Caros Leitores, desde a sua criação o Blog Xapuri News, o intuito sempre foi de ser mais um espaço democrático de noticias e variedades, diretamente da Princesinha do Acre - Terras de Chico Mendes - para o mundo, e passará momentaneamente a ser o instrumento de divulgação das Ações da Administração, Xapuri Nossa Terra, Nosso Orgulho, oque jamais implicará em mudança no estilo crítico das postagens.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Metendo o nariz onde não é "convidada"

Como se não bastasse as frequentes demonstrações de incapacidade de muitos “membros assistenciais” que compõem a Secretaria Municipal de Assistência Social de Xapuri, a ultima moda agora é tentar encobrir a incompetência na área fazendo “fofoquinhas”, apontando para o trabalho alheio e a todo esforço maculando a imagem de professores da escolas do município.

Particularmente nunca vi... repito nunca presenciei, um momento sequer em que assistentes sociais do município de Xapuri, fossem às escolas conversar com professores, sentar com equipe técnica para discutir situações cotidianas dos alunos, nem mesmo daqueles que por obrigação destes profissionais deveriam realizar acompanhamento, reduzindo este trabalho a solicitação de planilhas com quantitativo de faltas e algumas atividades “bestas” que convenhamos promove muito mais um processo de deseducação aos jovens do que o trabalho que deveria ser realizado.
Para minha surpresa e de outro colega professor, uma senhora por nome “Sátila” que segundo notificação de fato à Promotoria de Xapuri, de forma irresponsável sugeriu que devido a execução de atividades do “Agente Jovem” ou sei lá o que.... 5 alunos nossos foram prejudicados em não serem oportunizado a eles o desenvolvimento de novos trabalhos realizados nos dias em que os mesmos estavam em atividade “social”

Tenhamos dó. Primeiramente não sei nem quem é essa senhora “Sátila” prova de que é uma pessoa relapsa com seu trabalho já que nunca procurou a equipe de trabalho da educação para de fato acompanhar os jovens que necessitam. Depois gostaria de explicar a essa senhora que as Escolas xapurienses tem gestores, e o que comumente ocorre é que os “responsáveis” por “pseudo-projetos” que atendem a juventude xapuriense são exímios em desrespeitar os professores, já que se acham no direito de convidar os alunos a qualquer momento em que estes estão em sala de aula para as atividades é dos projetos, como se os professores das escolas é que tivessem que se adaptarem às suas agendas.

Para uma Instituição que tem por definição o cuidado social é irresponsável a postura de “Comunicar Fatos” sem antes verificar até onde tal situação é verídica ou não. É comportamento de adolescente o que esses “profissionais” fizeram. Aliás como diz no bom ditado popular “o bom é jogar o cisco no olho alheio, porque no meu não cabe mais” traduz bem o comportamento dessa Instituição Municipal.

Sinceramente tenho pena dos jovens atendidos por profissionais da cepa com a “senhora” e outros “coordenadores” que atuam na Secretaria Municipal de Assistência Social o que me leva a crer que darão muito mais trabalho depois da convivência de tão má influencia negativa.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

O típico político brasileiro

Professora é condenada a pagar R$ 5 mil por puxar orelha de aluno

Uma professora da rede estadual do Rio de Janeiro foi condenada a pagar R$ 5 mil por danos morais a um aluno por lhe dar um puxão de orelha na sala de aula. No processo, o menino, representado por sua mãe, Eucinéa de Souza, conta que a professora Eliane Luiz Fernandes o puxou pela orelha e o arrastou até o lugar onde achava conveniente que ele se sentasse. Em seguida, ela teria afirmado para os demais alunos: "que isso sirva de exemplo para vocês".

Para o juiz Milton Delgado Soares, da 2ª Vara Cível de Itaguaí, a forma pela qual a professora tentou repreender o aluno foi extremamente excessiva e vexatória para uma criança em formação educacional, já que ocorreu na presença de todos os seus colegas de classe.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Xapuri.....Imagem é tudo!!!

Estive lendo algumas postagens de xapurienses que presentes ou distantes se interessam pelos acontecimentos da terrinha, bem como as “respostas” da Administração atual justificando, ou tentando levar a discussão dos problemas para um campo mais ideológico do ponto de vista político do que necessariamente necessita.

Com todo o respeito que tenho pelos membros da Administração, acho até meio descabida algumas explicações, partindo do pressuposto popular que quando se “ofende” é que a carapuça serviu. Acredito que muitas carapuças já foram usadas ultimamente.

