então decidiu transferi-lo para Rio Branco, sob a tutela de um policial militar. Veio então a idéia, sabe-se lá de quem, de colocar a testemunha sob tutela do jornalista, que prontamente aceitou.
Foi assim que o piá de cabelos oxigenados finalmente foi morar na praia, no Rio de Janeiro, local onde permaneceu em companhia de Zuenir, recebendo diariamente visitas de jornalistas, juristas e líderes ambientalistas do mundo todo, a maioria interessada em criar um ícone na forma de mártir para legitimar o movimento ambientalista, crescente naquele momento. Para eles a condenação de Darly seria indispensável para a atmosfera política que planejavam criar, o que acabou dando certo.
Caros Leitores, desde a sua criação o Blog Xapuri News, o intuito sempre foi de ser mais um espaço democrático de noticias e variedades, diretamente da Princesinha do Acre - Terras de Chico Mendes - para o mundo, e passará momentaneamente a ser o instrumento de divulgação das Ações da Administração, Xapuri Nossa Terra, Nosso Orgulho, oque jamais implicará em mudança no estilo crítico das postagens.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
A Novela Álcool Verde
* Líder do governo garante que solução final para o caso virá em breve

A álcool verde, a primeira usina de produção e beneficiamento de álcool implantada no Acre no ano passado já rendeu dor de cabeça para muita gente, foi embargada antes mesmo de começar a produção e é tema de discussões infindáveis pelos quatro cantos da cidade seja em qual época for. Para não fugir a regra a Assembléia Legislativa do Acre (Aleac) na manhã de ontem foi palco para inúmeras explanações sobre a indústria de álcool. Da tribuna da casa veio a promessa do líder do governo, Moiséis Diniz, de que nos próximos dias o governador do Estado apresentará a solução final sobre o impasse que envolve a álcool verde.
No inicio do no começou o processo de demissão de funcionários da Álcool verde que teve que parar os trabalhos após o embargo realizado pelo Ministério Público Estadual que exigiu que a empresa fizesse algumas regulamentações para se ajustar as regras ambientais vigentes. Moiséis Diniz é categórico em dizer que em breve o governador do Estado, Binho Marques, apresentará solução final sobre a questão da usina.
Moiséis afirma que a usina sempre teve total apoio do governo e que o governador empenhou a palavra de que manterá este apoio dado a álcool verde. Ele diz que ao há por que politizar esta questão. “Não tem por que transformar isto numa questão política. A empresa está fazendo as correções exigidas pelo MPE e logo tudo ficará bem”, simplifica o líder do governo.
No último semestre do ano passado a pedido do Ministério Público do Acre, a justiça determinou a paralisação de todas as atividades da usina. A Promotoria de Meio Ambiente levantou uma série de questionamentos sobre os efeitos do cultivo da cana de açúcar.
Um grupo de empresários investiu R$ 20 milhões para implantação da usina que até 2015 pretende produzir três milhões de toneladas de cana em 30 mil hectares. A primeira colheita foi prejudica em vista do embargo.
A ênfase dada por Moiséis Diniz se deve ao fato de que alguns segmentos da imprensa insinuaram que havia morosidade por parte do governo em relação a álcool verde e que o governador não é simpatizante deste projeto de álcool aqui no Acre.
Para Luiz Gonzaga (PSBD) é urgente que se apresente tais medidas e que a usina de beneficiamento de álcool possa começar a produzir o papel que lhe cabe. “A população do Acre não tem como sair da política do contracheque se não for através de empreendimentos como estes”, diz.
A álcool verde começou nascer em 2005 quando a Aleac aprovou a lei autorizando o Governo do Acre a adquirir do Banco do Brasil a massa falida da extinta Alcobrás.

A álcool verde, a primeira usina de produção e beneficiamento de álcool implantada no Acre no ano passado já rendeu dor de cabeça para muita gente, foi embargada antes mesmo de começar a produção e é tema de discussões infindáveis pelos quatro cantos da cidade seja em qual época for. Para não fugir a regra a Assembléia Legislativa do Acre (Aleac) na manhã de ontem foi palco para inúmeras explanações sobre a indústria de álcool. Da tribuna da casa veio a promessa do líder do governo, Moiséis Diniz, de que nos próximos dias o governador do Estado apresentará a solução final sobre o impasse que envolve a álcool verde.
No inicio do no começou o processo de demissão de funcionários da Álcool verde que teve que parar os trabalhos após o embargo realizado pelo Ministério Público Estadual que exigiu que a empresa fizesse algumas regulamentações para se ajustar as regras ambientais vigentes. Moiséis Diniz é categórico em dizer que em breve o governador do Estado, Binho Marques, apresentará solução final sobre a questão da usina.
Moiséis afirma que a usina sempre teve total apoio do governo e que o governador empenhou a palavra de que manterá este apoio dado a álcool verde. Ele diz que ao há por que politizar esta questão. “Não tem por que transformar isto numa questão política. A empresa está fazendo as correções exigidas pelo MPE e logo tudo ficará bem”, simplifica o líder do governo.
No último semestre do ano passado a pedido do Ministério Público do Acre, a justiça determinou a paralisação de todas as atividades da usina. A Promotoria de Meio Ambiente levantou uma série de questionamentos sobre os efeitos do cultivo da cana de açúcar.
Um grupo de empresários investiu R$ 20 milhões para implantação da usina que até 2015 pretende produzir três milhões de toneladas de cana em 30 mil hectares. A primeira colheita foi prejudica em vista do embargo.
A ênfase dada por Moiséis Diniz se deve ao fato de que alguns segmentos da imprensa insinuaram que havia morosidade por parte do governo em relação a álcool verde e que o governador não é simpatizante deste projeto de álcool aqui no Acre.
Para Luiz Gonzaga (PSBD) é urgente que se apresente tais medidas e que a usina de beneficiamento de álcool possa começar a produzir o papel que lhe cabe. “A população do Acre não tem como sair da política do contracheque se não for através de empreendimentos como estes”, diz.
A álcool verde começou nascer em 2005 quando a Aleac aprovou a lei autorizando o Governo do Acre a adquirir do Banco do Brasil a massa falida da extinta Alcobrás.
PT indica aproximação com o PSB em Xapuri
Uma aliança inversa entre socialistas e petistas pode estar a caminho no município de Xapuri, desta vez quem tem condições de encabeçar a chapa é um socialista invertendo o lugar com os petistas. Para tratar deste assunto na manhã de hoje o presidente da executiva regional do Partido dos Trabalhadores (PT), Leonardo Brito, está no município de Xapuri (188 km de Rio Branco) para discutir em caráter mais definitivo uma possível aliança destes dois partidos que integram a Frente Popular do Acre.
Cauteloso como costuma ser Leonardo prefere dizer que a reunião será para tratar desta possível aliança, mas que por enquanto o partido ainda permanece na defesa de ter candidatura própria, mas o presidente faz questão de ressaltar que as conversas entre os dois partidos estão avançadas e prestes a chegar a um acordo. “Logo nossas decisões estarão tomadas”.
A aliança sonhada pelos socialistas não é defendida com ardor pelos petistas que tencionam voltar a administrar a prefeitura de Xapuri. Para os socialistas a construção desta aliança renderia a FPA já que apenas desta maneira estaria garantido a manutenção dos interesses da coligação.
Embora até o momento o PT ainda mantenha a posição de candidatura própria o presidente da executiva regional, Leonardo Brito considera a possibilidade de uma aliança com os socialistas e diz que as rodadas de conversas estão se concluindo, dando a entender que o partido já tem decisão tomada sobre as eleições em Xapuri. Mesmo antes de dizer que logo este assunto estaria resolvido no município, Leonardo nunca descartou a possibilidade de uma aliança com o PSB.
De acordo com pesquisas realizadas prematuramente naquele município o candidato do PSB aparece em vantagem ao candidato do PT. De acordo com analise de cientistas políticos esta eventual vantagem de Manoel Morais não se constitui fator relevante. Moraes tem o nome divulgado como pré-candidato pelo PSB desde quando disputou uma vaga na Assembléia Legislativa enquanto o nome do pré-candidato do PT foi decidido apenas quatro meses.
Cauteloso como costuma ser Leonardo prefere dizer que a reunião será para tratar desta possível aliança, mas que por enquanto o partido ainda permanece na defesa de ter candidatura própria, mas o presidente faz questão de ressaltar que as conversas entre os dois partidos estão avançadas e prestes a chegar a um acordo. “Logo nossas decisões estarão tomadas”.
A aliança sonhada pelos socialistas não é defendida com ardor pelos petistas que tencionam voltar a administrar a prefeitura de Xapuri. Para os socialistas a construção desta aliança renderia a FPA já que apenas desta maneira estaria garantido a manutenção dos interesses da coligação.
Embora até o momento o PT ainda mantenha a posição de candidatura própria o presidente da executiva regional, Leonardo Brito considera a possibilidade de uma aliança com os socialistas e diz que as rodadas de conversas estão se concluindo, dando a entender que o partido já tem decisão tomada sobre as eleições em Xapuri. Mesmo antes de dizer que logo este assunto estaria resolvido no município, Leonardo nunca descartou a possibilidade de uma aliança com o PSB.
De acordo com pesquisas realizadas prematuramente naquele município o candidato do PSB aparece em vantagem ao candidato do PT. De acordo com analise de cientistas políticos esta eventual vantagem de Manoel Morais não se constitui fator relevante. Moraes tem o nome divulgado como pré-candidato pelo PSB desde quando disputou uma vaga na Assembléia Legislativa enquanto o nome do pré-candidato do PT foi decidido apenas quatro meses.
