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terça-feira, 1 de julho de 2008

É pra Desenvolver ou é pra Preservar????


Como agora virou mania escrever sobre desenvolvimento sustentável, preservação ambiental, mas que pouco se tem a respeito registrado para facilitar um debate coeso e que permita novas idéias e que os leigos como eu possa viabilizar discursões no intuito de buscar novos questionamentos e por consequinte novos conhecimentos. Muito se fala em intituições ecologicamente corrretas, em preocupação social, mas que diabos é isso mesmo? hoje numa breve conversa entre amigos discutimos o elo entre desenvolvimento e preservação, e pude constatar que ao longo do tempo, as organizações (entidade que serve à realização de ações de interesse social, político, administrativo etc.; instituição, órgão, organismo, sociedade) tornaram-se cada vez mais complexas e numerosas, aumentando, conseqüentemente, os impactos no meio ambiente e na vida das pessoas. De fato, quanto maiores e mais numerosas forem às organizações, maiores e mais complexos tornam-se os recursos necessários a sua sobrevivência.

Sempre existiu no decorrer da história da humanidade modos de se administrar organizações, desde os mais simples até os mais complexos. O momento atual é marcado, de forma profunda, pela necessidade de mudanças globais e pela busca de novos caminhos que conduzam à manutenção do crescimento econômico para atender a toda a população mundial com uma disponibilidade de bens compatíveis com a dignidade humana, sem, entretanto, esgotar os recursos naturais. Sendo assim, impulsionada pela necessidade de novos valores, a sociedade se reorganiza e se transforma. Vive-se o limiar de uma nova era, está-se assistindo, ao que tudo indica, ao surgimento do mundo pós-capitalista, da sociedade do conhecimento e das organizações.

O centro de gravidade dessa sociedade é diferente daquele que dominou os últimos 250 anos e definiu as questões ao redor das quais se cristalizaram partidos políticos, grupos, sistemas de valores sociais, compromissos sociais e políticos (DRUCKER, 1999).

O período atual é de transição, momento este propício para ação, pois a sociedade passa por mudanças em seu conjunto simbólico instituído. O futuro está sendo delineado. A sociedade do amanhã depende das respostas que serão dadas aos desafios apresentados pelo pós-capitalismo, entre eles destaca-se a busca pelo "desenvolvimento sustentável".

Constata-se a cada dia o aumento da conscientização pelos diferentes segmentos sociais, quanto à necessidade de mobilização, buscando-se reverter a crise ambiental que hoje se vivência.

Verifica-se em todo o mundo um crescimento do número de organizações, que compreende a interligação entre as questões ambientais e o processo produtivo, assumindo que suas atividades geram poluição e degradação ambiental.

Ao observar o desenrolar da historia da humanidade, podem-se constatar profundas mudanças no sistema produtivo a partir do advento da Revolução Industrial, em que se engendrou o contexto industrial, tecnológico, social, político e econômico de situações, problemas e variáveis, a partir do qual teria se iniciado a mecanização dos processos, bem como a possibilidade de produzir bens em maior quantidade.
Inaugura-se assim uma nova era, em que progressivamente as regras passam a ser ditadas pela tecnologia e pelo conhecimento, gerando novo padrão de desenvolvimento, que engloba sucessivamente a evolução das relações de trabalho, a busca da qualidade de produtos, processos e serviços, tendo como principal conseqüência uma forma dinâmica de se gerenciar os processos produtivos.

Com o decorrer das décadas, constata-se que, a priori, as empresas direcionavam-se para a produção, buscando a racionalização dos processos, em seguida para as vendas, visando novos mercados, concentrando sua energia na modificação da mentalidade do cliente, de modo a adaptá-lo ao produto. Essa abordagem vem se modificando com o desenvolvimento tecnológico e o aumento da competição, levando as empresas a trilhar o caminho que as leva cada dia mais próximas dos anseios de seus clientes.

A preocupação com a qualidade do meio ambiente surgiu de forma mais consistente nos anos 1960. Assiste-se então a uma crescente busca da sociedade por qualidade de vida, questão que envolve a preocupação ambiental. Vale destacar que o desenvolvimento econômico-social, tecnológico e ambiental, a cada patamar evolutivo, sempre esteve intimamente entrelaçado, influenciando-se mutuamente. Entretanto, o modelo de desenvolvimento adotado durante as últimas décadas entendia crescimento e desenvolvimento econômico como sinônimos, não conseguindo produzir riqueza sem gerar pobreza. Tal modelo tem agravado a situação da humanidade, uma vez que se assistiu ao aprofundamento das desigualdades nos mais diversos âmbitos.

Desenvolvimento implica em mudança ou transformação relacionada à estrutura econômica e social. Com o desenvolvimento, têm-se avanços no bem-estar, preservação e melhorias nos direitos e liberdades, auto-estima e respeito próprio. Desse modo, desenvolvimento econômico é um conceito muito mais amplo que crescimento econômico, o qual representa somente o incremento do Produto Interno Bruto (PIE) per capita (PEARCE et al., 1994).