A priori e saudável lembrar que no “jogo democrático” é normal, compreensível e salutar que críticas ocorram não somente de “opositores” mas, também de “aliados”. Vale ressaltar que nesse interim os “opositores” na sua totalidade são pessoas que analisando problemas gritantes e urgindo por soluções, divulgam suas impressões em forma de críticas na tentativa de ver solucionadas as situações mais emergenciais.

Ademais, acredito que algumas pessoas ainda não compreenderam que acostumados serem “pedras” que estilhaçam as vidraças alheias atualmente são as “vidraças” que indubitavelmente merecem serem apedrejadas.

Acredito que sempre tenho pautado minhas divergências e idéias contrárias a algumas situações em Xapuri de forma muito sensata, coesa e justa, primando sempre por analisar os acontecimentos de uma forma histórica, do cerne do problema... Quando surgiu? Como foi tratado nas administrações anteriores? e como se encontra atualmente?. Agora inevitavelmente para os problemas surgidos no tempo presente temos que comportar de forma diferente, já que os autores responsáveis podem se justificarem.

Volto a repetir que enquanto as Administrações Xapurienses estiverem olhando apenas para o seu próprio umbigo, jamais conseguirão ver o que ocorre nas suas adjacências. Não se pode analisar fatos somente sobre uma só perspectiva , da mesma forma que seria inocência esperar que todas as pessoas adotassem o comportamento de ficar caladas diante de uma triste realidade que vem sendo construída ao longo de algumas administrações e que permanece na atual. Não se pode esperar que todos possam acreditar em uma única versão dita. Quando não dita é fortemente pressuposta.

Tentar inibir a discussão da atual situação de Xapuri, distorcer os fatos ou falsear a realidade é fomentar a problemática ainda mais.

É compreensível o alvoroço em “tentar” desacreditar as ideias contrárias ao ainda vigente conceito de “capital da ecologia”, “cidade sem problemas”, “escola de liderança”, “princesinha” que Xapuri sempre exibiu ou que pelo menos “vendeu” a idéia. Notadamente é ruim para certos grupos políticos e em especial para certos “políticos” que essa imagem seja desfeita, já que sempre se beneficiaram projetando-a, da mesma forma é “ruim” para certos políticos, ver questionado o que imaginam ou fingem imaginar que está ás mil maravilhas.

Sinceramente não é de hoje que Xapuri vive politicamente de aparências, vendendo uma imagem muito diferente daquela real encontrada e vivenciada por aqueles que por estas terras que a todos acolhe vive. Sob a égide do título de “Princesinha do Acre” Xapuri viveu de aparências nas ultimas décadas e mais ainda sob o manto de uma “história de luta ecológica” ajudou a amealhar recursos não somente para o município que não foram sabiamente aplicados, como grandes somas para os cofres do Estado em projetos que sequer reverteram para a cidade.

Não se pode subestimar a inteligência das pessoas abusando fortemente do apelo de marketing como ultimamente tem sido utilizado, exemplo disso é que na última comitiva do Governo do Estado em Xapuri para assinaturas de repasse de recursos, foram contabilizados 68 (sessenta e oito) veículos que acompanhavam a Equipe, estacionados nos dois sentidos da rua próxima ao evento, porém às pessoas de Xapuri presentes podiam se contar nos dedos, ou seja o importante era a divulgação e não a questão de fato. A mesma coisa ocorreu com a assinatura do projeto “Ruas do Povo” que novamente repito não está empregando mão de obra local.

É bom lembrar que a educação e gentileza para gestores públicos é importante, porém a sinceridade é uma virtude que precisa ser primada, e basta ver alguns dos últimos acontecimentos em Xapuri que é nítida a interferência de comportamentos maquiavélicos que intentam de forma desrespeitosa a diminuição dos “algozes” da “verdade unívoca” pregoada pelos Gestores de Xapuri.

“Os tempos são outros”, a facilidade e a agilidade da troca de informações é propícia para momentos de debates como o que está fortemente ocorrendo sobre a “terrinha” e quem inteligente for que possa utilizar o momento para rever posições e reavaliar posturas.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

TENDÊNCIAS NA MORTALIDADE POR CÂNCER NA CIDADE DE RIO BRANCO

Estudo mostra que entre 1996 e 2004 as taxas de mortalidade entre pessoas do sexo masculino apresentaram crescimento constante, com variação anual de 3,3%, e estabilidade nos indivíduos do sexo feminino.