A polícia inteligente no Acre
PF aumenta seu efetivo no Estado e reconhece esforço de Tião Viana

O senador Tião Viana (PT-AC), vice-presidente do Senado, teve reconhecido ontem, em Rio Branco, seu trabalho parlamentar de ajuda no fortalecimento das instituições brasileiras no combate ao crime e na afirmação da cidadania. Foi o que declarou o superintendente da Polícia Federal no Acre, Luiz Cravo Dória, durante uma solenidade na sede do órgão na qual o senador foi homenageado com o recebimento de uma placa como símbolo de gratidão e reconhecimento.
"É o reconhecimento ao senador Tião Viana que tanto tem empenhado esforços para ajudar a Polícia Federal a cumprir sua missão", disse Cravo Dória. A Polícia Federal acaba de aumentar seu efetivo no Acre em 30%. Por norma interna, a Polícia Federal não divulga os números absolutos do total de seu efetivo em atuação em cada unidade da federação.
A solenidade foi realizada para lembrar os 64 anos de criação do Departamento de Polícia Federal, comemorados ontem em todo o país, além de comemorar a promoção de três policiais que passaram à classe especial da categoria. Tião Viana agradeceu as homenagens e declarou que, como cidadão e parlamentar, hoje tem profundo orgulho das instituições brasileiras que procuram reafirmar a cidadania e combater o crime, como é o caso da Polícia Federal.
"É uma instituição forte, que tem a confiança da sociedade brasileira. No
Brasil, hoje, temos três instituições que contam com a confiança da
sociedade, a Igreja, o Exército e a Polícia Federal", disse o senador.
"Temos também, segundo essas mesmas pesquisas, um governo muito bem avaliado pelo povo brasileiro, que é o governo do presidente Lula. As outras instituições caminham para buscar mais credibilidade, mais força. Isso faz parte da construção de um Estado democrático e do estado-nação que nós queremos. Acho que todo cidadão brasileiro que procura fortalecer a Polícia Federal estará fortalecendo a democracia porque esta instituição é a guardiã da sociedade no seu manto constitucional como uma força do Estado brasileiro – não dos amigos, não dos inimigos, mas a instituição que segue as determinações de um Estado que deve ser justo", afirmou.
O senador disse também ter ficado orgulhoso em saber que a Polícia Federal reconhece as mudanças vivenciadas pelo Acre nos últimos dez anos. "Em 1998, ou pouco mais adiante, o que nós ouvíamos de um superintendente respeitável da Polícia Federal, era a informação de que ele estava enviando ao Ministério da Justiça relatório dizendo que a instituição não tinha condições de enfrentar aquele momento de crise institucional que o Estado vivia. Era como se três mil homens do aparelho do Estado recebessem ordens de uma força paralela criminosa e a Polícia Federal não tinha condições de enfrentá-los e alertava as instituições federais do grave momento que vivia o Acre com o aparelhamento pelo crime organizado e pelo narcotráfico. Nós estamos falando de apenas 10 anos de distância, quando, para a História, isso não significa nada", lembrou.
De acordo com Tião Viana, o reconhecimento, pela Polícia Federal, de que o Acre mudou o comove profundamente. "Eu fico muito comovido porque jovens que nasceram em 1992, que, portanto, têm 16 anos e que vão exercer a cidadania do voto agora em 2008, não sabem o que era este Estado antes de 1992 e muitos não vão saber o que era o Acre antes de 1998. E, quando a Polícia Federal trata com respeito as instituições deste Estado eu fico muito orgulhoso", disse. "Vejo que aqui há uma instituição que não está preocupada com uma relação pessoal, da amizade. Está agindo na impessoalidade, na grandeza das suas responsabilidades. Tudo o que o meu mandato puder fazer pela Polícia Federal, será feito e de forma institucional. Acho que agindo assim não se está prestando favores. Tenho que ter a mesma responsabilidade que tem o mais simples dos cidadãos em não cometer falhas na vida para poder ser, sempre, respeitado e tratado com dignidade. Quando um filho meu diz 'pai eu te amo', a minha responsabilidade é ainda mais profunda aos princípios com os quais vou aparecer diante dele. O mesmo tem que ser na vida institucional Quando este olhar afirmativo e positivo é posto sobre a Polícia Federal, isso significa grandeza e crescimento", acrescentou.
Preocupação com o aumento
do consumo e tráfico de drogas
Tião Viana manifestou preocupação com o crescimento do consumo e do tráfico de drogas, que aumentou a média de 30% em todo o país, segundo estimativas da própria Polícia Federal. Para o senador, isso atinge dimensões dramáticas num Estado como o Acre, que faz fronteira com países produtores de drogas como a cocaína. "Outro dia, tomei um susto ao ser informado, num município do interior do Acre, que 80% da população carcerária da região estava presa por envolvimento com o narcotráfico. Isso é um drama. Se conseguimos combater a corrupção e melhoramos o Estado, temos pela frente desafios como este", afirmou. "O Acre tem enormes responsabilidades: saímos em dez anos do vigésimo sétimo lugar em qualidade de educação para o décimo primeiro. O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirma que o Acre será, até 2010, o primeiro do Brasil. Já paga o melhor salário de professor no país e todos os professores da rede pública estão na universidade e há universidade em todos os municípios, o que não há em muitos estados do Brasil. Isso está sendo possível porque a corrupção diminuiu muito e porque o investimento nos interesses públicos foi intensificado. Mas ainda temos problema: não é tanto mais a saúde, não é mais a educação. Nosso maior problema hoje é a droga. 80% de presos por narcotráfico! Isso não existe em outro estado do Brasil", lembrou.
Segundo o senador, o maior desafio do Acre é fazer com que não haja o consumo da droga e desestimular seu uso entre a população. "É preciso também o trabalho de repressão ao traficante, e efetivamente através da educação e da conscientização fazer com que as pessoas não comprem droga. Só há traficante porque há cliente, alguém está comprando. A sociedade tem dizer não à droga, que é ainda a maior causa de destruição e de desagregação de famílias e de consciências inocentes que poderiam ter um grande futuro".
O senador alertou que é preciso que a sociedade acreana e suas instituições saibam enfrentar este desfio. "Do contrário, isso vai afetar as relações éticas e institucionais do Estado. A corrupção diminuiu, mas outros problemas vão surgindo. Para este Estado de vigilância, nós confiamos na Polícia Federal, guardiã da sociedade, protetora do manto da Constituição Federal, cumpridores da lei e das exigências de uma instituição do Estado e na qual nós acreditamos para uma relação de confiança, de respeito e de independência entre as partes", afirmou Viana. "A Polícia Federal evoluiu muito. Saiu de uma polícia presa às forças dos serviços de inteligência arcaico, do SNI, que fazia mal à democracia porque tratava os amigos de um jeito e aqueles de quem não gostava de outro, usando a força do Estado, para uma polícia independente, institucional e de grandeza. E nós queremos que esta instituição cresça, seja sempre um orgulho do Brasil. Para isso, nós temos que olhar das causas e das questões salariais, além das condições de trabalho e de inteligência. Tenho certeza que o governador Binho Marques pensa como eu. Tenho certeza do apreço e da confiança que o presidente Lula tem por esta instituição. Quanto a mim, estarei sempre, ao lado de outros companheiros sérios da luta política, na defesa do fortalecimento da Polícia Federal. Vou continuar apoiando a Polícia Federal porque quando ela tira das ruas os criminosos, quando ajuda a combater a corrupção, quando ajuda a combater a ameaça à soberania da Amazônia, o crime via internet, a lavagem de dinheiro, está nos permitindo ter uma sociedade melhor, mais justa e mais verdadeira. É uma instituição que merece nossa confiança e apoio para que seja sempre impessoal e que atenda o interesse da ordem constitucional como polícia do Estado", disse.
Estratégia para enfrentar o crime com a Estrada do Pacífico
O superintendente da Polícia Federal no Acre, Luiz Cravo Dória, admitiu ontem o aumento, na ordem de 30%, do narcotráfico, mas ressaltou que a instituição está se preparando para enfrentar o problema através de um plano estratégico cuja data limite é o ano de 2022, quando o Brasil vai comemorar o bicentenário de sua independência. Além do narcotráfico, que em vários países vem diminuindo, ou se estabilizou, a Polícia Federal vai se preparar para enfrentar questões decorrentes da globalização, como os crimes de evasão de divisas, a movimentação de mercadorias e de capitais, tráfico de pessoas, crimes ambientais e através da Internet.
Em nível regional, o grande teste para a Polícia Federal, segundo admite Cravo Dória, é o ano de 2010, com a inauguração da rodovia do Pacífico. À medida que será fundamental para o desenvolvimento estadual, na visão da Polícia Federal, a estrada também trará problemas para os órgãos de segurança. "Vamos viver também um maior fluxo de pessoas, de mercadorias, de pessoas. Temos, portanto, que estar preparados para atuar diante disso e de crimes que vão surgir", disse num comunicado aos policiais nas solenidades de comemoração dos 64 anos de criação da instituição no país. A melhor forma de combate ao crime é a união com outros organismos de segurança, destacou o superintendente. Um bom exemplo é a chamada "Operação Arco de Fogo".
Desenvolvida em parceria entre a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, o Ibama, a Receita Federal e órgãos estaduais. "A operação está hoje em Vilhena, em Rondônia, na BR-364. De maneira semelhante vamos atuar na BR-317, trabalhar de maneira efetiva nos dois aeroportos, com controle dos rios. Penso que assim nós teremos um excelente nível de controle e de segurança para o Estado", afirmou.
