Caros Leitores, desde a sua criação o Blog Xapuri News, o intuito sempre foi de ser mais um espaço democrático de noticias e variedades, diretamente da Princesinha do Acre - Terras de Chico Mendes - para o mundo, e passará momentaneamente a ser o instrumento de divulgação das Ações da Administração, Xapuri Nossa Terra, Nosso Orgulho, oque jamais implicará em mudança no estilo crítico das postagens.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

COMO DEVEM ESTAR HOJE, OS HERÓIS DA INFÂNCIA DE VOCÊS:

Para descontrair depois de um final de semana cheio de más noticias nos jornais, ai está a contribuição do Blog:

Homem Aranha

Batman e Robbin

Mulher Maravilha

Hulk

Thor

Super Homem

Motivo de Orgulho para Xapuri

O Enf. Cleudo Menezes, filho de Xapuri e atualemnte coordenador da equipe multidisciplinar da saúde indígena de Feijó – FUNASA concorreu em todo o país com o seu trabalho de Prevenção de Dst e Aids ficando entre os 10 melhores trabalhos do Brasil avaliado pela comissão de DSTs e Aids do Ministério da Saúde de Brasília, em decorrência da colocação ganhou bolsa integral do Ministério da Saúde para fazer a apresentação do trabalho em Florianópolis - Santa Catarina no VII Congresso Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissiveis do dia 25 a 28 de Junho, sendo o único representante do estado nas apresentações do trabalho como escolhido pela comissão nacional, o mesmo se sente orgulhoso de estar representando o estado, sua instituição FUNASA e principalmente o município de Feijó, onde trabalha cuidando com muito carinho da saúde dos povos indígenas desse município.

O seu trabalho foi inscrito com muito cuidado, e não deixou a desejar, relata ainda como profissional que a prevenção das DST e AIDS tem que ser prioridade, não podemos cuidar só da parte curativa se não nus preocuparmos com a parte preventiva, pois só assim estamos preparando uma sociedade saudável para os prazeres futurísticos que a vida proporciona a todos sem extinção de sexualidade, cor ou raça.

E depois ainda dizem que Xapuri nao produz bons frutos!!!!! Parabens ao Cleudo e a todos seus familiares

Definição do PSB

O Partido Socialista Brasileiro, deu sinal de que desta vez nao está disposto a ceder para partidos maiores como sempre ocorreu em pleitos anteriores, numa prova de grandeza e demonstração de amadurecimento politico no municipio e força de repsentatividade, reuniu na manhã e tarde de ontem muitas lideranças comunitárias da zona urbana e rural, seus filiados e simpatizantes, lotando completamente o Clube municipal e juntamente com o PP deram o chute inicial na realização das convenções municipais em Xapuri, que no firgir dos ovos ao final oficializaram a aliança entre os dois partidos tendo como candidatos majoritários às eleições do pleito vindouro o empresário Manoel Moraes de Sales (PSB) e o pecuarista Mirco Soares (PP). Na oportunidade também fecharam uma coligação proporcional com o PSL e PTN, entao podemos esperar que os socialistas estão prontos para enfrentar as eleições vindouras e para aqueles que nao acreditavam na candidatura do partido, ontem foi a prova crucial.

Alem é claro de várias lideranças locais a convenção contou ainda com a presença dde José Bestene Presidente Regional do PP e de Gabriel Maia do PSB. Os demais partidos, que compõem a coligação proporcional, estiveram representados por suas lideranças municipais. O deputado estadual Delorgem Campos também esteve presente na festa.

Ontem no Almoço pude conversar rapidamente com Manoel Moraes e pude constatar que o empresário está disposto mesmo e seriamente a entrar na disputa eleitoral, agora é esperar e confirmar quem serão os reais de fato e de direito candidatos pelos demais partidos.

Boa sorte ao PSB, PP, PSL e PTN e d esde já coloco este espaço a disposição no que tanger ao interesse público.

ISTO É JORGE VIANA


Do Cartunista Braga.

Herança preconceituosa

Por mais importante que seja o fator de regulação climática da Amazônia, esta não exerce a função de "pulmão do mundo". Este é atributo dos oceanos, mais especificamente do fictoplâncton que absorve o gás carbônico da atmosfera levando-o ao fundo do oceano. À noite, a floresta amazônica absorve a mesma quantidade de oxigênio expelido no processo de fotossíntese executado durante o dia. Se seu valor intrínseco estivesse na hipótese de ser um "pulmão do mundo”, uma alternativa seria serrá-la, pois as árvores absorvem mais gás carbônico durante a fase de crescimento deixando, em contrapartida, mais oxigênio na atmosfera. Se há algum pulmão do mundo, em termos vegetais, ele está nas árvores "florestadas" ou nas "reflorestadas". A saber, as áreas sem este tipo de formação vegetal, nas quais foi artificialmente introduzido e, em áreas recuperadas para este fim.