O câncer tem evoluído de forma notável como uma das principais causas de óbitos entre a população brasileira. Na década de 80 era a quinta causa de morte. Em 2000 ele passou a figurar como a terceira causa mais comum e em 2007 tornou-se a segunda causa mais frequente, correspondendo a 15,4%, do total de óbitos, atrás apenas das doenças do aparelho circulatório, que representaram 29,4% do total de óbitos registrados no país.

Na Amazônia Ocidental a distribuição temporal da incidência e mortalidade por câncer ainda é desconhecida e foi com base nesse desconhecimento que uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal do Acre e da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz, decidiu avaliar a tendência temporal da mortalidade por alguns tipos de câncer entre residentes da cidade de Rio Branco.

O estudo, de autoria dos pesquisadores Juliano de Pádua Nakashima, Sérgio Koifman e Rosalina Jorge Koifman, avaliou apenas a mortalidade causada pelo câncer de mama, colo uterino, próstata, pulmão, estômago, cólon, reto, fígado e vias biliares, mostra que entre 1996 e 2004 as taxas de mortalidade entre pessoas do sexo masculino apresentaram crescimento constante, com variação anual de 3,3%, e estabilidade nos indivíduos do sexo feminino.

Em ordem decrescente, as taxas mais elevadas de mortalidade no sexo feminino derivaram de câncer do colo uterino, pulmão, fígado e vias biliares intra-hepáticas, estômago e mama, enquanto que no sexo masculino as maiores taxas derivaram do câncer de pulmão, próstata, fígado e vias biliares intra-hepáticas, estômago e esôfago. Foi observada uma elevação na mortalidade por câncer de próstata, câncer de mama e de pulmão em mulheres, e um declínio na mortalidade causada pelo câncer de colo uterino, câncer de pulmão em homens, e câncer de estômago em ambos os sexos.

Um dado preocupante revelado pelo estudo foi a constatação de uma alta mortalidade por câncer de fígado e vias biliares intra-hepáticas, que representaram a terceira maior causa de morte por câncer em residentes de ambos os sexos. A infecção pelos vírus da hepatite B e C, um dos fatores mais importantes para o surgimento da doença, é endêmica na região e segundo dados do Ministério da Saúde, em 2005 as taxas de mortalidade por hepatites virais B e C no Acre foram as maiores do Brasil.

A mortalidade pelo câncer de colo uterino apresentou tendência decrescente, porém não constante, com uma variação anual de -10,7% entre 1994 e 2000. Segundo os autores, essa redução pode estar relacionada à melhoria no acesso aos serviços de saúde e adesão aos programas de prevenção, e que o diagnóstico precoce de lesões cervicais e seu tratamento têm sido mais efetivos.

A mortalidade por câncer gástrico no sexo masculino também tem apresentado tendência decrescente, com uma variação anual e constante de -3,4%. Esta diminuição pode estar relacionada a uma diminuição na incidência da doença, uma vez que o tratamento específico não evoluiu significativamente nos últimos anos, e a diminuição na exposição aos fatores de risco decorrentes da universalização da refrigeração elétrica e outras formas de conservação dos alimentos, melhorias do saneamento básico e modificações no hábito alimentar, com aumento da ingestão de frutas, legumes e verduras e redução no consumo de sal.

O câncer de traquéia, brônquios e pulmão no sexo masculino também apresentou tendência decrescente, não constante, com variação anual de -2,8%. No sexo feminino as taxas mantiveram-se relativamente estáveis entre 1982 e 1984, porém foi verificado um crescimento significativo da taxa de mortalidade entre 1989 e 1996, que atingiu 14%, decaindo desde então para 2,1% até o ano de 2004.

A mortalidade por câncer de próstata apresentou aumento significativo, mas não constante, tendo sido observada grande oscilação nas taxas durante o período estudado pelos pesquisadores. A tendência de crescimento, entretanto, foi evidente entre 1988 e 2004, quando a taxa apresentou variação anual de 3,3%.

A mortalidade por câncer da mama revelou crescimento acentuado entre 1993 e 2004, com uma variação anual de 5,5%. Segundo os autores, esse aumento pode estar relacionado ao envelhecimento populacional, à exposição a substâncias químicas, como hormônios exógenos, bem como o aumento da prevalência da obesidade e fatores dietéticos. A ausência de um programa de rastreamento que atinja toda a população feminina suscetível, associada à precária assistência terapêutica prestada, provavelmente contribuirá para que a tendência na mortalidade por câncer de mama permaneça crescente por alguns anos.

