
Uma rua colorida, com calçadas largas e cheia de luzes. É assim que o empresário Douglas Drumont imagina que a Rua Frei Caneca, no Centro de São Paulo, pode ficar.
Presidente da recém-criada Associação GLS Casarão Brasil, ele está reformando uma casa de 500 m², que fica ao lado da paróquia do bairro. O local vai abrigar a sede da associação que lançou a idéia da rua gay.
A Frei Caneca ganhou visibilidade como reduto do público GLS há cinco anos. Foi quando o segurança de um shopping da região discriminou um casal de homens que se beijava na praça de alimentação.
Em resposta, a comunidade gay organizou um protesto que ficou conhecido como beijaço. Vários casais gays se beijaram ao mesmo tempo, lotando a área de lazer do shopping.
A partir daí, outros bares e boates gays se instalaram na rua e o público adotou a Frei Caneca. Mas a idéia de oficializá-la como rua gay divide as opiniões.
O projeto que vai propor a oficialização da rua gay ainda está sendo elaborado. Depois, ele precisa ser aprovado na Câmara pela maioria dos vereadores.
A favor da idéia, os defensores do projeto argumentam que São Paulo já tem 59 ruas temáticas, como a rua das noivas, das grifes e a dos lustres.
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