Durante décadas acreditou-se que o crescimento econômico proporcionaria melhores condições de vida para a sociedade. Mas, no entanto, o que se passou a perceber é que o crescimento econômico desenfreado estava causando danos preocupantes aos ecossistemas. Assim, gradativamente surge um novo paradigma, devido à "reviravolta nos modos de pensar e agir" proporcionada pelo "crescimento da consciência ecológica na sociedade, no governo e nas próprias empresas, que passaram a incorporar essa orientação em suas estratégias" (DONAIRE, 1999).

Para Hunt e Auster (1990), este novo enfoque que busca a prevenção da poluição é resultante da legislação ambiental cada vez mais rigorosa, das crescentes despesas com o tratamento, licenciamentos e multas dos órgãos reguladores, dos altos custos com o tratamento de resíduos e da pressão dos cidadãos, especialmente do mercado internacional, que cobra por maior qualidade ambiental.

Vivencia-se então um momento de transição, em que se articula o surgimento de um consenso quanto à necessidade de se incentivar o uso racional da natureza. Os grandes problemas ambientais passam a ser encarado como questão mundial, a partir da constatação que eles produzem efeito global.

A nova visão da relação meio ambiente/sociedade implica na busca da qualidade ambiental como imperativo para as empresas, que gradativamente assumem a responsabilidade de seus processos produtivos. De fato, existe tendência para se reconhecer que, ao utilizar os recursos naturais, os processos produtivos que transformam as matérias-primas em bens de consumo resultam em danos ao meio ambiente e, conseqüentemente, a sociedade também sofre prejuízos.

Pode até ser que eu esteja enganado, mas como é dificil compreender.. não????

CURSOS DE DIREITO: MERCADORES DE ILUSÃO?

..."O estado do Acre, por exemplo, dispõe, atualmente, de 320 vagas/ano autorizadas para cursos de Direito, distribuídas em três cursos. Pois, neste mesmo Acre...140 bacharéis se inscreveram ao Exame da OAB e apenas 34 foram aprovados na primeira fase...gerando eficácia a apenas 10,6% das vagas oferecidas naquele Estado e 24,3% dos bacharelados concluídos"

Matemática da aprovação: No Exame da Ordem, a lógica está com OAB (*)


por Ivanildo Fernandes

Qual a relação entre o crivo do Exame da Ordem e a autorização de vagas, pelo Poder Público, nos cursos jurídicos? Nesse campo, praticam-se logísticas de forças opostas, quanto às finalidades. O Poder Público autoriza vagas em cursos de Direito, mas a eficácia e validade dos estudos ali realizados não dependem da emissão e registro de diplomas, como indica o artigo 48 da Lei 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) [1].

Nessa moldura, vimos comentar o recente Exame da OAB, que teve sua Prova Objetiva realizada no início de 2008, apresentando facetas muito interessantes ao debate acadêmico. A primeira foi a comprovada capacidade da OAB realizá-lo de forma unificada em todo país, salvo algumas seccionais que ainda não aderiram a essa forma, entre elas a de São Paulo. A segunda refere-se à incapacidade dos inscritos atingirem pontuações expressivas. Aliás, seria interessante conhecer o número de candidatos que já praticou a excentricidade de atingir 100 pontos.

Os dados, tabulados a seguir, evidenciam quão insignificantes é o número de bacharéis que ultrapassou o limite de 75 pontos; a barreira dos 90 pontos somente foi rompida por bacharéis da Bahia e de São Paulo. Neste, apenas 2 candidatos conseguiram superar esta baliza, atingindo, respectivamente, 91 e 92 pontos. Porquanto que na Bahia, apenas um candidato superou este limite, obtendo 93 pontos. Noutro pólo, saltam aos olhos a robusta quantidade de candidatos que integra a faixa entre os 51 e 75 pontos, conforme gráfico 1 (veja acima no início do texto) e quadro 1 — Distribuição da pontuação obtida pelos bacharéis inscritos no Exame da OAB-2008 (ao lado).

Mas, não é apenas a distribuição da pontuação, entre os candidatos aprovados, que merece atenção. Quando se compara a massa de candidatos aprovados com a de “não aprovados”, o resultado mostra a questão mais reveladora quanto à influência do Exame da OAB no universo acadêmico e profissional.

Qual seja, haverá lógica no número de vagas para os cursos jurídicos [2], se o mesmo Poder Público que as autoriza admite que a eficácia dos estudos estará condicionada ao sucesso dos bacharéis no Exame da entidade de classe? Observe-se que, segundo dados do MEC, no Censo da Educação Superior para 2001 [ano que, em tese, a maioria dos examinandos estava ingressando nas instituições], 138.095 vagas foram oferecidas para um total de 565.690 candidatos aos cursos jurídicos, destes, 109.423 ingressaram nesses cursos. Cinco anos depois, em 2006, 79.181 alunos concluíram seus estudos.