O artigo Tendência da mortalidade por neoplasias malignas selecionadas em Rio Branco, Acre, Brasil, 1980-2006, de Juliano de Pádua Nakashima, Sérgio Koifman e Rosalina Jorge Koifman, pode ser lido por no site da revista Cadernos de Saúde Pública.

1° União Estável do Acre, após decisão do STF, das companheiras Ozi Cordeiro e Adriana Pacheco

Foi nesta quarta-feira, dia 03 de agosto de 2011, as 11h00, aqui no Acre, que aconteceu o 1° Registro de União Estável entre 01 (um) casal de mulheres lésbicas, depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), ter ajuizado favorável ao registro de uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo, com o apoio do Centro de Referência LGBT do Acre, da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, da Associação de Homossexuais do Acre, do Grupo Diversidade pela Cidadania LGBT do Acre e da Entidade Lésbica do Acre.

As companheiras Ozi Cordeiro, professora, 47 e Adriana Pacheco, Dentista, 45, ambas Budistas, adentraram o Cartório do 2º TABELIONATO DE NOTAS E 2º OFÍCIO DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS, situado na Via Chico Mendes, 452, no Segundo Distrito, na Capital do Acre, em Rio Branco, com muita calma e com a grata surpresa pela presença dos jornalistas e apoiadores do casal que esperavam ansiosos o momento de chegada de ambas.

Lá dentro do cartório relataram o começo de suas uniões, o encontro, a felicidade do amor e de poder terem o direito de registrar judicialmente aquela união para a garantia de direitos e cidadania. Ambas maduras, e com olhar apaixonado recitaram frases de amor, dedicado para aquele momento, agradecendo o apoio daquele estabelecimento que foi muito receptível ao desejo de realizarem ali aquele instrumento judicial. Relataram que o ato de divulgar a imprensa o registro de suas uniões, serve para que mais pessoas possam ter a coragem e iniciativa de buscarem seus direitos, sem vergonha de serem felizes e sem terem receio do preconceito.

No final, de todas as apresentações, houve o beijo, e declaração de amor, que ambas recitaram, emocionando a todos/as presentes, inclusive os próprios jornalistas, fotógrafos e repórteres.

Foi uma cerimônia simples, mas com muita energia positiva, de duas mulheres guerreiras, uma amazonense e outra cearense, que trouxeram para aquela ocasião ensinamentos da doutrina Budista, onde o que deve prevalecer e o desejo de amar e ser feliz, sem fazer mal a ninguém. E ajudar quem possa ainda ter o receio de sair do armário e plantar uma semente de esperança para aqueles corações e mentes que necessitam de uma gota de amor, para regar suas almas.

Assesoria AHAC

Pontos e vírgulas

Direito de Resposta concedido à Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Xapuri

"Senhor blogueiro,

Com respeito ao seu post intitulado Dores novas, feridas antigas, publicado neste espaço, gostaria, como titular do Departamento de Divulgação Social da Prefeitura de Xapuri, de fazer algumas retificações acerca de alguns pontos de vistas seus que se mostram fundamentados em uma flagrante falta de informação de algumas situações cujo conhecimento seria imperiosa a quem se propõe a bem informar o público e formar opinião, como acredito ser o seu caso.

Primeiramente, o nobre blogueiro acusa, sem apresentar nenhuma justificativa, que a atual administração NADA está fazendo para reverter a decadência em que, em sua opinião, se encontra Xapuri, assim também como afirma que NADA fizeram também as duas últimas, uma das quais – a derradeira – o senhor mesmo fez parte ocupando cargo de vanguarda, não poucas vezes tendo sido considerado o homem forte da administração do ex-prefeito Wanderley Viana.

A administração Todos por Xapuri não responde pelas outras, mas afirma e garante que a atual gestão, sem contestar as afirmações corriqueiras de que a “cidade está decadente”, que “Xapuri vive uma crise”, entre outras, está desde o primeiro momento deste mandato se esforçando para reverter a situação extremamente negativa em que a estrutura administrativa do município foi encontrada em 1º de janeiro de 2009. Prova disso são as inúmeras realizações, a maioria voltadas para a melhoria da qualidade de vida da população, que já foram concretizadas em 2 anos e meio de mandato.

Em seu texto, o senhor grifou duas frases, quais sejam: “Xapuri passa por um bom momento administrativo” e “A Saúde atualmente está sendo modelo”, como se as mesmas fossem afirmações feitas por esta administração, o que é uma grande inverdade. A administração Todos por Xapuri insiste em afirmar que o município está no caminho certo e que todos os esforços estão sendo feitos, dentro da capacidade financeira, para tornar Xapuri cada vez melhor, mas jamais tentou divulgar uma imagem irreal da situação de momento.