O problema do acréscimo do narcotráfico, para Cravo Dória, está relacionado ao fato de o Brasil fazer fronteira com os três países que mais produzem cocaína no mundo, Colômbia, Bolívia e Peru. "O foco do trabalho policial, que antes se limitava a formas tradicionais de controle do crime e preservação da ordem, volta-se também para a provisão de segurança mediante tecnologias destinadas à identificação, previsão e administração de riscos, tal como sempre fizeram os setores de seguro e de crédito", detalhou o superintendente. "Estão fadadas ao fracasso as velhas políticas de segurança pública baseadas na mera repressão aos crimes tipificados nas leis penais ou, na ótica militarista, que a missão da polícia é manter a qualquer custo a ordem estabelecida, através da força".
De acordo com o discurso do superintendente, "não é verdade que o aumento do crime se deve à falta de leis mais duras ou porque segundo alguns a política prende e a justiça solta ou ainda que faltem recursos materiais e pessoais nas delegacias". Para ele, as polícias devem aprender a trabalhar com foco nas ações preventivas, "com os crimes que podem vir a ocorrer e não com mera avaliação do desempenho com base em inquéritos relatados e quantidade de droga apreendida".
Prioridade é não deixar chegar ao Acre as drogas sintéticas
Para que o plano estratégico da PF possa ser aplicado, de acordo com o
superintendente, é necessário que, além das tradicionais atividades
repressivas, os agentes federais devem trabalhar de forma articulada com a
sociedade civil, órgãos públicos e demais operadores da segurança pública.
Para que o Acre possa se manter longe da ação do crime organizado, de acordo com o manifesto do superintendente Cravo Dória são necessários quatro itens de uma estratégia:
1 – Manter o Estado fora da rota das armas contrabandeadas, contribuindo
para a preservação da vida;
2 – Não permitir que as drogas sintéticas, como o ecstasy, cheguem ao
estado;
3 – Atuar na prevenção aos crimes ambientais para que o Acre continue a ser
o Estado mais preservado da Amazônia.
4 – Compreender que a polícia é fator de desenvolvimento para a sociedade, pois ao proporcionar um ambiente de segurança e tranqüilidade para o cidadão, propicia um ambiente favorável aos investimentos privados, os quais, por sua vez, geram oportunidade de trabalho e se afasta a juventude do crime.
O manifesto do superintendente também conclama: "Não imitemos alguns países desenvolvidos em relação aos países periféricos mais pobres. Portanto, não culpemos os nossos vizinhos Bolívia e Peru por eventuais crescimentos de determinados crimes. É nossa obrigação de policiamento nos pontos de entrada por terra, ar e pelos nossos rios".
Segundo Cravo Dória, os agentes federais lotados no Acre têm o dever de
exercer de fato o controle e o policiamento de toda a região de fronteira de
modo a manter a criminalidade dentro de um patamar aceitável. "É esse o
nosso desafio e a nossa meta para 2010", propôs.

O senador Tião Viana (PT-AC), vice-presidente do Senado, teve reconhecido ontem, em Rio Branco, seu trabalho parlamentar de ajuda no fortalecimento das instituições brasileiras no combate ao crime e na afirmação da cidadania. Foi o que declarou o superintendente da Polícia Federal no Acre, Luiz Cravo Dória, durante uma solenidade na sede do órgão na qual o senador foi homenageado com o recebimento de uma placa como símbolo de gratidão e reconhecimento.
"É o reconhecimento ao senador Tião Viana que tanto tem empenhado esforços para ajudar a Polícia Federal a cumprir sua missão", disse Cravo Dória. A Polícia Federal acaba de aumentar seu efetivo no Acre em 30%. Por norma interna, a Polícia Federal não divulga os números absolutos do total de seu efetivo em atuação em cada unidade da federação.
A solenidade foi realizada para lembrar os 64 anos de criação do Departamento de Polícia Federal, comemorados ontem em todo o país, além de comemorar a promoção de três policiais que passaram à classe especial da categoria. Tião Viana agradeceu as homenagens e declarou que, como cidadão e parlamentar, hoje tem profundo orgulho das instituições brasileiras que procuram reafirmar a cidadania e combater o crime, como é o caso da Polícia Federal.
"É uma instituição forte, que tem a confiança da sociedade brasileira. No
Brasil, hoje, temos três instituições que contam com a confiança da
sociedade, a Igreja, o Exército e a Polícia Federal", disse o senador.
"Temos também, segundo essas mesmas pesquisas, um governo muito bem avaliado pelo povo brasileiro, que é o governo do presidente Lula. As outras instituições caminham para buscar mais credibilidade, mais força. Isso faz parte da construção de um Estado democrático e do estado-nação que nós queremos. Acho que todo cidadão brasileiro que procura fortalecer a Polícia Federal estará fortalecendo a democracia porque esta instituição é a guardiã da sociedade no seu manto constitucional como uma força do Estado brasileiro – não dos amigos, não dos inimigos, mas a instituição que segue as determinações de um Estado que deve ser justo", afirmou.
O senador disse também ter ficado orgulhoso em saber que a Polícia Federal reconhece as mudanças vivenciadas pelo Acre nos últimos dez anos. "Em 1998, ou pouco mais adiante, o que nós ouvíamos de um superintendente respeitável da Polícia Federal, era a informação de que ele estava enviando ao Ministério da Justiça relatório dizendo que a instituição não tinha condições de enfrentar aquele momento de crise institucional que o Estado vivia. Era como se três mil homens do aparelho do Estado recebessem ordens de uma força paralela criminosa e a Polícia Federal não tinha condições de enfrentá-los e alertava as instituições federais do grave momento que vivia o Acre com o aparelhamento pelo crime organizado e pelo narcotráfico. Nós estamos falando de apenas 10 anos de distância, quando, para a História, isso não significa nada", lembrou.
De acordo com Tião Viana, o reconhecimento, pela Polícia Federal, de que o Acre mudou o comove profundamente. "Eu fico muito comovido porque jovens que nasceram em 1992, que, portanto, têm 16 anos e que vão exercer a cidadania do voto agora em 2008, não sabem o que era este Estado antes de 1992 e muitos não vão saber o que era o Acre antes de 1998. E, quando a Polícia Federal trata com respeito as instituições deste Estado eu fico muito orgulhoso", disse. "Vejo que aqui há uma instituição que não está preocupada com uma relação pessoal, da amizade. Está agindo na impessoalidade, na grandeza das suas responsabilidades. Tudo o que o meu mandato puder fazer pela Polícia Federal, será feito e de forma institucional. Acho que agindo assim não se está prestando favores. Tenho que ter a mesma responsabilidade que tem o mais simples dos cidadãos em não cometer falhas na vida para poder ser, sempre, respeitado e tratado com dignidade. Quando um filho meu diz 'pai eu te amo', a minha responsabilidade é ainda mais profunda aos princípios com os quais vou aparecer diante dele. O mesmo tem que ser na vida institucional Quando este olhar afirmativo e positivo é posto sobre a Polícia Federal, isso significa grandeza e crescimento", acrescentou.
Preocupação com o aumento
do consumo e tráfico de drogas
Tião Viana manifestou preocupação com o crescimento do consumo e do tráfico de drogas, que aumentou a média de 30% em todo o país, segundo estimativas da própria Polícia Federal. Para o senador, isso atinge dimensões dramáticas num Estado como o Acre, que faz fronteira com países produtores de drogas como a cocaína. "Outro dia, tomei um susto ao ser informado, num município do interior do Acre, que 80% da população carcerária da região estava presa por envolvimento com o narcotráfico. Isso é um drama. Se conseguimos combater a corrupção e melhoramos o Estado, temos pela frente desafios como este", afirmou. "O Acre tem enormes responsabilidades: saímos em dez anos do vigésimo sétimo lugar em qualidade de educação para o décimo primeiro. O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirma que o Acre será, até 2010, o primeiro do Brasil. Já paga o melhor salário de professor no país e todos os professores da rede pública estão na universidade e há universidade em todos os municípios, o que não há em muitos estados do Brasil. Isso está sendo possível porque a corrupção diminuiu muito e porque o investimento nos interesses públicos foi intensificado. Mas ainda temos problema: não é tanto mais a saúde, não é mais a educação. Nosso maior problema hoje é a droga. 80% de presos por narcotráfico! Isso não existe em outro estado do Brasil", lembrou.
Segundo o senador, o maior desafio do Acre é fazer com que não haja o consumo da droga e desestimular seu uso entre a população. "É preciso também o trabalho de repressão ao traficante, e efetivamente através da educação e da conscientização fazer com que as pessoas não comprem droga. Só há traficante porque há cliente, alguém está comprando. A sociedade tem dizer não à droga, que é ainda a maior causa de destruição e de desagregação de famílias e de consciências inocentes que poderiam ter um grande futuro".