Todavia, o final do curso significa que esses egressos trilharam, apenas, meio caminho no seu itinerário acadêmico, haja vista que a meta da maioria é a advocacia. Para tanto, a Ordem é o maior dos obstáculos, pois, no recente Exame [3], somente 26.093 bacharéis, de um total de 60.505 candidatos, foram aprovados na primeira fase do Exame, o que representa 23,8% do total de alunos ingressantes em 2001 e 33% dos concluintes de 2006. Como se vê, há um número de bacharéis, na Ordem de 70%, que ainda têm um longo caminho pela frente, alguns nunca serão membros da tão almejada agremiação profissional.

Ainda no que se refere à escala de pontuação, o gráfico 2 ( Clique aqui para ver) a seguir pretende demonstrar que a quantidade de candidatos aprovados, na faixa acima de 75 pontos, torna-se quase imperceptível quando comparada à totalidade dos examinandos.

A entrada de candidatos nas vagas dos cursos jurídicos, em 2001, e a saída daqueles que conseguiram concluir o curso de Direito em 2006, apresenta uma diferença gigantesca; mas ela era abismal se compararmos esses candidatos de 2001 com os aprovados na primeira fase do Exame da OAB-2008. É o que nos demonstra o gráfico 3 (ao lado).

Que interpretação se pode fazer destes dados? A mais obvia é que uma massa gigantesca de bacharéis simplesmente não consegue ultrapassar o limite dos 75 pontos. Ora, se o Exame pretende mensurar a qualidade do ensino, por meio dos pontos obtidos, a robusta maioria dos bacharéis possui capacidade cognitiva medíocre, ou mediana, para sermos mais elegantes, como bem demonstra o gráfico 1.

Não é razoável acreditar que a Bahia, berço do ensino superior no Brasil, tem apenas dois bacharéis com capacidade para superar o limite de 90 pontos e São Paulo, atual meca do ensino superior, apenas um bacharel com tal capacidade. Bem assim, que nenhum outro estado possua bacharéis com capacidade para ultrapassar tal limite. Nem se fale dos 100 pontos, que na acepção do Exame representaria a qualidade total de um curso, ou conceito 5, na escala do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), conforme artigo 32 da Portaria MEC 2.051/2004. Aparentemente inatingível a qualquer examinando.

Haverá mesmo um contra-senso na lógica adotada pelo Poder Público, quando autoriza determinado número de vagas e, ao mesmo tempo, vincula a eficácia dos estudos ali realizados ao Exame de uma agremiação profissional? Que leitura se deve fazer do enunciado do artigo 48 da LDB, à luz do inciso IV, do artigo 8º [4] da Lei 8.906/1994? A primeira, determina que a validade nacional dos estudos decorre de diploma registrado; a segunda, que sua eficácia decorre do sucesso no Exame da Ordem.

Por acaso, ainda vigoram os métodos clássicos de superação de conflitos: hierarquia, mediante o qual “lei superior derroga lei inferior”; cronologia, determinando que “lei posterior derroga lei anterior” ou especialidade, indicando que “lei especial derroga lei geral”.

Mas não é só isso. Que leitura se deve fazer, também, do enunciado do inciso XIII, artigo 5º da Constituição Federal de 1988, ao indicar que é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer? Ao refletir sobre esta questão, lembre-se que todas as Instituições de Ensino Superior, que oferecem cursos de Direito, são obrigadas a manter estágios, para fins da citada qualificação profissional, acreditados/reconhecidos pela OAB, conforme artigo 9º, § 1º, do Estatuto da OAB, transcrito abaixo. Ora, a realização destes dois anos de estágios, sob a supervisão da soberana Ordem, já não configuraria a qualificação de que trata a Magnânima Cártula?

“O estágio profissional de advocacia, com duração de dois anos, realizado nos últimos anos do curso jurídico, pode ser mantido pelas respectivas instituições de ensino superior pelos Conselhos da OAB, ou por setores, órgãos jurídicos e escritórios de advocacia credenciados pela OAB, sendo obrigatório o estudo deste Estatuto e do Código de Ética e Disciplina.”

Atente-se, ainda, que o Conselho Nacional de Educação do MEC [5] reconhece o estágio curricular como Prática Jurídica e não somente como Prática Forense, o que torna o estágio um ambiente de preparação abrangente, muito além das típicas peças processuais do advogado. Aliás, não será demais lembrar que foi no estágio que a OAB encontrou o gancho para exigir a realização do Exame, ora compulsório a todos os bacharéis que desejarem se tornar advogados. Dizia o artigo 68, parágrafo único, da Lei. 4.024/1961 (a primeira LDB brasileira) que:

“Os diplomas que conferem privilégio para o exercício de profissões liberais ou para a admissão em cargos públicos, ficam sujeitos ao registro no Ministério da Educação e Cultura, podendo a lei exigir a prestação de exames e provas de estágio perante os órgãos de fiscalização e disciplina das respectivas profissões.”