Até recentemente, ambientalistas e nacionalistas não nutriam grande simpatia mútua no Brasil. Mas, hoje em dia se percebe que têm afinado seus discursos com uma retórica xenófoba comum. Penso que há uma certa confusão quando se fala em Amazônia na sua "manutenção da integridade territorial do país. Uma coisa é advogar a soberania do estado-nação, outra bem diferente é requisitar o direito de propriedade aos seus cidadãos. Na Amazônia temos o preceito territorial do estado, mas não há clareza sobre o direito de propriedade garantido pela Constituição da República. Mesmo porque, não há como garantir a segurança da propriedade privada sem sua defesa constitucional. Em outras palavras “não haverá compradores para terrenos cuja posse não seja sequer garantida pelo governo local”. Não confundamos, por favor, o direito de propriedade com as ações sugeridas e incentivadas por ongs que propõem um status diferenciado da propriedade. No caso específico de Raposa Serra do Sol, o direito de propriedade de brasileiros, como bem sabemos, foi flagrantemente usurpado.

Por isso, não vejo problema quando porções de "nossa terra" são vendidas a estrangeiros. Se todos países pensassem assim, a Gerdau teria então que ser chutada dos EUA por que adquiriu a siderúrgica Chaparral. Ao contrário, imigrantes com capital ou imigrantes sem capital, mas com ânimo para trabalhar sempre serão muito bem-vindos. Aliás, isto trouxe benefícios ao Brasil, embora tenham sido apenas cerca de 4 milhões de imigrantes em sua história contra os mais de 40 milhões que aportaram nos EUA. E, como se sabe, estes continuam a chegar àquele país por terra, no deserto, ou por mar, em meio aos tubarões.

O Brasil, entre tantas outras nações, deve muito aos seus imigrantes e a migração de capitais. A questão que vejo é outra: trata-se de se adequar às nossas leis e, quando isto não procede, aí reside o problema, real problema. Este pavor que muitos dos nacionalistas de ocasião nutrem pelas multinacionais, simplesmente, não faz sentido. Trata-se de uma herança preconceituosa de nossa elite intelectual dos anos 60 que já deveria ter sido extinta.

Ibama apreende mais de dois mil metros cúbicos de madeira

O Ibama desmontou uma quadrilha de madeireiros que atuava na região da Ponta do Abunã (estado de Rondônia), durante a Operação Origem Legal e Pátio Limpo. Os criminosos falsificavam as guias de DOF (Documento de Origem Florestal), para legar a produção madeira extraída ilegalmente das reservas legais e terras indígenas. Foram apreendidos mais de dois mil metros cúbicos de madeira-de-lei, seis serrarias lacradas (nas comunidades de Extrema, Nova Califórnia e Vista Alegre do Abunã), dois tratores (skid’s), um trator de esteira (D-8), um trator (pá mecânica) e quatros moto-serra, segundo balanço da superintendência regional do Ibama/Acre.

Agentes da Polícia Federal – PF continuam no encalço dos madeireiros, que atuavam na divisa Acre / Rondônia, considerados os mentores intelectuais deste esquema que movimentava milhões de reais. O chefão do grupo, é popularmente conhecido pela alcunha de Bonnamigo, proprietário de uma grande serraria no município de Acrelândia, localizado no Vale do Abunã. “Os equipamentos apreendidos na operação, serão doados para o 4º Batalhão de Infantaria de Selva 4º BIS”, comentou Anselmo Forneck, superintendente regional do Ibama/Acre, durante a coletiva aos meios de comunicação.

Segundo ele, o esquema tinha como objetivo, esquentar a madeira que vinha sendo retirada ilegalmente da Floresta Amazônica. Os madeireiros que tinham plano de manejo informava o Ministério do Meio Ambiente – MMA, sobre a madeira retirada, para ter acesso a guia do DOF (emitido através do sistema on–line). Com o documento em mãos, os golpistas enchiam a carreta de pó-de-serra e pedaços de madeira, para passar no posto fiscal da Tucandeira, sem levantar suspeita. Assim, que chegava as comunidades da Ponta do Abunã, jogava o lixo no pátio das serrarias e carregada novamente com madeira beneficiadas nestas serrarias clandestinas.

Fraude dos madeireiros - Anselmo contou que durante a operação, descobriram um lote de madeira-de-lei que estava preparada para a exportação. Em outras serrarias, os fiscais localizaram cargas que tinha sido beneficiadas para atender o mercado na região Sudeste.

Mas o Ibama somente descobriu a fraude em numa vistoria de rotina, onde os fiscais detectaram que um plano de manejo que tinha informado ao MMA a retirada de aproximadamente 8,6 mil metros cúbicos de madeira, não tinha retirado um metro da área. Diante da evidência da fraude, intensificaram as investigações levaram a descoberta do mega-esquema montado naquela região, para legalizar a madeira retirada ilegalmente da Floresta Amazônica.