O senador alertou que é preciso que a sociedade acreana e suas instituições saibam enfrentar este desfio. "Do contrário, isso vai afetar as relações éticas e institucionais do Estado. A corrupção diminuiu, mas outros problemas vão surgindo. Para este Estado de vigilância, nós confiamos na Polícia Federal, guardiã da sociedade, protetora do manto da Constituição Federal, cumpridores da lei e das exigências de uma instituição do Estado e na qual nós acreditamos para uma relação de confiança, de respeito e de independência entre as partes", afirmou Viana. "A Polícia Federal evoluiu muito. Saiu de uma polícia presa às forças dos serviços de inteligência arcaico, do SNI, que fazia mal à democracia porque tratava os amigos de um jeito e aqueles de quem não gostava de outro, usando a força do Estado, para uma polícia independente, institucional e de grandeza. E nós queremos que esta instituição cresça, seja sempre um orgulho do Brasil. Para isso, nós temos que olhar das causas e das questões salariais, além das condições de trabalho e de inteligência. Tenho certeza que o governador Binho Marques pensa como eu. Tenho certeza do apreço e da confiança que o presidente Lula tem por esta instituição. Quanto a mim, estarei sempre, ao lado de outros companheiros sérios da luta política, na defesa do fortalecimento da Polícia Federal. Vou continuar apoiando a Polícia Federal porque quando ela tira das ruas os criminosos, quando ajuda a combater a corrupção, quando ajuda a combater a ameaça à soberania da Amazônia, o crime via internet, a lavagem de dinheiro, está nos permitindo ter uma sociedade melhor, mais justa e mais verdadeira. É uma instituição que merece nossa confiança e apoio para que seja sempre impessoal e que atenda o interesse da ordem constitucional como polícia do Estado", disse.
Estratégia para enfrentar o crime com a Estrada do Pacífico
O superintendente da Polícia Federal no Acre, Luiz Cravo Dória, admitiu ontem o aumento, na ordem de 30%, do narcotráfico, mas ressaltou que a instituição está se preparando para enfrentar o problema através de um plano estratégico cuja data limite é o ano de 2022, quando o Brasil vai comemorar o bicentenário de sua independência. Além do narcotráfico, que em vários países vem diminuindo, ou se estabilizou, a Polícia Federal vai se preparar para enfrentar questões decorrentes da globalização, como os crimes de evasão de divisas, a movimentação de mercadorias e de capitais, tráfico de pessoas, crimes ambientais e através da Internet.
Em nível regional, o grande teste para a Polícia Federal, segundo admite Cravo Dória, é o ano de 2010, com a inauguração da rodovia do Pacífico. À medida que será fundamental para o desenvolvimento estadual, na visão da Polícia Federal, a estrada também trará problemas para os órgãos de segurança. "Vamos viver também um maior fluxo de pessoas, de mercadorias, de pessoas. Temos, portanto, que estar preparados para atuar diante disso e de crimes que vão surgir", disse num comunicado aos policiais nas solenidades de comemoração dos 64 anos de criação da instituição no país. A melhor forma de combate ao crime é a união com outros organismos de segurança, destacou o superintendente. Um bom exemplo é a chamada "Operação Arco de Fogo".
Desenvolvida em parceria entre a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, o Ibama, a Receita Federal e órgãos estaduais. "A operação está hoje em Vilhena, em Rondônia, na BR-364. De maneira semelhante vamos atuar na BR-317, trabalhar de maneira efetiva nos dois aeroportos, com controle dos rios. Penso que assim nós teremos um excelente nível de controle e de segurança para o Estado", afirmou.
O problema do acréscimo do narcotráfico, para Cravo Dória, está relacionado ao fato de o Brasil fazer fronteira com os três países que mais produzem cocaína no mundo, Colômbia, Bolívia e Peru. "O foco do trabalho policial, que antes se limitava a formas tradicionais de controle do crime e preservação da ordem, volta-se também para a provisão de segurança mediante tecnologias destinadas à identificação, previsão e administração de riscos, tal como sempre fizeram os setores de seguro e de crédito", detalhou o superintendente. "Estão fadadas ao fracasso as velhas políticas de segurança pública baseadas na mera repressão aos crimes tipificados nas leis penais ou, na ótica militarista, que a missão da polícia é manter a qualquer custo a ordem estabelecida, através da força".
De acordo com o discurso do superintendente, "não é verdade que o aumento do crime se deve à falta de leis mais duras ou porque segundo alguns a política prende e a justiça solta ou ainda que faltem recursos materiais e pessoais nas delegacias". Para ele, as polícias devem aprender a trabalhar com foco nas ações preventivas, "com os crimes que podem vir a ocorrer e não com mera avaliação do desempenho com base em inquéritos relatados e quantidade de droga apreendida".
Prioridade é não deixar chegar ao Acre as drogas sintéticas
Para que o plano estratégico da PF possa ser aplicado, de acordo com o
superintendente, é necessário que, além das tradicionais atividades
repressivas, os agentes federais devem trabalhar de forma articulada com a
sociedade civil, órgãos públicos e demais operadores da segurança pública.
Para que o Acre possa se manter longe da ação do crime organizado, de acordo com o manifesto do superintendente Cravo Dória são necessários quatro itens de uma estratégia:
1 – Manter o Estado fora da rota das armas contrabandeadas, contribuindo
para a preservação da vida;
2 – Não permitir que as drogas sintéticas, como o ecstasy, cheguem ao
estado;
3 – Atuar na prevenção aos crimes ambientais para que o Acre continue a ser
o Estado mais preservado da Amazônia.
4 – Compreender que a polícia é fator de desenvolvimento para a sociedade, pois ao proporcionar um ambiente de segurança e tranqüilidade para o cidadão, propicia um ambiente favorável aos investimentos privados, os quais, por sua vez, geram oportunidade de trabalho e se afasta a juventude do crime.
O manifesto do superintendente também conclama: "Não imitemos alguns países desenvolvidos em relação aos países periféricos mais pobres. Portanto, não culpemos os nossos vizinhos Bolívia e Peru por eventuais crescimentos de determinados crimes. É nossa obrigação de policiamento nos pontos de entrada por terra, ar e pelos nossos rios".
Segundo Cravo Dória, os agentes federais lotados no Acre têm o dever de
exercer de fato o controle e o policiamento de toda a região de fronteira de
modo a manter a criminalidade dentro de um patamar aceitável. "É esse o
nosso desafio e a nossa meta para 2010", propôs.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Reencontros
Tive uma alegria imensa em encontrar na tarde de ontem pelas ruas de Xapuri o Dr. Luiz acompanhado da Senhora Vicentinha, que na oportunidade falou-me ser assíduo leitor desse espaço, solicitando que a minha pessoa não deixe de atualiza-lo constantemente, fiquei contente em receber tal incentivo como outros que tanto me cobraram em nao deixar esse espaço.
Estarei sempre com a responsabilidade que assumi de estar neste espaço abrindo mais um campo de discurssão acerca das peripécias xapurienses nas diversas áreas, no qual convido a todos os visitantes a participarem de tais discurssões encaminhando vossos comentários..
Abraços a todos
Joscires Angelo
Estarei sempre com a responsabilidade que assumi de estar neste espaço abrindo mais um campo de discurssão acerca das peripécias xapurienses nas diversas áreas, no qual convido a todos os visitantes a participarem de tais discurssões encaminhando vossos comentários..
Abraços a todos
Joscires Angelo
Persona Non Grata
Tive a grata surpresa na tarde de hoje de saber que recebi o titulo de Persona Non Grata pelo Prefeito de Xapuri, haja vista que atualmente estou desagradando com meus posicionamentos a ele e a sua equipe, na oportunidade fui informado de que ordem direta do executivo municipal dá conta de que qualquer amigo meu que esteja na Prefeitura com cargo comissionado se for visto conversando comigo será sumariamente exonerado.
Pasmem é isso mesmo... Cuba é Aqui... Hugo Chavez está Presente aqui tb...
Primeiramente gostaria de repudiar a postura do Prefeito em tal ato, em arbitrariamente querer impedir que amizades construidas a longas datas continuem, depois ressaltar que ele nao tem respaldo politico ou moral para se fazer tal exigencia dessa. Depois me parece que a sua moral anda em baixa, pois de imediato fui comunicado pelos seus funcionários de tal ordem... porque será? Simples... Ninguém leva a sério e não consegue ter respeito por uma pessoa que não se dá o respeito como pessoa individualmente ou como autorida emanada de Poder pelo Povo.
Em pleno século XXI vemos que pessoas ainda insistem em estar na Idade Média, onde imaginavam que podia controlar as pessoas com carroças presas a bois nesse caso hoje representado pelo empreguismo na Prefeitura Municipal.
Talvez mimguém mais possa falar comigo porque os "chefes" temem que me supram de mais informações para consusbstanciar minhas recentes denuncias, não neste meio ou qualquer outro de comunicação, mas na Justiça como tenho feito.
Estou pouco importando se alguém da Administração da Trupe do Primeiro Escalão está incomodada comigo, se estão, é por que tem alguma coisa a esconder, e ademais cuidado pq a cabeça de vcs podem rolar a qualquer hora, senão vejamos a instabilidade de cargos na admnistração atual, na troca de cargos de Primeiro Escalão nos ultimos tres anos, por secretaria:
Gabinete - 8 substituições
Finanças - 4 substituições
Procuradoria - 5 Substituições
Saude - 4 Substituições
Educação - 11 Substituições
Semap - 5 Substituições
Sematur - 6 substituições
FMCD - 4 substituições
Isso mesmo 47 (quarenta e sete) substituições em tres anos. eu hein!!!!!!
Pasmem é isso mesmo... Cuba é Aqui... Hugo Chavez está Presente aqui tb...
Primeiramente gostaria de repudiar a postura do Prefeito em tal ato, em arbitrariamente querer impedir que amizades construidas a longas datas continuem, depois ressaltar que ele nao tem respaldo politico ou moral para se fazer tal exigencia dessa. Depois me parece que a sua moral anda em baixa, pois de imediato fui comunicado pelos seus funcionários de tal ordem... porque será? Simples... Ninguém leva a sério e não consegue ter respeito por uma pessoa que não se dá o respeito como pessoa individualmente ou como autorida emanada de Poder pelo Povo.
Em pleno século XXI vemos que pessoas ainda insistem em estar na Idade Média, onde imaginavam que podia controlar as pessoas com carroças presas a bois nesse caso hoje representado pelo empreguismo na Prefeitura Municipal.