Atente-se que, em princípio, a Lei indicava um possível exame para estágio que na atual Lei 8.906/2004 evoluiu para exame vestibular obrigatório ao exercício da profissão de advogado. Revogado pelo Decreto-Lei 464/1968, este enunciado obteve nova roupagem no artigo 27 da Lei 5540/1968:

“Os diplomas expedidos por universidade federal ou estadual nas condições do artigo 15 da Lei nº 4.024 (*), de 20 de dezembro de 1961, correspondentes a cursos reconhecidos pelo Conselho Federal de Educação, bem como os de cursos credenciados de pós-graduação serão registrados na própria universidade, importando em capacitação para o exercício profissional na área abrangida pelo respectivo currículo, com validade em todo o território nacional”

Leia-se, na parte final do referido artigo, que o diploma registrado, à época, encerrava, em si, a capacitação para o exercício profissional, hoje vinculada à realização do Exame da OAB. Mas, na atualidade, é incontestável que a qualificação profissional, necessária ao livre exercício da advocacia, é assimilada no estágio, devidamente acreditado pela OAB.

Os números mostram que o Exame da OAB reveste-se, única e exclusivamente, de natureza restritiva; senão para reserva profissional. Sua verdadeira natureza, salvo juízo mais iluminado, é limitar ou anular a eficácia das vagas autorizadas pelo Poder Público e, conseqüentemente, imprimir, a partir do idioleto impresso em seu Estatuto e provimentos, um regime de validade da formação/estudos diferente daquele disposto no artigo 48 da LDB, para além das exigências desta, e do Conselho Nacional de Educação. Nesse propósito, a OAB atua com uma logística imbatível.

Para ilustrar, vejamos os seguintes dados: o estado do Acre, por exemplo, dispõe, atualmente, de 320 vagas/ano autorizadas para cursos de Direito, distribuídas em três cursos [6]. Pois, neste mesmo Acre, que possui este número limitado de vagas, 140 bacharéis se inscreveram ao Exame da OAB e apenas 34 foram aprovados na primeira fase, Prova Objetiva, gerando eficácia a apenas 10,6% das vagas oferecidas naquele Estado e 24,3% dos bacharelados concluídos.

Agora vejamos o caso de um estado, com quantidade de vagas e bacharelados concluídos bem mais expressivos que o Acre. Na Bahia, que obteve a maior nota nessa fase do Exame, existem 56 cursos de Direito autorizados, ou criados com base na autonomia universitária; neles, há 9.120 vagas/ano à disposição.

Entretanto, consideraremos apenas as vagas disponíveis nos cursos criados até dezembro de 2001, tendo em vista os cinco anos necessários à integralização de um curso de Direito. Assim, restaram somente 1.830 vagas. Porém, lá, 2.446 bacharéis se inscreveram ao Exame da OAB-2008 e destes, 959 foram aprovados na 1ª fase do referido Exame, ou seja, 39,2% do total de inscritos, representando 52,4% do total de vagas disponíveis na Bahia em 2001. Noutro estremo, no Amapá, que teve 99 bacharéis inscritos no Exame da OAB, 14 foram aprovados na primeira fase. Observe-se que nesse estado, em 2001, apenas 285 vagas/ano estavam disponíveis, assim, os 14 bacharéis aprovados representam 4,9% das vagas de 2001 e 14,1% dos bacharéis inscritos no Exame de 2008.

De tal forma, a lógica do Exame da OAB aparenta-nos inversa à lógica do Poder Público, não sendo correto afirmar a quem assiste razão. Mas, enquanto esse autoriza vagas e verifica a qualidade exigida pelo artigo 209, II, da CF/88, mediante o rebuscado Sinaes, instituído pela Lei 10.861/2004; aquela restringe a eficácia de todo esse aparato normativo, avaliativo e de supervisão pelo crivo de seu exame. Aliás, ninguém questione a eficácia do “Selo de Qualidade” que a OAB divulga desde 2001, denominado “OAB Recomenda”, recomendando publicamente uma lista de cursos e deixando à margem outros que o MEC e CNE aprovaram sem obstáculos, porque, segundo a Ordem, o CNE atua “desprezando os argumentos da Comissão de Ensino Jurídico do Conselho Federal da OAB (CEJU),” e porque o mesmo Colegiado “não leva em conta a necessidade social de criação do curso.”

____________

[1] Artigo 48. Os diplomas de cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão validade nacional como prova da formação recebida por seu titular.

[2] Fonte: MEC/INEP, disponível em no site do Inep. Cursos autorizados pelo Poder Público, nesta acepção, incluem, também, os cursos criados com base na autonomia universitária.

[3] Dados referentes ao terceiro Exame unificado da OAB 2007, bem assim, no 134º Exame OAB-SP, 45º Exame da OAB de Rondônia, de Minas Gerais e de Rio Grande do Sul.

[4] Artigo 8º Para inscrição como advogado é necessário: IV — aprovação em Exame da Ordem.

[5] Parecer CNE/CES 211/2004, Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Direito.

[6] Disponível no site do Inep.