Forneck ressaltou que os madeireiros estavam saqueando a reserva indígena dos Kaxararis, que fica situada na rodovia 364 (Vila de Nova Califórnia). Os madeireiros usavam trilhas mata, para retirar a madeira nobre nos fundos da Reserva Indígena, sem despertar a suspeita da comunidade dos Kaxararis. “Conseguimos apreenderam um carregamento de toras, que estava no pátio da madeireira”, comentou.
Durante a coletiva, o superintendente do Ibama mandou um aviso que a operação pente fino acontecerá em todas as serrarias acreanas. As empresas que forem flagradas no mesmo esquema de fraude terão as suas atividades suspensas, com base na legislação ambiental. “Os acusados pelos crimes cometidos, responderão criminalmente por formação de quadrilha, falsificação de documentos públicos e crime ambiental”, enfatizou.



Operação “Novo Empate”

Anselmo Forneck acrescentou ainda, que há dois anos, a operação Novo Empate desmantelou uma quadrilha de madeireiros, funcionários públicos e despachantes. Esta quadrilha com base na ponta do Abunã comercializava a madeira extraída ilegalmente da região da Amazônia Ocidental, depois de fraudar as guias de Autorização para Transporte de Produtos Florestais – ATPF’s.

Este grupo criminoso contava com empresas fantasmas e empresas estabelecidas na praça, para "esquentar" o estoque de madeira retirada ilegalmente das matas nos estados do Acre e Rondônia. “Na ocasião, o empresário Bonnamigo foi preso por operar o esquema criminoso”, recordou Forneck.

A ação que culminou com a prisão dos madeireiros, somente foi possível por conta do trabalho de investigações da Polícia Federal - PF. Os agentes prenderam aproximadamente 28 pessoas, sendo 24 no estado do Acre, três em Rondônia e uma no Mato Grosso. Inclusive quatro funcionários públicos, sendo três do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e um do Instituto de Meio Ambiente do Acre. Os acusados do esquema respondem por formação de quadrilha, falsificação de ATPF e estelionato.

Depois de descobrir a fraude, o MMA mudou os procedimentos com a implantação do novo sistema de DOF (Documento de Origem Florestal), em substituição a antiga ATPFs. Na ocasião, o Ibama suspendeu o fornecimento das guias (ATPF’s), por um mês, para implantação do novo sistema de monitoramento.

O secretário de Meio Ambiente do Acre - Carlos Edgard de Deus, e o superintendente regional do Ibama - Anselmo Forneck, passaram a ser ameaçado de morte pelos comparsas dos madeireiros, que caíram nesta operação Novo Empate, ocorrida no mês de junho de 2006.

Esquema - No curso das investigações, a PF descobriu que esta quadrilha de madeireiros, usava empresas laranjas para "esquentar" o estoque de madeira retirado ilegalmente dos estados do Acre e Rondônia. Os investigadores constaram que das 15.812 ATPFs expedidas no ano de 2004, no estado do Acre, aproximadamente 7.540 estava em nome de uma única mesma pessoa.

Este cidadão funcionava como elo entre os funcionários públicos (Ibama e Imac) e os madeireiros envolvidos no mega-esquema. As ATPFs eram expedidas em nome das empresas madeireiras, que operavam vendas fictícias do estoque de madeira de lei para outros estados da Federação.

Apesar da madeira não sair do estado do Acre, estas guias eram usadas para "esquentar" a produção madeireira retirada ilegalmente das comunidades de Nova Califórnia, Nova Mamoré, Guajará-Mirim, Cujubi e Buriti, em Rondônia. Cada ATPF era comercializada no mercado clandestino, por aproximadamente R$ 4.000, (quatro mil reais). Os criminosos comercializaram cerca de 150 mil metros cúbicos de madeira, segundo balanço dos órgãos ambientais.

Morte Silenciosa e Traiçoeira no Acre

Mais uma vez o Acre se torna vergonha em relação a nao atenção aos direitos basicos quanto ao setor público de saúde, dessa vez a divulgação vergonhosa de que contaminação por DDT mata silenciosamente no Acre.

Lista com os nomes de 114 prováveis vítimas, acompanhada de dossiê, incluindo material áudio-visual, será encaminhada ao Ministério da Saúde e à presidência da Funasa pelo vice-presidente da Comissão da Amazônia, deputado federal Sérgio Petecão (PMN/AC);

A contaminação por Dicloro-Difenil-Tricloroetano (DDT) pode está relacionada à morte de 114 funcionários da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Acre, entre os anos de 1994 até hoje. O último óbito foi registrado há 12 dias na Capital Rio Branco.