Talvez mimguém mais possa falar comigo porque os "chefes" temem que me supram de mais informações para consusbstanciar minhas recentes denuncias, não neste meio ou qualquer outro de comunicação, mas na Justiça como tenho feito.
Estou pouco importando se alguém da Administração da Trupe do Primeiro Escalão está incomodada comigo, se estão, é por que tem alguma coisa a esconder, e ademais cuidado pq a cabeça de vcs podem rolar a qualquer hora, senão vejamos a instabilidade de cargos na admnistração atual, na troca de cargos de Primeiro Escalão nos ultimos tres anos, por secretaria:
Gabinete - 8 substituições
Finanças - 4 substituições
Procuradoria - 5 Substituições
Saude - 4 Substituições
Educação - 11 Substituições
Semap - 5 Substituições
Sematur - 6 substituições
FMCD - 4 substituições
Isso mesmo 47 (quarenta e sete) substituições em tres anos. eu hein!!!!!!
terça-feira, 1 de abril de 2008
Xapuri e o Ano Eleitoral
No dia de hoje tive o prazer de fazer o que ha muito tempo deixara de realizar, oque de certo é costumeiro nesta pacata cidade o de sentar-se à beira das calçadas e jogar um bom papo para o ar.
Infelizmente ou felizmente todos estavam mais interessados em saber qual minha opiniao para o próximo pleito elitoral do que a trivialidade dos assuntos rotineiros, apesar de constante esforço para me manter alheio a discurssão política me vi obrigado pelo respeito aos amigos presentes de esboçar um sofrido AHHHHHHHHHH....
Talvez esse ahhhhhh seja o que esteja atravessado na garganta de muitos dos xapurienses nos ultimos anos e relembrando o que acontecera na últimas eleiçâo entre os prefeitáveis de 2004, onde uma significativa parcela de votos que foram preponderantes na decisao daquele pleito foram carinhosamente chamados de votos de protesto.
Tenho plena consciência de que ainda é muito cedo para emitir opnião acerca do pleito vindouro, até porque juridicamente ninquém ainda é candidato, todos os possíveis candidatos, ainda são candidatos à candidato a Prefeito.
Somos sabedores de que nos ultimos anos Xapuri sofreu um desgaste político imenso e que está a deriva num mar de incapacidade administrativa talvez fadado ao naufrágio imenente. isso tudo porque as picuinhas, as idéias pequenas ainda prevalecem nos nossos "egrégios" administratores.
É estranho falarmos em mudança ou perpectiva de melhora se vemos que a mesmice estará no nosso campo de escolha, os mesmo agentes de outrora descalábrios administrativos se colocam como opção de mudança...
Senhores não há mudança se não houver abertura para o novo, para o experimental, para uma nova postura, para uma nova inteligencia emocional, para uma nova alternativa e perspectiva do que se é responsabilidade em representar uma população com o peso cultural e histórico que é a nossa.
Antes de tudo é necessário que no pleito vindouro nós xapurienses possamos analisar além das capacidades de gerencia admnistrativa, de projeto administrativo, de honestidade... possamos analisar a inteligência emocional dos concorrentes, para que a nossa querida Xapuri seja respeitada deveras como merece, que a imagem de nosso municipio seja resguardada de posturas antiéticas e transloucas como se é costumeiro ver nos ultimos anos... Xapuri tem um nome e acima de tudo uma imagem histórica, cultural, simbólica e acima de tudo turistica para ser preservada.
Fico triste em ver que os jornais e outros meios de comunicação só se referem a esta cidade através de notas pejorativas e maculadoras por acontecimentos no minimo grotescos que a cada dia somos obrigados a presenciar, mas isso nada mais é do que o reflexo das atitudes de seus representantes, e é nesse contexto que clamo na hora da decisão do voto, seja uma decisao de muita reflexão, para nao cairmos em mais um abismo.
Soa como um desabafo, mas na verdade não é, para os que me conhecem sabém que é apenas o retorno do bom e velho Joscíres com seus ideais mais que realistas, não faço aqui apologia a nenhum grupo político ou a esse ou aquele pretenso candidato, até mesmo que infelizmente estou afastado da minha querida cidade, estando presente somente um ou dois dias por semana, mas garanto que estarei disposto a abrir um diálogo com os jovens e com todos aqueles que como eu sem direcionamento partidário possam analisar à luz da inteligência a alternativa que mais contempla a realidade xapuriense.
Enfim essa é a minha posição política no momento, que com certeza talvez seja a de muitos...
Abraços Cordiais
do Xapuriense Joscíres Angelo
Infelizmente ou felizmente todos estavam mais interessados em saber qual minha opiniao para o próximo pleito elitoral do que a trivialidade dos assuntos rotineiros, apesar de constante esforço para me manter alheio a discurssão política me vi obrigado pelo respeito aos amigos presentes de esboçar um sofrido AHHHHHHHHHH....
Talvez esse ahhhhhh seja o que esteja atravessado na garganta de muitos dos xapurienses nos ultimos anos e relembrando o que acontecera na últimas eleiçâo entre os prefeitáveis de 2004, onde uma significativa parcela de votos que foram preponderantes na decisao daquele pleito foram carinhosamente chamados de votos de protesto.
Tenho plena consciência de que ainda é muito cedo para emitir opnião acerca do pleito vindouro, até porque juridicamente ninquém ainda é candidato, todos os possíveis candidatos, ainda são candidatos à candidato a Prefeito.
Somos sabedores de que nos ultimos anos Xapuri sofreu um desgaste político imenso e que está a deriva num mar de incapacidade administrativa talvez fadado ao naufrágio imenente. isso tudo porque as picuinhas, as idéias pequenas ainda prevalecem nos nossos "egrégios" administratores.
É estranho falarmos em mudança ou perpectiva de melhora se vemos que a mesmice estará no nosso campo de escolha, os mesmo agentes de outrora descalábrios administrativos se colocam como opção de mudança...
Senhores não há mudança se não houver abertura para o novo, para o experimental, para uma nova postura, para uma nova inteligencia emocional, para uma nova alternativa e perspectiva do que se é responsabilidade em representar uma população com o peso cultural e histórico que é a nossa.
Antes de tudo é necessário que no pleito vindouro nós xapurienses possamos analisar além das capacidades de gerencia admnistrativa, de projeto administrativo, de honestidade... possamos analisar a inteligência emocional dos concorrentes, para que a nossa querida Xapuri seja respeitada deveras como merece, que a imagem de nosso municipio seja resguardada de posturas antiéticas e transloucas como se é costumeiro ver nos ultimos anos... Xapuri tem um nome e acima de tudo uma imagem histórica, cultural, simbólica e acima de tudo turistica para ser preservada.
Fico triste em ver que os jornais e outros meios de comunicação só se referem a esta cidade através de notas pejorativas e maculadoras por acontecimentos no minimo grotescos que a cada dia somos obrigados a presenciar, mas isso nada mais é do que o reflexo das atitudes de seus representantes, e é nesse contexto que clamo na hora da decisão do voto, seja uma decisao de muita reflexão, para nao cairmos em mais um abismo.
Soa como um desabafo, mas na verdade não é, para os que me conhecem sabém que é apenas o retorno do bom e velho Joscíres com seus ideais mais que realistas, não faço aqui apologia a nenhum grupo político ou a esse ou aquele pretenso candidato, até mesmo que infelizmente estou afastado da minha querida cidade, estando presente somente um ou dois dias por semana, mas garanto que estarei disposto a abrir um diálogo com os jovens e com todos aqueles que como eu sem direcionamento partidário possam analisar à luz da inteligência a alternativa que mais contempla a realidade xapuriense.
Enfim essa é a minha posição política no momento, que com certeza talvez seja a de muitos...
Abraços Cordiais
do Xapuriense Joscíres Angelo
Guerrilha em Rondonia
A revista "Isto É" publicou recentemente uma ampla reportagem dando conta das atividades de um grupo denominado "Liga dos Camponeses Pobres" que estaria atuando como guerrilha no Estado Rondonia. Os crime atribuidos ao grupo, que se apresenta como de extrema-esquerda, são gravíssimos e até agora não há notícia e qualquer ação mais efetiva da Polícia Federal ou das Forças Armadas na apuração do que está ocorrendo.
Como a notícia é da maior gravidade e não há maiores detalhes, ao que sei, em outros órgãos da imprensa, por enquanto cabe a expectativa de maiores dados sobre o que efetivamente está ocorrendo e até que ponto se trata de efetivamente de ação guerrilheira e não de um grupo de bandidos a serem combatidos com medidas puramente policiais. A reportagem pode ser lida totalmente neste espaço:
O Brasil tem guerrilha
ISTOÉ entra na base da Liga dos Camponeses Pobres, um grupo armado com 20 acampamentos em três Estados, que tem nove vezes mais combatentes que o PCdoB na Guerrilha do Araguaia e cujas ações resultaram na morte de 22 pessoas no ano passado
Por ALAN RODRIGUES (TEXTO)
O barulho de dois tiros de revólver quebrou o silêncio da noite na pacata comunidade rural de Jacilândia, distante 38 quilômetros da cidade de Buritis, Estado de Rondônia. Passava pouco das 22 horas do dia 22 de fevereiro quando três homens encapuzados bloquearam a estrada de terra que liga o lugarejo ao município e friamente executaram à queima-roupa o agricultor Paulo Roberto Garcia. Aos 28 anos, ele tombou com os disparos de revólver calibre 38 na nuca. Dez horas depois do crime, o corpo de Garcia ainda permanecia no local, estirado nos braços de sua mãe, Maria Tereza de Jesus, à espera da polícia. Era o caçula de seus três filhos. Um mês depois do assassinato, o delegado da Polícia Civil de Rondônia que investiga o caso, Iramar Gonçalves, concluiu: "Ele foi assassinado pelos guerrilheiros da LCP."