Conjur

Sobre o autor
Ivanildo Fernandes : é membro do Observatório Universitário, núcleo de pesquisa empenhado em analisar a regulação do ensino superior. www.databrasil.org.br

(*) Originalmente publicado na revista Consultor Jurídico

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Emburrificando a Sociedade Brasileira

Para quem me conhece, sabe que rarissimas vezes fico no mais puro ócio, porém neste final de semana tirei um tempo para mim mesmo, e o que gralemnte não faço é ligar a televisão e ficar procurando uma programação na tv aberta, programação esta com no mínimo um conteúdo rasoável para quem está interessado em se divertir, mas também aprender alguma coisa.

Primeiraemnte já me deparei com o SBT numa chamada pedindo aos espectadores que não assitam jornal nem da Globo, muito menos da Record, para assistirem seus programas que transmitem uma futilidade imbecilizada de proporções faraônicas. É como se a emissora se empenhasse em incentivar as pessoas a ficarem alheias aos acontecimentos do cotidiano. É imconcebível esse tipo de aculturação. mas já que estamos falando do SBT, fico a imaginar qual é a mensagem transmitida pelos programas burlescos do Silvio Santos, jogando dinheiro para a platéia, o Gugu explorando a esgraça alheia, enfim lixo televisivo.

Mudei de canal - Globo - me decepcionei, o padrão globo de qualidade se transformou em padrão besteirol de qualidade, quando não estão falando da vida dos vips e bastidores das novelas da própria emissora, está o Faustão com seus jardões que ninquem merece, fora que a qualidade dos filmes é péssimos da época da tv preto e branco, que isso executivos globais??? final de semana também é momento de absorção de conhecimento, lixo televisivo é para emissoras pequenas, agora a Terceira maior do mundo entrar nessa área ai já é demais.

Tive coragem de ver a band, com os repetecos de sempre e agora querendo iniciar com os talk shows, é de matar.

A rede Record, vai do sagrado ao intenso profano, me parece que o Bispo Edir Macedo tá pouco se lixando para os seus fiéis, já que a recordo inicialmente na aquisição pela Universal tinha esse fim - evangelizar - mas agora ninguem merece um bando de mutante, gente despreparada a frente dos programas, fora as gafes, é bons tempos os que a record só tinha programas evangelicos.

A redeTV, nem se fala por que quando cachorro se torna mais importante do que ser humano, ai eu me suicido, pelo amor de Deus procurem oque fazer. Luiza Mel, não imbeciliza ainda o povo brasileiro.. não.. por favor!!!

Nossa cansei, pequei um dvd e fui assitir....

E depois ainda reclamam da qualidade do Jornal de Xapuri..kkkkkkkkkkk

Definição política em Xapuri!!!!

Pra quem estava achando que as o clima em Xapuri estava ameno na área política se preparem porque agora de fato e de direito começaram as disputas eleitorais para a Prefeitura de Xapuri!!!

Teremos quatro opções basicas, Manoel Moraes e Mirco Soares(PSB-PP), Ubiracy e Eriberto Mota, Vanderley e Iara (PPS-DEM) e Marcinho Miranda e Graciano (PSDB-PMDB) todos já devidamente aprovados nas respéctivas convenções. agora me resta saber e alfinetar alguns pontos.

Manoel Moraes e Mirco Soares- resta saber que o empresário Manoel e Também funcionário publico aquentará as pressões costumeiras da turma do poder, que frequentemente, deitam e rolam nos momentos políticos, pelo menos uma coisa pode-se dizer que interessado em negociar até agora ele mostrou que nao está, pelo que vi na convenção da coligação também está disposto agregar diferentes lideranças em prol de sua candidatura. Também temos que aceitar que o PSB foi muito estrategista, já que enquanto o Sr4. Manoel congrega votos de uma turma mais intelectualizada e com maior compreensão da situação atual, o sr. Mirco busca votos da zona rural, principalemnte dos pecuaristas e da maçonaria, que é inegável que pelo respaldo como venerável deverá conciliar os irmaos em torno de sua candidatura.

Ubiracy e Eriberto Mota- A priori já parabenizo a turma do PT Xapuriense e também do PC do B, que pelo menos dessa vez aparentemente não foram cordeirinhos dos cartolas de Rio Branco na imposição de candidaturas, decidiram com a base oque seria melhor para o partido. porém contra os candidatos ainda pesa a administração passada, não exclusivamente pelo Julio Barbosa por quem tenho grande respeito, mas pela turma que se instalou na época, e que de certo tanto o Ubiracy quanto o Eriberto de certo terão que gastar muito tempo para convencer a população mais esclarecida de que uma possivel vitória nao se consubstanciaria no retorno dessa galera. Outra coisa que nao se pode deixar de falar é que pelo menos os petistas são fiéis, quanto ao seu voto, logo é uma chapa forte.