O guarda de endemias aposentado Augustinho Castro e Silva sofreu uma parada cardíaca, resultado do alto grau de envenenamento no organismo. Segundo os amigos, foram meses de dor e solidão, sem qualquer acompanhamento por parte da direção do órgão ao qual ele dedicou a maior parte da sua vida.

Outros 300 funcionários, ainda em atividade, apesar dos evidentes problemas de saúde relacionados ao contato com o inseticida, lutam para provar que estão contaminados e receber a assistência necessária por parte do governo federal, incluindo gastos com medicamentos e indenização por danos morais e materiais sofridos em decorrência da contaminação.

‘’No ano de 95, morriam de dois a três, todo mês. Todas as vezes que enterrávamos alguém ficamos na expectativa de quem seria o próximo’’, desabafa o motorista oficial Aldo A. Silva, o grande incentivador do movimento que pretende expor para o país a triste situação a que estão relegados os funcionários da Funasa que foram contaminados pelo DDT durante as cruzadas contra a malária na zona rural do Acre.

Aldo tem 57 anos e também está contaminado. Confiante, ele acredita que unidos os servidores sairão vitoriosos e conseguirão evitar novas mortes. ‘’Tem um companheiro nosso que está em estado terminal de câncer. Oito dos nossos já morreram vítimas dessa doença, que comprovadamente tem uma relação muito estreita com o DDT. O que nós queremos é que as autoridades reconheçam isso e nos ofereçam as condições de buscar a cura ou pelo menos terminar dignamente os nossos dias’’, suplica.

Falta de equipamentos de proteção facilitou envenenamento
Segundo Aldo, a falta de equipamentos de proteção facilitou o envenenamento dos agentes de endemias (antigos guardas da Sucam) e motoristas que tinham contato direito com o DDT. ‘’Nosso único equipamento de proteção era o capacete de alumínio. Ele protegia a cabeça, mas deixava as narinas completamente expostas, em contato direto com o inseticida, que também penetrava diretamente na nossa pele’’, revela.

‘’Todas as vezes que borrifávamos uma casa na zona rural era comum encontramos cachorros, gatos e galinhas mortos pelos quintais. O que nós não sabíamos é que também estávamos sendo envenenados aos poucos e que um dia seriamos obrigados a lutar para poder provar que fomos contaminados no pleno exercício de nossas atividades, e que o governo federal tem uma dívida conosco’’, declara.

Lágrimas de revolta
Mário Wilson de Oliveira, 53 anos, trabalhou como guarda de endemias durante 20 anos, até que começou a sentir dores constantes nas articulações, tonturas e náuseas. Não demorou muito para o quadro evoluir para um derrame que o mantém de cama há 9 anos. O que Mário, a esposa e os três filhos não sabiam é que tudo isso estava relacionado ao contato com o DDT e que a família seria obrigada a arcar por conta própria com todas as despesas relacionadas ao tratamento.

Além da paralisia dos membros inferiores e superiores, Wilson também teve a fala afetada, mas é capaz de transmitir, num simples olhar, a dor e revolta guardadas dentro de si. Ao ser perguntando se tem consciência sobre os reais motivos da sua doença, ele chora, numa clara demonstração de lucidez, mas total incapacidade física imposta pelas complicações decorrentes do envenenamento.


Inseticida age diretamente no sistema nervoso
Quem olha para Antônio Souza Oliveira, 44 anos, não imagina os estragos que os 10,71 ml/dl de DDT presentes no seu organismo têm provocado à sua saúde. Ao contrário de Wilson ele mantém todos os movimentos e aparentemente parece uma pessoa saudável. Mero engano, Antônio tem crises profundas de depressão, acompanhadas de queda de pressão e outros sintomas relacionados ao desequilíbrio do sistema nervoso.

Com o apoio da família, Antônio foi o primeiro funcionário da Funasa a responsabilizar o órgão judicialmente pela contaminação por DDT, requerendo o pagamento das despesas com remédios e indenização por danos morais e materiais pelos transtornos sofridos.

A ação, impetrada na 2ª Vara da Justiça Federal de Rio Branco, se fez acompanhar de laudo toxicológico, estudo neurofisiológico, laudo médico do trabalho, e vários outros exames, realizados em laboratórios especializados de Goiânia e Brasília, comprovando o alto grau de contaminação.

Segundo a portaria nº 12, de 06 de junho de 1983, da Secretaria de Segurança da Saúde, o valor normal de presença de DDT no organismo humano é de até 3 mg/dl, o que significa que a quantidade encontrada em Antônio está três vezes acima do padrão tido como normal.

Antônio afirma ainda que encontrou agentes de endemias em Recife com até 400 mg/dl de DDT no organismo, e alerta que várias mulheres de funcionários também podem estar contaminadas em decorrência do contato direto com a roupa dos maridos, durante a lavagem.