Outro ponto importante que merece esclarecimento se refere ao programa Ruas do Povo, executado pelo governo do Estado, quando o caro blogueiro afirma, demonstrando desconhecimento de informações sobre o projeto fartamente veiculadas na imprensa, que não estão sendo gerados os empregos prometidos por razão da realização da obra. Outra queixa é a de que a Cerâmica Municipal não dará conta de fornecer os tijolos suficientes para abastecer a obra, tendo os mesmos que serem trazidos de outros municípios.

A verdade é que os empregos serão gerados a partir dos serviços de assentamento de tijolos conforme, repito, tem sido largamente divulgado através dos meios de comunicação. Para o trabalho de preparação das ruas, não houve nem haverá contratação de pessoas, uma vez que esse serviço é executado exclusivamente pelos profissionais da própria empresa, habilitados para a operação de máquinas pesadas.

Quanto aos tijolos, nunca foi afirmado que a pequena cerâmica de Xapuri seria capaz de produzir os mais de 5 milhões de tijolos necessários para a obra, sendo público e notório que olarias de vários locais do estado estão envolvidas no trabalho de fornecimento de tijolos para o governo, e que, mesmo assim, acredita-se que a demanda total não será atendida, o que deverá tornar necessário que muitas ruas em todo o Acre sejam pavimentadas também com asfalto.

Concluo afirmando que não é intenção desta administração dançar no terreiro limpo alheio, como sugerido em seu artigo, mas sim limpar e manter limpo o terreiro nosso para que todos possam dançar, num futuro breve, celebrando as conquistas que o povo xapuriense há de alcançar, com base no trabalho, na esperança e com a colheita das boas sementes que a administração Todos por Xapuri acredita, com muita humildade, que estão sendo plantadas no presente."

Haroldo Zaine Sarkis

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Dores novas, feridas antigas

Aproximadamente acerca de um ano Xapuri vem sendo bombardeado de críticas sobre a situação em que se encontra. Não é novidade alguma para os xapurienses, principalmente para aqueles que como eu alheio a questões e interesses políticos consegue analisar a situação sem a emoção eleitoreira ou pretenciosa, que a “Princesinha do Acre” está sim decadente e de que pouquíssima coisa tem sido feita para reverter tal situação nas duas ultimas administrações e muito menos na atual.

Não podemos fechar os olhos e dizer que “Xapuri passa por um bom momento administrativo” isso seria até cômico se deveras não fosse muito trágico. Verdade seja dita, que algumas coisas tem sido feitas, porém convém lembrar que praticamente em sua totalidade a Prefeitura apenas executou o Projeto definido pelo Governo do Estado e não necessariamente de iniciativa municipal.

Fala-se muito de” herança maldita” da administração anterior... Não concordo... a herança maldita é do próprio Governo do Estado do Acre que durante toda administração de Vanderlei Viana virou as costas para Xapuri... Esquecem de lembrar que o Governo anterior preferiu prejudicar toda a população xapuriense, não aportando aqui recursos, tão pouco desenvolvendo aqui atividades durante os quatro anos da administração anterior pelo simples motivo de “quizila politica”. Primaram por questões particulares, individuais de cartolas políticos sem pensar na população.

Da mesma forma a boa parte da culpa da atual situação é da própria administração, que se apresentou como os “redentores” de Xapuri nas ultimas eleições municipais, criando grandes expectativas que logo-logo se transformaram em grandes decepções.

Xapuri no quadriênio 2005/2008 “sobreviveu” apenas cos os Repasses Federais e com os quase inexistentes recursos da arrecadação municipal, portanto é fácil compreender porque visivelmente a Princesinha está decadente. Porém é válido ressaltar que a herança maldita também foi deixada na administração 2000/2004.

Não podemos analisar uma situação somente por um ângulo, ou somente em um momento especifico, dizer que a saúde “atualmente” está sendo “modelo”, já que durante os anos de 2009 e 2010 encontrar um médico nos centros de saúde de Xapuri era como “ganhar na mega sena acumulada”, e quando encontravam eram médicos contratados através de GTs pelo Governo do Estado, fato que ainda hoje persiste.