A sigla a que o delegado se refere, com estranha naturalidade, quer dizer Liga dos Camponeses Pobres, uma organização radical de extrema esquerda que adotou a luta armada como estratégia para chegar ao poder no País através da "violência revolucionária". Paulo Roberto foi a mais recente vítima da LCP, que, sob a omissão das autoridades federais e o silêncio do resto do Brasil, se instalou há oito anos na região e, a cada hora, se mostra mais violenta. Apenas em 2007, as operações do grupo produziram 22 vítimas - 18 camponeses ou fazendeiros e quatro guerrilheiros. Amplamente conhecidos em Rondônia, os integrantes da LCP controlam hoje 500 mil hectares. Estão repartidos em 13 bases que se estendem de Jaru, no centro do Estado, às cercanias da capital Porto Velho, se alongando até a fronteira com a Bolívia, região onde eles acabaram de abrir uma estrada. O propósito dos guerrilheiros seria usá-la como rota de fuga, mas, enquanto não são incomodados nem pela Polícia Federal nem pelo Exército, a trilha clandestina está sendo chamada de transcocaineira - por ela, segundo a polícia local, passam drogas, contrabando e as armas da guerrilha.
ÁREA PROIBIDA
A nenhuma dessas colônias o poder público tem acesso. Sob o manto da "revolução agrária", a LCP empunha as bandeiras do combate à burguesia, ao imperialismo e ao latifúndio, enquanto seus militantes assaltam, torturam, matam e aterrorizam cidades e zonas rurais nessas profundezas do Brasil. Encapuzados, armados com metralhadoras, pistolas, granadas e fuzis AR-15, FAL e AK-47 de uso exclusivo das Forças Armadas, eles já somam quase nove vezes mais combatentes que os 60 militantes do PCdoB que se embrenharam na Floresta Amazônica no início dos anos 70 na lendária Guerrilha do Araguaia. "A Colômbia é aqui", diz o delegado Gonçalves, numa referência às Farc.
NO CORAÇÃO DA GUERRILHA Armado de AR-15, policial entra em território dominado pela LCP e uma barreira que proíbe o acesso ao centro de treinamento militar. "Não dá para observá-los, mas estamos sob sua mira", diz à reportagem de ISTOÉ um sargento da PM de Rondônia
A reportagem de ISTOÉ entrou nessa área proibida. No distrito de Jacinópolis, a 450 quilômetros de Porto Velho, bate o coração da guerrilha. Segundo o serviço secreto da Polícia Militar de Rondônia, é ali que está o campo de treinamento. "Nem com 50 homens armados eu tenho coragem de entrar na invasão deles", admite o delegado. Caminhar pelas hostis estradas enlameadas é como pisar em solo minado. A todo momento e com qualquer pessoa que se converse, o medo de uma emboscada é constante. Os militantes adotam as táticas de bloqueio de estradas e seqüestro das pessoas que trafegam pela área sem um salvo-conduto verbal liberado pela LCP. "É a forma de combater as forças inimigas", escreveram eles num dos panfletos que distribuíram na região. "Esses bandoleiros foram muito bem treinados pelos guerrilheiros das Farc", revela o major Enedy Dias de Araújo, ex-comandante da Polícia Militar de Jaru, cidade onde fica a sede da Liga.
Para se chegar à chamada "revolução agrária", dizem os documentos da LCP aos quais ISTOÉ teve acesso, a principal ação do grupo é pôr em prática a chamada "violência revolucionária". E, para os habitantes locais, essa tem sido uma violência fria e vingativa. No caso da sua mais recente vítima, o que a LCP fez foi uma execução sumária, após um julgamento interno suscitado pela desconfiança sobre o real propósito da presença de Paulo Roberto Garcia na região. "Eles acreditam que o rapaz era um agente infiltrado como agricultor e não tiveram dúvida em matálo", disse o delegado. Dos 22 mortos de 2007, quatro eram fazendeiros e 14 eram funcionários das fazendas, que a liga camponesa classifica como paramilitares. Na parte dos guerrilheiros, quatro foram enterrados - assassinados em circunstâncias distintas por jagunços das fazendas da região.
Além de matar, a LCP é acusada pela polícia de incendiar casas, queimar máquinas e equipamentos e devastar a Floresta Amazônica. Os moradores da comunidade onde vivia Garcia não sabem o que é luta de classe, partido revolucionário e muito menos socialismo. Mas eles sabem muito bem que, desde a chegada da LCP naquelas bandas, a morte matada está vencendo a morte morrida.
ALERTA NA SELVA
Só quem consegue transitar livremente no território da guerrilha são os caminhões dos madeireiros clandestinos, que pagam um pedágio de R$ 2 mil por dia à LCP para rodar nas estradas de terras controladas pela milícia. Em troca do pedágio, os guerrilheiros dão segurança armada aos madeireiros para que eles possam roubar árvores em propriedades privadas, áreas de conservação e terras indígenas. São terras que a LCP diz ter "tomado" - e o verbo tomar, no lugar de "invadir" ou "ocupar", como prefere o MST, não é mera semântica, mas uma revelação do caráter belicoso do grupo. "A falha é do Exército brasileiro, que deixa esses terroristas ocuparem nossa área de fronteira", acusa o major Josenildo Jacinto do Nascimento. Comandante do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, Nascimento sente na pele o poder e a arrogância desse bando armado.
No ano passado, eles derrubaram uma base militar da Polícia Ambiental dentro de uma unidade de conservação e seqüestraram seus soldados. "A tática utilizada pela LCP para as emboscadas é certeira", admite um dos militares, mantido preso por sete horas. "Como são estradas de terras, no meio da floresta, eles derrubam árvores, que fecham o caminho. Quando as pessoas descem do carro para retirar a tora, são rendidas", diz E. S., militar da Polícia Ambiental, que recorre ao anonimato para se proteger. "Essa guerra é um câncer que está se espalhando pelo Estado", alerta Nascimento.
Assim como consta nos panfletos da Liga, os guerrilheiros postam homens em bases nos morros com binóculos e rojão para anunciar a "invasão" de sua área por "forças inimigas". Depois de sermos monitorados de perto por grupos de motoqueiros, durante os 38 quilômetros que levamos uma hora e meia para percorrer no território dominado pela LCP, ouvimos uma saraivada de rojões anunciando nossa presença. Estávamos próximos a uma base. O alerta serve também para que os homens armados se infiltrem na mata ocupando as barricadas montadas com grandes árvores nas cercanias dos acampamentos.
MORTE NO CAMPO
O agricultor Garcia foi morto com dois tiros na nuca. "Os guerrilheiros achavam que ele era um agente infiltrado na área da guerrilha", disse o delegado Iramar Gonçalves. Os líderes da LCP acusados de assassinato são Russo e Caco, foragido
"O fato é que não dá para observá-los, mas estamos sob sua mira", adverte o militar da Polícia Ambiental que nos acompanha. Na verdade, a PM Ambiental é a única força do Estado cuja presença ainda é tolerada pela guerrilha. A explicação é simples: com apenas oito agentes para cuidar de quase 900 mil hectares naquela região, eles não representam ameaça ao grupo. Antes, serão presas fáceis se assim os militantes o desejarem.
A BASE
Logo que o barulho dos rojões reverbera na imensidão da selva, as mulheres e crianças vestem seus capuzes e assumem a linha de frente. Quando se chega ao topo de um morro, depois de passar por uma barricada construída com o tronco de uma imensa árvore com a inscrição da Liga, avista-se uma bandeira vermelha tremular na franja de um acampamento de casas com cobertura de palha. Pouco tempo depois, outra barricada e chega-se a uma parada obrigatória. Do outro lado da porteira, transcorreu o seguinte diálogo com uma trupe maltrapilha, encapuzada e arredia.
- O que vocês vieram fazer aqui? - disse um nervoso interlocutor mascarado.
- Somos jornalistas e queremos saber o que vocês têm a dizer sobre a reforma agrária e a Liga dos Camponeses Pobres.
- Podem ir embora, não temos nada a dizer. Vocês só atrapalham.
- Quantas famílias estão nesta invasão?
- 300.
- Podemos falar com o líder de vocês?
- Aqui não existe líder, todos somos iguais.
- Por que vocês ficam mascarados?
- A máscara é nossa identidade.
- Vocês acreditam que podem fazer uma revolução?
- Não temos que dar satisfações à imprensa burguesa.
- De quem vocês recebem apoio?
- Não interessa.
- Podemos entrar no acampamento?
De forma alguma. Vão embora daqui!
Com colete à prova de balas sob a camisa, saímos da porteira do acampamento por uma questão de segurança e voltamos a percorrer de carro, numa estrada precária, mais uma hora e meia até o primeiro ponto de pedágio da LCP. "No ano passado, fomos presos por eles, éramos oito militares e eles tinham mais de 50 homens armados com metralhadoras", conta o sargento da tropa. "Não tem jeito, para resolver o problema com esse bando só com uma ação conjunta do Exército, da Polícia Federal e das forças do Estado."