Afastado das suas funções de agente de endemias desde setembro de 2005, Antônio controla os efeitos da contaminação com três medicamentos, hoje avaliados em R$ 1.060,00. O juiz federal Pedro Francisco condenou a direção da Funasa a bancar os gastos com os remédios e ainda pagar R$ 50 mil reais a título de indenização por danos morais e materiais, mas o órgão recorreu da sentença.



Sérgio Petecão vai requerer providências em Brasília. A lista com os nomes de 114 prováveis vítimas, acompanhada de dossiê, incluindo material áudio-visual, será encaminhada ao Ministério da Saúde e à presidência da Funasa pelo vice-presidente da Comissão da Amazônia, deputado federal Sérgio Petecão (PMN/AC). Na semana passada, ele se reuniu com um grupo de 20 funcionários contaminados e ouviu atentamente o depoimento de cada um deles.

‘’Eu conheço de perto o trabalho desenvolvido por essas pessoas, sei que eles deixam de lado as suas famílias para se embrenharem na mata para combater a malária e agora que estão doentes e precisando da ajuda do governo federal não podem simplesmente serem ignoradas’’, disse o parlamentar.

O presidente da Câmara de Vereadores de Rio Branco, Pedrinho Oliveira (PMN) – funcionário da Funasa licenciado – também participou da reunião. Apesar de fazer parte do quadro administrativo, ele se submeteu ao exame para detectar a presença de DDT no organismo e descobriu que também está contaminado.

‘’Isso demonstra o alto grau de contaminação desse produto, até nós que manipulávamos as fichas dos guardas de endemias fomos afetados’’, revela, garantindo que apóia a luta dos colegas e vai ajudar no que for possível para encaminhar as suas reivindicações, seja na esfera municipal, estadual ou federal.

Além da indenização pela contaminação por DDT, os agentes de endemias e motoristas da Funasa, que se encontram nessa situação, querem o direito a aposentadoria por 25 anos de serviço, a exemplo com o que já acontece com outras categorias.

‘’Um professor se aposenta com 25 anos de serviço porque trabalha com o giz, material bem menos tóxico do que o DDT, por que nós, que estamos envenenados, que demos a nossa vida para matar o mosquito da malária e salvar milhões de outras vidas, também não podemos ter direito, por que essa discriminação com a gente?’’, questionou Océlio Alves do Nascimento, acrescentando que o último exame realizado revelou um percentual de 70% da presença de DDT no seu organismo.

‘’Eles nunca tiveram respeito pela gente. Quando íamos para a zona rural não tínhamos nem lugar para acampar. Quantas vezes não dormir em chiqueiro de porco ou curral de boi. Agora, eles continuam nos relegando o segundo plano, escondendo da opinião pública que estamos doentes. Deixando-nos morrer a míngua’’, desabafa José Rocha de Aguiar.

O vice-presidente da Comissão da Amazônia, deputado federal Sérgio Petecão (PMN/AC), garantiu que vai requerer informações detalhada sobre o caso à presidência da Funasa, para saber se algum encaminhamento já foi dado, e também solicitar providências urgentes ao Ministério da Saúde. ‘’Todas as reivindicações são justas e acredito que contarei com o apoio de toda a bancada acreana para honramos esses homens que tanto já fizeram pelo nosso Estado e agora precisam de ajuda’’, concluiu Petecão.

Muitas promessas e pouca ação
O DDT começou a ser utilizado na Segunda Guerra Mundial para eliminar insetos e combater as doenças emitidas por eles como a Malária. Demora de 4 a 30 anos para se degradar. Os EUA foram os primeiros a proibir seu uso, por volta dos anos 70, em virtude de seu efeito acumulativo no organismo. Alguns estudos sugeriram que é cancerígeno, provoca partos prematuros, causa danos neurológicos, respiratórios e cardiovasculares.

No Brasil, deixou de ser fabricado na década de 80. A Justiça Federal proferiu, em janeiro de 1997, sentença determinando que o Ministério da Saúde instituísse programa científico federal voltado à substituição do inseticida DDT nas campanhas de saúde pública.

A Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde baixou a Portaria nº 11, de 8 de janeiro de 1998, que proibi o uso do DDT nos programas de controle de doenças transmitidas por insetos, inclusive da malária.

Projeto de autoria do senador Tião Viana (PT/AC) tramita no Congresso Nacional , desde 2002, visando oficializar através de lei a proibição da fabricação, comercialização e exportação do produto.

Mas até hoje, apesar das muitas promessas, nenhuma iniciativa foi tomada de fato, visando o bem estar das pessoas, especialmente do Acre, que foram contaminadas pelo produto e que sofrem as conseqüências do envenenamento.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Final de Semana

Como aos Finais de Semana estou reservando todo o tempo para o meu descanço, longe de celular, internet e acesso ao trabalho, novamente deixarei de fazer postagens no sábado e no domingo, mas aguardo a visita de todos na segunda a tarde...