Marcinho Miranda e Graciano- A grande surpresa da atualidade, pouquissimas pessoas apostaram que a possivel candidatura dessa Chapa sobreviveria até as convenções, coisa que nao aconteceu comigo. Avaliando sao nomes bons, sem mácula politica une tradição e experiência profissional, demonstraram grande poder de absorção de diferentes camdas na convenção, consequiram trazer figuras de respaldo politico na homologação de suas candidaturas, enfim estão demonstratando que nao estão para brincar. duas coisas porém devem ser observadas primeiramente a questao do vice, amigo pessoal de minha pessoa por quem tenho grande admiração, e sei que é profisisonal com uma brilhante carreira e com nenhum sinistro na sua trajetória de vida, mas que é pouco conhecido pela população, apesar de ser xapuriense, coisa que acredito que ele está disposto a mudar, quanto ao Marcinho acredito que ele deve ser mais rebelde, já que está sendo metralhado por outros grupos politicos e até agora se manteve numa postura de estranha calma.

Vanderley e Iara- Sem comentários, primeiro porque representa o continuísmo e depois um fato de extrema relevância que o vanderley não está levando em consideração é o discurso, que não mudou das eleições passadas, nãoa adianta posição ofensiva, agora ele é vidraça e tem tres grandes pedras em sua direção. A dupla congrega votos do funcionalismo der serviços prestados, muitos das pessoas mais tradicionais do municipios e de familias beneficiadas por obras nos bairros periféridos, porém em contraposição afasta os funcionários da educação da turma mais esclarecida, é ver quanto tempo vai durar a amizade da dupla. agora uma coisa que eu nao posso deixar de falar é que o Seu Tiãozinho vai ter que morder a lingua e mudar o discurso de ódio que fazia contra o vanderley nos ultimos anos.

Bem, fica de fora o PV que até agora não mostrou a que veio, mas segundo comentários lançariam no final da tarde de hoje o nome do Professor João Jorge à chapa majoritária.

Agora é só esperar as peripécias da politica xapuriense!!!

Quem quer ser milhionário????

O concurso 983 da Mega-Sena previsto para a quarta-feira (2) deverá sortear o maior valor da loteria já pago neste ano. Serão R$ 23 milhões, conforme estimativa da Caixa Econômica Federal.

O novo valor das apostas já está em vigor. Ele passou de R$ 1,50 para R$ 1,75 a partir de domingo (29). Com isso, segundo a Caixa, a previsão é que o valor dos prêmios também aumente.

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 982 da Mega-Sena realizado no sábado (28). Os números sorteados foram 08, 12, 24, 40, 43 e 49.

No sorteio de sábado, 125 apostadores acertaram a quina, que pagará R$ 14.102,62. A quadra teve 8.510 ganhadores e vai pagar R$ 207,1

'Lei seca' leva quase 300 motoristas à prisão nas estradas federais

Número é considerado alto pela Polícia Rodoviária Federal.
Minas Gerais e Rio Grande do Sul lideram 'ranking'.
Do G1, em São Paulo, com informações da Globo News


Quase 300 motoristas foram presos nas estradas federais, por suspeita de embriaguez, nos primeiros dez dias da nova "lei seca ". A nova lei entrou em vigor em 20 de junho e proíbe o consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica por condutores de veículos.

Quem for pego dirigindo depois de beber está sujeito à multa de R$ 955 e à suspensão da carteira de habilitação por 12 meses, além da prisão. Antes, era permitida a ingestão de até seis decigramas de álcool por litro de sangue (o equivalente a dois copos de cerveja).

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 296 motoristas que estariam embriagados foram detidos e 369, multados. O número é considerado alto. "Apesar do endurecimento da legislação, o que se percebe é que grande parte dos motoristas ainda não se conscientizou que álcool e direção definitivamente não combinam", disse o diretor da PRF, inspetor Hélio Cardoso Derenne.

O estado que teve o maior número de prisões foi Minas Gerais (53), seguido do Rio Grande do Sul (42), Santa Catarina (32) e Paraná (26).

As restrições ao consumo de bebida alcoólica valem também para motoristas dentro das cidades.


Operação Grau Zero
No último fim de semana, a PRF organizou a Operação Grau Zero, para intensificar a fiscalização de motoristas suspeitos de embriaguez. Das 21h de sexta-feira (27) até as 6h de domingo (29), 189 condutores foram presos e 255, multados.

A Polícia Rodoviária informa que continuará fiscalizando a ingestão de bebida alcoólica. Para isso, conta com 500 aparelhos de medição de álcool, que são usados em 400 postos. A intenção da corporação é fornecer um equipamento desse tipo para cada um dos 2 mil carros em dois anos.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Vixe!!! Olho Gordo pra cima de mim não!!!!!!!!!

Sei que as vezes sou causador de intrigas emal estar qunado falo alguma coisa, se escrevo contra alguns celebres conhecidos da palaciana politica xapuriense me criticam se reproduzo as noticias já publicadas também me criticam. cometi um tamanho erro em algumas noticias extraidas de alguns jornais de circulação no estado e nao dar o devido crédito, coisa que agradeço ao caro Altino MAchado por me lembrar, já que sua experiencia é imensamente maior que a minha e muito grato fiquei pela dica. Agora em cima do comentário do Nobre Altino alguns Inergumenos abastardos de inteligencia virem tirar proveito ai já é demais!!! Vão crescer vão..