TERROR O fazendeiro Sebastião Conte teve a sede, os tratores e seu plano de manejo incendiados. Os guerrilheiros não pouparam nem mesmo o posto da Polícia Ambiental, que foi destruído. Nos acampamentos, eles colocam crianças na linha de frente e usam capuzes
Ao voltar da área dominada pela LCP, fica claro, nas reservadas conversas com alguns poucos moradores dispostos a contar algo, que o terror disseminado pela guerrilha se mede pelo silêncio dos camponeses. Os revoltosos controlam a vida das pessoas, além de investigar quem é quem na região. Quem não "colabora" com eles - fornecendo dinheiro, gado ou parte da produção - vira alvo de ataques covardes. Histórias de funcionários das fazendas da região que foram colocados nus sobre formigueiros ou que apanharam até abandonar o local estão muito presentes na memória dos moradores. As torturas praticadas pelos bandoleiros contra trabalhadores rurais dificultam até contratação de mão-de-obra na região. "Ninguém quer trabalhar mais na minha fazenda", admite Sebastião Conte, proprietário de 30 mil hectares de terra. Ele teve parte de sua terra "tomada" há dois anos pela LCP, a sede da fazenda foi queimada, assim como seus tratores, alojamentos e área do manejo florestal. O fazendeiro, acusado pela Liga de ser um latifundiário, é prova de que o terror da guerrilha é igual para todos. Segundo ele, nos últimos dois anos, teve que enterrar três de seus funcionários. "Todos eles assassinados barbaramente", diz Conte. "Estou pedindo socorro. Não sei mais a quem recorrer."
Longe de lá, na cidade de Cujubim, os trabalhadores rurais empregados das fazendas não dispensam o porte de armas. "Aqui ou você anda armado ou está morto", diz M.L. O capataz da fazenda e seu filho já perderam a conta de quantas vezes trocaram chumbo com os mascarados que tentam invadir a fazenda. Tratados como paramilitares, os funcionários das fazendas são, depois dos fazendeiros, os alvos prediletos dos ataques da Liga. Nelson Elbrio, gerente da Fazenda Mutum, teve o azar de cair nas mãos da "organização". Ele foi rendido exatamente como os militares da Polícia Ambiental e ficou preso sob a mira de uma arma por seis horas. "Assim que eu fiz a curva na estrada dei de cara com uns 15 homens encapuzados e fortemente armados. Eles me tiraram do carro e a partir daí vivi um inferno", conta Elbrio. "Eles queriam que eu revelasse os segredos da fazenda: quantas pessoas trabalhavam lá, depósito de combustível, se tinha seguranças armados." O sofrimento do funcionário se estendeu até o final da tarde, quando o grupo o arrastou até a sede da fazenda, dando tiros de escopeta próximo a seu ouvido. Em seguida, o obrigaram a assisti-los incendiando a propriedade e os tratores. "Nunca mais dormi bem", diz Elbrio.
Com a morte à espreita, o medo transformou distritos inteiros em zonas despovoadas - verdadeiras vilas fantasmas - e criou uma massa de gente refugiada de sua própria terra, expulsa pela guerrilha. Em Jacilândia, das 25 casas de madeira da única rua do distrito, só oito estão habitadas. Até a igreja fechou suas portas. "O povo foi embora com medo dos guerrilheiros", conta um dos moradores, um ancião que só admite a entrevista sob o anonimato. "Aqui não podemos falar nada. Para ficar de pé tem que se aprender a viver", diz o velho agricultor. O silêncio e o abandono das terras são a mais dura tradução desse novo modo de viver. Maria, a mãe do agricultor assassinado, não esperou a missa de sétimo dia do caçula. Deixou para trás os 100 hectares, onde tinha 100 cabeças de gado e a casa recém-construída. Partiu para um lugar ignorado, sob a proteção de outro filho.
O SILÊNCIO
Naquele pedaço de terra, os poucos que, apesar de tudo, permanecem na área não têm rostos ou nomes. Quando interrogados pela polícia na apuração dos crimes, eles se tornam também cegos e surdos. "Não existe testemunha de nada", reclama o delegado Gonçalves. A razão das infrutíferas apurações policiais é que os insurgentes presos são facilmente liberados pela Justiça. "Como eles usam a tática guerrilheira do uso de máscaras em suas ações, nós ficamos de mãos atadas para puni-los. Nunca se sabe quem de fato matou", queixa-se o delegado. As únicas lideranças da LCP a enfrentar a prisão por causa de assassinatos foram Wenderson Francisco dos Santos (Russo) e Edilberto Resende da Silva (Caco), que se encontra foragido. Os dois foram acusados de participar do assassinato do trabalhador rural Antônio Martins, em 2003. Russo foi absolvido em primeira instância e os promotores recorreram da decisão ao Tribunal de Justiça.
A ABIN SABE
Essa tensão é o pano de fundo de uma guerra psicológica que os ideólogos da organização avaliam como a ideal para que a área seja abandonada pelos fazendeiros. "A melhor forma de desocupar a área é destruindo o latifúndio", nos disse um dos mascarados, chamado de Luiz por um colega. Na lógica da LCP, os fazendeiros têm que tomar prejuízo sempre, senão eles não abandonam a terra. À frente de 300 famílias da invasão da Fazenda Catanio, uma propriedade de 25 mil hectares, o guerrilheiro Luiz defende o confisco do gado para matar a fome dos invasores e considera que a "tomada" de terra é a forma legal de fazer uma "revolução agrária". "Se esperarmos a Justiça, ficaremos anos plantados aqui", diz ele.
A audácia dos militantes da LCP é tanta que no ano passado mais de 200 deles marcharam encapuzados pelas ruas do município de Buritis, a 450 quilômetros de Porto Velho, até parar na porta da delegacia, onde exigiram a saída do delegado Gonçalves da comarca. Motivo: ele tinha prendido um dos líderes da facção guerrilheira. Não satisfeitos, os bandoleiros bateram às portas do Ministério Público e da Justiça exigindo que os titulares dos órgãos também se afastassem. O fato foi reportado ao Ministério da Justiça, ao presidente Lula e ao governo estadual. Até agora, não houve nenhuma resposta. "Ninguém leva a sério nossas denúncias. Eles pensam que estamos brincando, que a denúncia de guerrilha é um delírio", indigna-se o delegado Gonçalves. "Isso vai acabar numa tragédia de proporções alarmantes, e aí sim vão aparecer os defensores dos direitos humanos", critica ele. É exatamente nessa desconsideração das denúncias de promotores, juízes e militares que a Liga ganha força e cresce impunemente.
Tão trágica quanto o terror que esse grupo armado impõe às comunidades rurais é o fato de os governos estadual e federal saberem da existência desse bando armado - e não fazerem nada. Segundo o Dossiê LCP, um relatório confidencial da polícia de Rondônia, com 120 páginas, encaminhado em dezembro passado à Agência Brasileira de Inteligência (Abin), ao Exército e ao Ministério da Reforma Agrária, o grupo armado, além de cometer todo tipo de barbaridade, é financiado por madeireiros ilegais. Conforme o documento, a LCP controla uma área estimada em 500 mil hectares, onde doutrina mais de quatro mil famílias de camponeses pobres espalhadas por mais de 20 assentamentos da reforma agrária distribuídos pelos Estados de Minas Gerais, Pará e Rondônia. "Eles estão na contramão do que é contemporâneo. Mas, de fato, formaram um 'Estado' paralelo", entende Oswaldo Firmo, juiz de direito da Vara especializada em Conflito Agrário do Estado de Minas Gerais.
FORÇA-TAREFA
Documentos em poder de ISTOÉ comprovam que as autoridades federais têm feito ouvidos de mercador para o problema. No dia 11 de janeiro de 2008, o ouvidor agrário do governo federal, desembargador Gercino José da Silva Filho, acusou o recebimento das denúncias encaminhadas a ele sobre as ilegalidades cometidas por integrantes da Liga dos Camponeses Pobres. Mais uma vez, nada foi feito. "Eles dizem que sabem de tudo, mas cadê a ação?", questiona o major Nascimento, comandante da Polícia Militar Ambiental de Rondônia. "Essa situação aqui só será resolvida em conjunto com outras forças militares", admite o major. Foi o que aconteceu no Estado do Pará, em novembro passado, na chamada Operação Paz no Campo, quando uma ação envolvendo o Exército, as polícias civil e militar e a Polícia Federal desocuparam um acampamento da LCP na Fazenda Fourkilha, no sul do Estado. Com dois helicópteros, 200 homens e 40 viaturas, a força-tarefa cercou o local, prendeu cerca de 150 militantes e recolheu um verdadeiro arsenal de guerra. "Precisamos da mão forte do Estado. Aqui somos tratados como cidadãos marginais", emenda o fazendeiro Sebastião Conte.
Arte na Ruina - Movimento Cultural
Na última Apresentação do Grupo Arte na Ruina, onde na oportunidade se fizeram presentes Daniel Zein Presidente da Fundação Elias Mansour e equipe da Instituição, a Senhora Queilah Diniz, Secretária de Promoção Cultural do Ministério da Cultura e representantes de diversos segmentos de produção cultural do Municipio de Xapuri, como sempre as apresentações do aludido Grupo causam sentimentos muitos peculiares de perplexidade e leva a uma profunda reflexão do ambiente como um todo, já que o mesmo leva os espectadores a uma viagem instrospectiva não somente da cultura local, mas da história de formação das lutas da sociedade civil dessa cidade que é repleta de situações que no minimo são enaltecedoras na formação da personalidade de cada xapuriense de natureza ou de coração.
No caso em epígrafe, oque se chama atenção é um grupo de jovens que pela sua diversidade na produção artisitca, haja visto que no grupo as expessões artiticas independentes na apresentação do espetáculo, forma um todo que leva ao pensamento crítico não só da tradição cultural xapuriense, mas da capacidade desses jovens de convirem com o diferente, com a diversidades das expressões contidas no próprio espetáculo.