Tenham todos um bom Final de semana com seus familiares, amigos, amores e tudo mais...

e quem sabe aos amigos xapurienses nos encontremos pelas badalações noturnas de final de semana

Religiosidade ou Preconceito escancarado.

Nos últimos 4 anos Xapuri tem assistido uma explosão de novas religiões que aqui se estabelecem, muitas sérias que merecem respeito e com certeza permanecerão fazendo o seu trabalho de doutrinação religiosa para com as novas ovelhas arrebanhadas, outras como de costume não conseguem permanecer sequer nos dois primeiros anos, pela ausência de seus seguidores.

Independentemente da questão religiosa, considero de grande valia o trabalho desempenhado por alguns pastores, monitores, diáconos entre outros em prol de certos membros da comunidade xapuriense. Porém alguns exageros estão sendo cometidos, já exorcismos de homossexuais estão acontecendo com a suposta prerrogativa de que a opção homossexual seria acarretada por uma pretença pocessão demoníaca, ou até mesmo uma doença diabólica.

Ora senhores, isso além de ser criminosa a postura homofóbica é imbecilizada, porque não possui nenhum amparo de pesquisa seja na área teológica seja na área das ciências humanas, que inclusive em 1982, a Organização Mundial de Saúde há exatos 26 anos atrás retirou da lista de patologias clinicas a Homossexualidade e desconheço biblicamente qualquer texto que tipifique tal pratica como demoníaca ou patológica, há sim tipificação do pecado carnal.

Quanto a postura homofóbica, já que há legislação que tipifica como crime, já efetuei propositura de denuncia aos órgãos competentes, já que considero absurda a ação, porém compreendo já que esse tipo de postura de religiosos em relação aos homossexuais não é nova, cito por exemplo que o embate entre religiosos e militantes homossexuais contra a aprovação de leis, é uma verdadeira queda-de-braço entre evangélicos e defensores dos chamados direitos humanos, que nesse ano tomou conta do país.

Na mira de ambos estão dois projetos que pretendem assegurar novos direitos aos gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transgêneros : O PLC (Projeto de Lei da Câmara) 122/2006 e o PL 6.418/2005.

Enquanto os religiosos se reúnem em campanhas de mobilização para impedir a aprovação dessas leis e outras similares, os militantes da causa homossexual, por seu turno, contra-atacam com um discurso afiado pela defesa de seus direitos e com processos judiciais contra os cristãos.

O caso mais recente aconteceu no Estado da Paraíba e envolveu a Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC) – uma organização evangélica com sede em Campina Grande (PB) – e a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, travestis e Transgêneros (ABGLT), com sede em Curitiba (PR).

Tudo começou em junho de 2007, quando a (VINACC), iniciou uma campanha com outdoors espalhados em Campina Grande (PB), nos quais se lia: Homossexualismo – E fez Deus homem e mulher e viu que era bom, uma junção de dois versículos de Gênesis: (Gn 1.27 e Gn 1.31a).


A (ABGLT), foi à justiça contra a campanha, e a (VINACC) viu-se obrigada, por decisão judicial, a pôr um fim à iniciativa, retirando os outdoors da cidade e cancelando os eventos relacionados a ela.

Já que a homossexualidade é uma orientação sexual na qual uma pessoa tem atração afetiva e sexual por uma outra do mesmo sexo, a justaposição ente homossexualismo ‘e era bom’ contida na frase da campanha da VINACC deixa implícita a interferência de que ser homossexual é errado.

Ora se a homossexualidade não é doença, tampouco crime, em um Estado laico como o Brasil, que tem por preceito constitucional que não haverá discriminação de qualquer natureza, a propaganda fere esse princípio”

Em novembro de 2007, uma outra campanha da VINACC, intitulada Família – Projeto de Deus, também foi denunciada pela ABGLT. Dessa vez, os outdoors citavam os mesmos versículos da campanha anterior, mas não mencionavam o termo homossexualismo.

A ABGLT, conforme consta do pedido de providências encaminhado por ela à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, órgão da Procuradoria Geral da República, porém, entendeu que se tratava de uma reincidência no delito anterior, de uma nova “campanha homofóbica”.

Dentre as providências requeridas á subprocuradora geral da República, Ela Wiecko Volkmer de Castilho, além das retiradas dos autdoors, pediram também a retirada da página da Internet.

Segundo o pastor Euder Faber (presidente da VINACC), diz que: “O movimento homossexual não concorda com os valores familiares e quer impor uma nova ordem social. Usa argumentos falaciosos e tenta jogar a justiça e a sociedade contra os cristãos. Está tentando impor uma verdadeira ditadura, coisa que só se vê em estados totalitários. Não abriremos mão de nossos valores nem da liberdade de defênde-los”.