Interessante que lembrei-me de um artigo escrito por Reinaldo Polito Fuja do olho gordo, bastante interessante e que resumidamente é propicio ao momento, ele escreve que Inveja, olho gordo, seca pimenteira. Xô, Satanás. Longe de mim essa gente que não se conforma com o sucesso e o bem-estar dos outros.

e eu acrescento que pessoas invejosas são como ervas daninhas -brotam e proliferam em qualquer cantinho. Bastou aparecer alguém se dando bem na vida para despertar à sua volta esse sentimento que além de ser rasteiro e desprezível é tão antigo quanto a história da humanidade.

E põe antigo nisso! Caim matou Abel por inveja. Nãããooo! É mesmo? Polito, com informações tão inéditas como essa, daqui a pouco você vai dizer que já inventaram a roda.

Fique tranqüilo. Eu sei que essa passagem bíblica não é nenhuma novidade. Fiz a citação só para lembrar que olho gordo não é invenção da moçada de hoje -apareceu com o primeiro homem a pisar na Terra e que, portanto, já deveríamos ter aprendido algo sobre esse sentimento.

Entretanto, mesmo sendo a inveja uma velha de praça, é impressionante como, de maneira geral, nós a estranhamos e estamos sempre nos surpreendendo com ela.

Se refletirmos melhor sobre os motivos da inveja e conseguirmos identificar as formas apropriadas de nos defendermos dela, talvez possamos acrescentar um precioso ingrediente para melhorar o relacionamento com as pessoas e para o sucesso da nossa comunicação. E ousaria dizer, não só para nos protegermos da inveja dos outros, mas, quem sabe, principalmente, da presença desse sentimento em nós mesmos.

Sim, porque se perguntarmos a dez pessoas se elas são invejosas, talvez 11 respondam que não, pois temos a tendência de supor que os outros é que são invejosos, não nós.

Por isso, ligue as antenas e fique esperto para não ser surpreendido por esse sentimento tão negativo, que pode até impedir que nos relacionemos de forma mais harmoniosa com as pessoas.

A partir de uma reflexão aristotélica, e supondo que você, como um ser humano normal, sinta inveja, pense nas seguintes questões:

Você sentiria inveja do boy que acabou de ser admitido na empresa e anda perdido de um lado para o outro, pagando o mico de principiante, obrigado a procurar no almoxarifado a máquina de desentortar clipes? Provavelmente não.

Você sentiria inveja do velhinho australiano que quase ao apagar da última velinha ganhou o prêmio Nobel por descobrir as propriedades nutritivas das patas do rinoceronte? Provavelmente não.

Sabe por quê? Segundo Aristóteles, porque "invejamos os que nos são iguais por nascença, parentesco, idade, disposição, reputação, bens em geral", e tanto o boy como o velhinho cientista são avaliados num nível tão distante de inferioridade ou de superioridade aos nossos olhos, ou aos olhos dos outros, que não os consideraríamos iguais a nós.

Por isso sentimos inveja daqueles que almejam os mesmos objetivos que nós, não daqueles que estão com a cabeça voltada para outros horizontes. Daqueles que venceram com facilidade nas situações em que fracassamos, ou tivemos que fazer muito sacrifício para atingir o mesmo resultado, não daqueles que fracassaram nas situações em que nos tornamos vencedores. Daqueles que conseguiram vantagens que um dia foram nossas, ou que julgamos que deviam nos pertencer, não daqueles que obtiveram benefícios que nunca aspiramos possuir.

Resumo da ópera: sentimos inveja de quem nasce ou vive na mesma casa ou no mesmo bairro, freqüenta o mesmo clube, trabalha na mesma empresa ou na mesma atividade, disputa o mesmo mercado. Isto é, parente, amigo, colega e concorrente. Você não? Ok, já estou alterando a estatística de 11 para 12.

Observe que os invejosos estão mais próximos do que imaginamos. É claro que não é para ficar paranóico e começar a tomar banho com sal grosso ou andar com galho de arruda na orelha, mas sim saber quem são, onde estão e como agir com eles da maneira mais adequada.

Embora no inicio tenha citado uma espécie de prece para ficar sempre longe dos invejosos, você percebeu que, por eles estarem muito próximos de nós, até debaixo do mesmo teto, não há como evitá-los. Precisamos compreendê-los e aprender a conviver com eles da forma mais positiva possível.

Veja também como esse conhecimento pode ser útil no resultado da sua comunicação. Ao fazer uma apresentação será possível, a partir dos parâmetros que acabamos de destacar, saber se os ouvintes poderiam ou não se mostrar resistentes por causa da inveja ou de uma rivalidade mais acentuada.

Se entre os ouvintes houver uma boa parcela de pessoas que se enquadram nesse "grupo de risco", a melhor tática para quebrar essa resistência é identificar as qualidades que elas possuem e enaltecê-las com elogios sinceros que possam, sem nenhum tipo de desconfiança, parecer verdadeiros. Essa atitude poderá fazer com que a platéia se desarme, afaste as resistências e passe a ouvi-lo com maior benevolência.