E aproveitando a presença dessas personalidades e sempre lincado principalmente no que realmente as pessoas pensam, tomei a liberdade de conversar com o Presidente da Fundação Elias Mansour a cerca nao somente da apresentação mas do encontro de Planejamento idealizado pelo Instituto Chico Mendes com diversos gurpos Produtores Culturais do Municipio.
Terminada a apresentação do Grupo Arte na Ruina, qual é a sua impressao do espetáculo?
Fiquei surpreso no bom sentido, eu já tinha conhecimento do projeto, sabia que esses jovens já vinha se organizando no sentido de terem um espaço de apresentação e usaram experimentalmente esssa antiga delegacia para apresentrações na area da dança, da musica e de outras expressões artisticas mas buscando uma nova visão de impressionar o publico, mesmo sabendo do projeto tinha uma noção doque se tratava, mas não tinha noção da amplitude de que se tratava, quando me deparei com varias expressoes artisiticas que democraticamente convivem num mesmo ambiente, fiquei deveras impressionado em saber que após um dia de planejamento como o de hoje no encontro com produtores culturais do Município no sentido de elaboração de projetos de ações admnistrativas de como encaminhar as orientações e possiveis soluções apontadas para a cultura local, quais as perpectivas de financiamento, enfim, quando a gente ve o resultado de um trabalho produtivo e fecha o dia com uma apresentação desse tipo com jovens que buscam justamente orientar as discurssões num trabalho prático de produção cultural, temos a nitida impressão que estamos fazendo a coisa certa que é de planejar as ações desses agentes culturais e buscar incentivos viáveis através desssa pessoas que pelas suas expressões artísticas e culturais promovem uma conciencia agrupadora que promove a busca do simbolismo da tradições dos valores da comunidade, até mesmo oque é mais caro para o ser humano que é a cultura e como que a clareza dessa questaão possa alavancar novos potenciais artistcos, novas projeções de posturas culturais .
A Equipe da Fundação Elias Mansour esteve em Xapuri no dia de ontem, hoje e permanecerá até amanhã, realizando um planejamento estratégico para as ações culturais neste municicipio, e para o senhor como presidente da Fem, qual a sua expectativa em relação aos projetos de Xapuri e se por ventura já existe alguma definição para o municipio neste ano de 2008?
A expectativa é que seja bastante grande a apresentação de projetos a serem analizados pela Lei de Incentivo a Cultura, até mesmo pelas discurssoes que já foram realizadas, apesar de terem sido discutidos numa ambrangência reduzida, tendo em vista que teríamos maior efeito numa discurssão mais ampliada, como numa Conferência Municipal ou numa instância similar, que pudesse aferir ao setor público a responsabilidade na utilização dos espaços públicos, proporcionando uma participação efetiva da comunidade, interagindo de fato nas expressões que lhes são peculiares e portanto definindo realmente quais são suas reais necessidades das políticas públicas e que possam definir não somente as dificuldades mas a delimitação de como se pode atingir esses desejos, anseios, e essa oficina esse planejamento do Instituto Chico Mendes com a Fundação Elias Mansour e com o Ministério da Cultura é fundamental pra obtenção dessa realidade e se tornar mais crente para aquilo que o municipio precisa nessa área de cultura, é um planejamento reduzido por estarem um grupo especifico com a participação do Arte na Ruina e outros partícipes, mas já é um grande passo que abre oportunidade para outras situações que envolvam outras instâncias, setores, poder publico e agentes produtores culturais participem desses momentos, haja visto que a intenção da Fem é fazer com que se busque oque é melhor para o municipio na area cultural , principalmente na área das políticas públicas de maneira participativa.
Prof. Joscíres Ângelo
No caso em epígrafe, oque se chama atenção é um grupo de jovens que pela sua diversidade na produção artisitca, haja visto que no grupo as expessões artiticas independentes na apresentação do espetáculo, forma um todo que leva ao pensamento crítico não só da tradição cultural xapuriense, mas da capacidade desses jovens de convirem com o diferente, com a diversidades das expressões contidas no próprio espetáculo.
E aproveitando a presença dessas personalidades e sempre lincado principalmente no que realmente as pessoas pensam, tomei a liberdade de conversar com o Presidente da Fundação Elias Mansour a cerca nao somente da apresentação mas do encontro de Planejamento idealizado pelo Instituto Chico Mendes com diversos gurpos Produtores Culturais do Municipio.
Terminada a apresentação do Grupo Arte na Ruina, qual é a sua impressao do espetáculo?
Fiquei surpreso no bom sentido, eu já tinha conhecimento do projeto, sabia que esses jovens já vinha se organizando no sentido de terem um espaço de apresentação e usaram experimentalmente esssa antiga delegacia para apresentrações na area da dança, da musica e de outras expressões artisticas mas buscando uma nova visão de impressionar o publico, mesmo sabendo do projeto tinha uma noção doque se tratava, mas não tinha noção da amplitude de que se tratava, quando me deparei com varias expressoes artisiticas que democraticamente convivem num mesmo ambiente, fiquei deveras impressionado em saber que após um dia de planejamento como o de hoje no encontro com produtores culturais do Município no sentido de elaboração de projetos de ações admnistrativas de como encaminhar as orientações e possiveis soluções apontadas para a cultura local, quais as perpectivas de financiamento, enfim, quando a gente ve o resultado de um trabalho produtivo e fecha o dia com uma apresentação desse tipo com jovens que buscam justamente orientar as discurssões num trabalho prático de produção cultural, temos a nitida impressão que estamos fazendo a coisa certa que é de planejar as ações desses agentes culturais e buscar incentivos viáveis através desssa pessoas que pelas suas expressões artísticas e culturais promovem uma conciencia agrupadora que promove a busca do simbolismo da tradições dos valores da comunidade, até mesmo oque é mais caro para o ser humano que é a cultura e como que a clareza dessa questaão possa alavancar novos potenciais artistcos, novas projeções de posturas culturais .
A Equipe da Fundação Elias Mansour esteve em Xapuri no dia de ontem, hoje e permanecerá até amanhã, realizando um planejamento estratégico para as ações culturais neste municicipio, e para o senhor como presidente da Fem, qual a sua expectativa em relação aos projetos de Xapuri e se por ventura já existe alguma definição para o municipio neste ano de 2008?
A expectativa é que seja bastante grande a apresentação de projetos a serem analizados pela Lei de Incentivo a Cultura, até mesmo pelas discurssoes que já foram realizadas, apesar de terem sido discutidos numa ambrangência reduzida, tendo em vista que teríamos maior efeito numa discurssão mais ampliada, como numa Conferência Municipal ou numa instância similar, que pudesse aferir ao setor público a responsabilidade na utilização dos espaços públicos, proporcionando uma participação efetiva da comunidade, interagindo de fato nas expressões que lhes são peculiares e portanto definindo realmente quais são suas reais necessidades das políticas públicas e que possam definir não somente as dificuldades mas a delimitação de como se pode atingir esses desejos, anseios, e essa oficina esse planejamento do Instituto Chico Mendes com a Fundação Elias Mansour e com o Ministério da Cultura é fundamental pra obtenção dessa realidade e se tornar mais crente para aquilo que o municipio precisa nessa área de cultura, é um planejamento reduzido por estarem um grupo especifico com a participação do Arte na Ruina e outros partícipes, mas já é um grande passo que abre oportunidade para outras situações que envolvam outras instâncias, setores, poder publico e agentes produtores culturais participem desses momentos, haja visto que a intenção da Fem é fazer com que se busque oque é melhor para o municipio na area cultural , principalmente na área das políticas públicas de maneira participativa.
Prof. Joscíres Ângelo
quinta-feira, 27 de março de 2008
Conferência Estadual de Juventude é realizada a partir desta quinta

Um amplo espaço para discussão sobre ações e políticas para a juventude se abre a partir desta quinta-feira, 27, em Rio Branco. A cerimônia que dá início à 1ª Conferência Estadual de Juventude reúne a partir das 17 horas na Escola Estadual Armando Nogueira, 275 delegados dos municípios e da Capital do Acre, além de representantes de organizações governamentais e gestores que atuam na elaboração e difusão de políticas públicas para a juventude. Mas o evento quer incluir também no debate, profissionais de setores diversos.
Em todo o Estado, as conferências municipais reuniram entre 1,5 mil e 1,8 mil pessoas. Cada conferência trabalhou alternadamente eixos temáticos propostos pela Conferência Nacional de Juventude, a ser realizada entre os dias 27 e 29 de abril em Brasília. O resultado desses debates culminará na elaboração de um documento base que será apresentado pela equipe de delegados acreanos, cuja eleição ocorrerá durante o encontro.
Rodas de diálogo - Seis Rodas de Diálogo estão previstas para serem realizadas na sexta-feira, 28, apresentando temas como mídia, participação política, trabalho e conselho de juventude. O reitor da Universidade da Juventude, Alessandro De Leon conduz uma dessas rodas de diálogo durante a qual relata sua experiência como consultor do Plano Estadual de Juventude do Estado de Pernambuco e contextualiza o Plano de Juventude do Acre.
Mais de 1,5 mil pessoas discutiram 13 eixos temáticos propostos pela Conferência Nacional de Juventude no Acre
A conferência é uma das etapas de construção do plano que inclui ainda os diagnósticos técnico da condição juvenil no Acre e de ações do Governo do Estado. "Por este motivo é importante a participação de outros setores nos debates públicos para que profissionais de diferentes áreas, que não tenham relação direta com a juventude, possam contribuir com idéias", destaca o assessor especial de juventude, André Kamai.
Assinar:
Postagens (Atom)