Contexto Histórico
É necessário criar leis que protejam as minorias sejam elas de afrodescendentes, de gays índios etc, para que não se tornem vitimas como o caso de Xapuri, no caso da nova Legislação é necessário frisar que mesmo no caso de as leis antidiscriminação serem aprovadas, não será preciso abrir mão de qualquer direito, já que o Projeto de Lei não interfere na liberdade de culto ou de pregação religiosa. O que o projeto visa coibir são manifestações notadamente descriminatórias, ofensivas ou de desprezo.

Particularmente as que incitem a violência contra os gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. Portanto religiões podem manifestar livremente juízos de valor teológicos, que devem estar alinhados com o que chama de “contexto histórico” no qual viviam os autores bíblicos. A Bíblia, sobretudo o Antigo Testamento, deve ser interpretada levando em conta o contexto histórico em que foi escrita.

Citar a Palavra de Deus fora de contexto é pretexto para o preconceito.
Não sou expert em teologia mas no caso acima acredito que pesa a intenção de doutrinar pessoas com opções sexuais que não se alinham ao padrão existente e posto pela sociedade, se fossemos interpretar a biblia tal qual ela nos apresenta, faríamos tamanhas aberrações como assim já fizeram inúmeras sociedades até hoje.

Seria aceitável fazer uma campanha contra cegos, coxos, atrofiados, deformados, anões e mulheres com base na argumentação bíblica de (Levítico 21.17-20)?, citando a passagem em que Deus determina que os deficientes físicos de todo tipo pertencentes á linhagem sacerdotal não tomassem parte no ministério do tabernáculo.

Senhores não quero lhes ensinar o oficio, nem tão pouco ser advogado da causa ofendida mas tenho o conhecimento pleno de que a Bíblia não é um livro homofóbico, mas a interpretação descontextualizada que alguns fazem dela é homofóbica.


Para entender o Caso:
Para alguns religiosos e políticos que no caso cito o deputado Acreano do PT Henrique Afonso o qual tem organizado encontros pelos municípios do Acre para descutir esses e outros projetos de lei polêmicos – afirmou em discurso recente que a mensagem bíblica, com relação á prática da homossexualidade, é clara e independente de interpretações contextuais. As uniões homossexuais, à luz da Bíblia, são chamadas de abominação!

Afirma ainda que cada parte do corpo humano, cada órgão, tem a sua função e é preciso saber respeitar a ordem natural. Quem valoriza o matrimônio e considera a origem sagrada da família não é homofóbico, mas, sim, teófilo (palavra grega que significa amigo de Deus). A homossexualidade pressupõe práticas que quebram as leis estabelecidas por Deus. Na natureza, a reprodução pode ser assexuada ou sexuada, mas jamais homossexual.

Na verdade ouvi a mesma lorota de um pastor de Xapuri, no qual presumi que há uma verdadeira batalha religiosa no campo. Porém gostaria de me ater apenas na questão dos direitos legais da comunidade GLBT, coisa assegurada juridicamente que gera tamanha polêmica e que no seu epicentro encontra-se os dois projetos de lei que seguem seu curso, um em cada casa legislativa – o PLC 122/2006 no Senado Federal e o PL 6.418/2005 na Câmara Federal. Ambos propõem penas pesadas em resposta a ações discriminatórias em função de descriminação ou preconceito de raça, cor, nacionalidade, religião, sexo e orientação sexual.

O PLC 122/2006, o qual foi aprovado na Câmara no final de 2006, está na Comissão de Direitos Humanos(CDH), onde sua relatora, a senadora Fátima Cleide (PT/RO), pretendia aprova-lo ainda em março de 2007. Seus planos parecem ter mudado depois de uma campanha de mobilização que foi levantada sobre o teor do PLC e que se reverteu no envio de emails e telefonemas aos senadores nos quais foram manifestados pelos evangélicos o inconformismo em relação as propostas do Projeto.

Com o PLC 122/2006 emperrado no Senado Federal, surgiu em cena o projeto PL 6.418/2005 de autoria do senador Paulo Paim que não mencionava a discriminação por orientação sexual e a deputada apresentou relatório favorável a ele como viera do Senado no dia 2 de maio de 2007. Não se sabe por que motivo a deputada Janete Pietá (PT/SP)t, mudou de idéia e, em outro relatório – apresentado dois meses depois (no dia 11 de julho) – decidiu incluir, dentre os crimes previstos no Pl, a discriminação por motivo de orientação sexual.

Era o último dia antes do início do recesso parlamentar de julho e a deputada tomou providências para que o relatório fosse apresentado à Comissão exatamente na primeira reunião após o recesso, provavelmente visando pegar os colegas de surpresa.
No dia 8 de agosto, ao apresentar o relatório, entretanto, ela foi surpreendida com o pedido de vistas de alguns deputados evangélicos que, mais tarde, apresentaram votos em separado ao projeto.