Assim, se ao falar em público, concluir que a inveja é o verdadeiro motivo da resistência dos ouvintes, seja compreensivo e entenda esse sentimento sem mágoa ou revanchismo, pois compreendendo as pessoas como elas são, com suas carências, seus medos, suas inseguranças e defeitos, haverá de sua parte um movimento favorável que poderá ser o caminho mais curto e eficiente para conquistá-las.

E o novo Fuso horário continua fazendo vítimas

“Não sei porque Gilberto Braga, Toinho Alves e Altino Machado reclamam do novo fuso, eles só acordam depois das onze!” Aníbal Diniz

Fonte:http://www.cartunistabraga.blogspot.com/

Sargento gay deixa o Exército

Fernando Alcântara foi liberado nesta sexta-feira (27) pela manhã.
Seu companheiro, Laci Araújo, vai ser interrogado ainda hoje.

Do G1, em Brasília
O 2º sargento Fernando de Alcântara Figueiredo, envolvido no primeiro caso assumido de um casal gay na história das Forças Armadas, foi liberado do Exército nesta sexta-feira (27). Ele havia pedido baixa na quarta-feira (25) ao Comando Militar do Planalto.

Segundo a assessoria do Comando, o sargento passou pela inspeção de saúde, procedimento para sua liberação. Figueiredo teve que cumprir o período de quatro dias de detenção determinado pelo Exército por questão disciplinar.

Preso pela segunda vez na segunda-feira (23), o sargento Fernando de Alcântara Figueiredo considerou a decisão “arbitrária” e “contraditória”.

O sargento, que já tinha cumprido pena de oito dias de prisão no quartel do Batalhão da Guarda Presidência, em Brasília, foi liberado no sábado (21) e detido novamente na segunda-feira. De acordo com ele, a nova pena, de quatro dias, é devida a uma das três acusações a que responde.

O companheiro de Figueiredo, o também 2º sargento Laci Araújo, está preso desde o dia 4 de junho.

Companheiro preso
O sargento Laci Araújo, preso sob a acusação de deserção, crime militar cuja pena é de seis meses a dois anos de detenção, vai ser interrogado na tarde desta sexta-feira em audiência conduzida pela juíza Zilah Maria Callado Fadul Petersen, na sala de audiências da auditoria militar, no prédio do Superior Tribunal Militar (STM), em Brasília.

Será a primeira vez que Laci, que assumiu recentemente ter um relacionamento homossexual com o sargento Fernando Alcântara, vai falar à Justiça Militar sobre o caso.

Além da juíza, participarão da audiência o Conselho Permanente de Justiça Militar (composto por quatro militares de patente superior à do sargento), o procurador da Justiça Militar Giovanni Rattacaso e os advogados Marcio Gesteira, Beatriz Vargas Ramos e Fernando Goulart, que defendem o sargento. Todos poderão fazer perguntas.

Nesta audiência, a juíza poderá decidir se aceita o pedido de liberdade provisória em favor de Laci. Segundo a assessoria do STM, a Justiça Militar não deverá decidir, já nesta sexta, se ele deve ser condenado pelo crime de deserção. Isto porque, além de ouvir testemunhas, podem ser pedidos laudos ou exames médicos para complementar as informações sobre o caso.

Brasil bate marca de 40 milhões com acesso à web, diz pesquisa

Recorde em maio foi de 41,565 milhões de usuários, segundo Ibope/NetRatings.
Acesso residencial também foi o maior já registrado, com 35,5 milhões de pessoas.


Fonte:Reuters
O Brasil registrou no mês passado número recorde de 41,565 milhões de pessoas com acesso à Internet, ultrapassando a barreira dos 40 milhões de internautas pela primeira vez, segundo pesquisa realizada pelo Ibope /NetRatings.

A empresa, que mede a internet brasileira desde setembro de 2000, informou ainda que o número de internautas com acesso à web em casa também foi o maior já registrado, chegando a 35,5 milhões de pessoas.

Segundo o coordenador do estudo e gerente de análise da empresa de pesquisa, Alexandre Magalhães, o crescimento acelerado do mercado de informática no Brasil e avanço nas políticas públicas referentes ao acesso à rede são os principais fatores por trás dessa contínua expansão da Internet no Brasil.

"São dados positivos... E refletem as políticas públicas de abertura de pontos de acesso à internet em escolas... além da avalanche de facilidades para adquirir computadores novos... por causa da concorrência entre os fabricantes de computador", afirmou em comunicado divulgado à imprensa.

No mês passado, 23,1 milhões de pessoas navegaram pela web pelo menos uma vez em suas residências, número 29% maior que em maio de 2007 e também recorde.

A pesquisa aponta também que o brasileiro continuou a ser o internauta residencial que navega por mais tempo dentre os dez países acompanhados pela Nielsen/NetRatings.

O usuário brasileiro navegou por 23 horas e 48 minutos, em média, no mês passado à frente de países mais desenvolvidos como Japão e Estados Unidos