O Governo do Acre não faz nada mais que sua obrigação de fazer investimentos no município e deve ser proporcional ao tempo em que de forma desrespeitosa abandonou a povo xapuriense. É bom citar que até o momento nada de “novidade” trouxe para o município, já que os investimentos, projetos aqui deixados são aqueles “padrões” executados em todos o demais municípios do Estado, o que se prova de fato e de direito que se na administração anterior o Estado tivesse exercido o seu papel de “cuidar” de todos os municípios com a mesma intensidade, talvez os problemas hoje vivenciados por Xapuri seriam bem melhores.

É praxe o revoo de maribondos quando se mexe na casa petista, através de ofensas, de insinuações e até mesmo de perseguição, mas sinceramente não sabia que era praxe ser míope, porque não ver a situação de Xapuri é no mínimo ser cego.

Uma situação interessante e plataforma de discursos atualmente é o projeto Ruas dos Povo que pavimentará 8km de ruas vicinais na cidade com tijolos maciços e segundo os responsáveis com matéria prima e mão de obra local. Como? Em visita às ruas que já estão sendo preparadas para receber a pavimentação não reconheci nenhum trabalhador xapuriense entre os funcionários das empresas... pode até ter sido contratado um ou dois xapurienses, porém tal quantidade é inexpressiva. Outra situação é de que para pavimentação em tijolos maciços dos oito quilômetros de ruas, se levar em consideração de que a largura das ruas serão de 6m (tradicional em Xapuri, mesmo que fora dos padrões), a cerâmica municipal não terá capacidade atender a demanda de fornecimento, oque nos leva a crer que até os tijolos virão de outro município. Portanto é dinheiro que sequer entra em Xapuri.

Dançar no terreiro limpo dos outros é fácil, difícil mesmo é limpar o seu próprio, afirma o ditado popular mineiro que muito bem se aplica em Xapuri, porque executar proetos da e viajar com os ventos (vendaval) do governo estadual é fácil agora trabalhar de fato por Xapuri ai já é outra história.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Estudantes de Xapuri visitam Instituto de Mudanças Climáticas na Expoacre

Alunos puderam conhecer detalhes sobre a Lei do Sistema Estadual de Incentivos aos Serviços Ambientais

Um grupo de estudantes do Instituto Federal do Acre (Ifac) do curso técnico em ambiente de Xapuri esteve nesta sexta-feira, 29, no estande do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC) na Expoacre, onde também estavam localizados os estandes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) e Instituto de Terras do Acre (Iteracre).

Os estudantes puderam conhecer detalhes sobre a Lei do Sisa, que iniciou suas atividades em 2011 através da estruturação de seus instrumentos de participação, gestão, fomento, controle e registro, composto pelas seguintes instituições: Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais (IMC), Companhia de Desenvolvimento de Serviços Ambientais, Comissão Estadual de Validação e Acompanhamento, e Comitê Científico e Ouvidoria do Sisa.

Durante a palestra também foi informado aos alunos do Ifac a respeito dos serviços ecossistêmicos previstos no programa como a conservação da beleza cênica, regulação do clima, conservação da água e dos recursos hídricos, valorização do conhecimento tradicional e conservação do solo. Indígenas, pequeno e médios produtores, por exemplo, podem ser inseridos nesse programa.

O Instituto de Mudanças Climáticas (IMC) realiza desde o dia 27 de julho e vai até 27 de setembro o período de consultas públicas dos indicadores para o monitoramento da implementação adequada do Sistema Estadual de Incentivos aos Serviços Ambientais (Sisa). O objetivo é dar continuidade ao processo de consultas públicas para implantação do programa.

Como objetivo específico, o projeto visa verificar se princípios e critérios estão sendo garantidos. Por exemplo: os direitos dos povos indígenas, populações tradicionais e comunidades locais, direito às terras, territórios e uso dos recursos naturais, se existe participação desses atores no desenho, implementação e avaliação do programa ISA Carbono e se há repartição dos benefícios gerados pelo programa entre seus beneficiários.

Para conseguir atingir esse objetivo, serão realizadas reuniões e oficinas para apreciação da proposta de indicadores do Sisa. As reuniões, além de nivelar conhecimentos, visam o recebimento de recomendações por parte de representantes de produtores rurais e extrativistas, indígenas, bem como de instituições governamentais e não-governamentais, a fim de definir indicadores com interpretação específica para o Estado do Acre, em conformidade com a visão da sociedade acreana. O ofício com detalhes da consulta pública pode ser baixado no site www.ac.gov.br.

Fonte: Agencia de Noticias

Imagem do dia.

Turma de Professores Cursistas da Formação Continuada da Secretaria de Estado de Educação