Porém longe desse rolo todo Xapuri que sempre foi considerado como comunidade tolerante em ralação a opções sexuais se tornar um campo de batalha entre soldados do Senhor Jesus Cristo que exorciza homossexuais e bissexuais é inconcebível tal atitude, principalmente no campo religioso.

É válido frisar que antes dos humanóides habitarem a terra, já havia homossexualismo e bisexualismo, nada de novo na natureza, apenas um válvula de escape populacional que as espécies usam para se perpetuarem. Já quanto a polemica humana, o homem em sua evolução ao longo das centenas de milhares de anos de evolução e o alto índice de mortalidade muitas vezes os grupos nômades ora perdiam suas mulheres ora os homens e era muito comum haver grupos homogêneos e a "homo" sexualidade era totalmente natural até o grupo encontrar seus parceiros para reprodução, nada de novo, a "homo" sexualidade era uma forma de manter unido um grupo em sua luta pela sobrevivência, pois todo individuo isolado era eliminado pelo ambiente... Mas recentemente nos últimos 20000 anos as sociedades sucederem-se e desapareceram e essa atividade sempre existiu.

Mesmo no Egito antigo (de longe a civilização mais avançada) era comum e normal, na India, China , Gregos.. Romanos , Assírios, Caldeus..., sociedades africanas, nomades aborígenes todos sem exceção tiveram essas atividades como naturais.O que temos hoje é apenas fruto da natureza humana e a repressão hipócritas da religião ao longo dos séculos, todas as religiões também tinham e tem essa atividade bisexual.

Os mosteiros desde sua formação a milhares de anos é comum e normal devido a natureza da opressão sexual dos noviços(a) pelos seus treinadores "espirituais".De novo nada de novo FUNDADOR da igreja romana Imperador Constantino era um assassino cruel e um bissexual (normal na cultura romana) assumido..portanto um bom começo para ditar moral, dogmas e bons costumes, ao longo do papado a historia claramente mostra para quem quiser saber como eram formados os futuros padres, bispos e cardeais na opressão sexual e religiosa da primeira grande multinacional a ICR Recentemente para provar o que digo na rica sociedade americana pipocam casos escandalosos de padres pedófilos, opressores e de crianças, isso não é nada de anormal é coisa corriqueira e acontece pelo mundo afora, onde a religião e hipocrisia andam de braços dados.

Todas as sociedade dominadas por essas instituições decadentes tiveram essa lavagem cerebral ao longo dos séculos e hoje somos produtos disso..de novo nada de novo.

Portanto o bissexualismo é natural e serve aos propósitos da natureza primeiro que é perpetuar as espécies.Leiam mais Darwin e menos a Biblia e aprenderão mais rápido e menos tempo, de como a realidade natural funciona e talvez o futuro seja bem menos violento, sórdido e hipócrita.Tudo que foi dito acima está na literatura cientifica..procurem, aprendam e esqueçam o preconceito..

E uma dica aos religiosos... quem muito se preocupa com o gosto sexual do outro, esquece-se do seu padrão e tende a permitir enovações... Não quero ser estraga prazeres nem da comunidade GLBT de Xapuri, muito menos da comunidade religiosa, porem que os exageros devem ser contidos a isso devem...

E Viva a diversidade

Cientistas descobrem uma nova espécie de animal brasileiro

Cientistas descobrem uma nova espécie de animal brasileiro a partir do estudo de fósseis guardados em museus do Rio de Janeiro. O novo animal é um astrapotério, animal de casco (como cavalos e vacas) que teria vivido no país pouco depois da extinção dos dinossauros.

A identificação foi feita a partir de dentes comparados com outros restos de astrapotérios. A dentição estudade era diferente dos outros fósseis, mas por enquanto é a única prova que a nova espécie descoberta existiu.

Os pesquisadores compararam o fóssil aos restos de outras espécies de astrapotérios, que foram apelidadas de "porcofantes" por parecerem uma mistura de javali com tromba de elefante. Essas ossadas pertenciam a animais do tamanho de hipopótamos, diferente do tamanho que os cientistas acreditam que a nova espécie teve.

Segundo os estudiosos, os animais pré-históricos brasilieros eram menores, do tamanho de cachorros. A nova espécie eles acreditam que era menor e não possuia a trombinha. Eles também colocam a descoberta de um novo gênero (grupo mais abrangente que a espécie na escala evolutiva).

Os cientistas acreditam que este seja um registro único. Os astrapotérios e alguns outros animais da fauna pré-histórica brasileira não deixaram registro nos dias de hoje, estes são do período Paleoceno, cerca de 60 milhões de anos atrás. Nesta época a evolução das espécies foi muito rápida e experimental, os paleontólogos acreditam que estes animais sumiram há 10 milhões de anos, por escassez de nutrientes.