Caros Leitores, desde a sua criação o Blog Xapuri News, o intuito sempre foi de ser mais um espaço democrático de noticias e variedades, diretamente da Princesinha do Acre - Terras de Chico Mendes - para o mundo, e passará momentaneamente a ser o instrumento de divulgação das Ações da Administração, Xapuri Nossa Terra, Nosso Orgulho, oque jamais implicará em mudança no estilo crítico das postagens.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Recordar é Viver!!!

Sabemos que pesquisa em Xapuri praticamente não existe, e o pior que não há um banco de dados para pesquisarmos sobre a história desta terra, e quando temos a necessidade de tal coisa, temos que recorrer a amigos e materiais de cunho particular.

Geralmente sou procurado por alunos e até mesmo por academicos que desejam acessar algum material de ordem histórica no que tange a minha querida Princesinha do Acre, já que entre alguns artigos inclusive de ordem acadêmica já trabalhados por este humilde cidadão consta: Movimentos Sociais em Xapuri, Instituição e crescimento das Designações Religiosas, Ações Comunitárias Rurais, Manejo e Diversidade em comunidades Xapurienses e atualemente trabalhando no Projeto de Ações educacionais no decorrer da história de formação social de Xapuri, sendo que com certeza em meados de 2009 estarei produzindo material com o título de "Figuras que povoaram e\ou povoam o imaginário xapuriense"

Para tanto acabei juntando muito material que colabora não somente com meus desejos, mas que contribui às pessoas que necessitam acessar algumas informações:

E no domingo fui procurado por alunos do curso de História da Ufac, que solicitaram a possibilidade de fornece-lhes fotografias antigas de Xapuri e de como eram os seringais, de prponto forneci-lhe cópias de algumas.

Lembrei-me que em meados de 2002, acredito que a prefeitura na epoca administrada pelo ex-lider seringueiro Júlio Barbosa, promoveu uma exposição com algumas fotografias interessantes e que inclusive, algumas delas foram reutilizadas na elaboração dos painés que hoje se encontram no museu Xapuri, mas como recordar é viver escolhi 4 delas para apresentar nesse espaço...

Espero que gostem!!!
Praça Central de Xapuri

Vista da Chegada em Xapuri via Rio Acre - autos de 1920

Era assim que se chegava em Xapuri até meados de 1960.

Modelo de barracao dos seringais nos tempos áureos da borracha

Acho que preciso renovar meu vocabulário ou tentar ensinar o nosso idioma para algumas pessoas do meu convívio

Acabei ficando 4 dias sem postar neste espaço, devido o acumulo de trabalho nesse período e interessante que justamente nesse periodo, inumeras situações aconteceram.

A mais intrigante são os inumeros emails que tratam da revisão da ortografia da lingua portuguesa e principalmente de como o nosso idioma está se transformando e do ponto de vista liguistica retrocedendo em qualidade.

Tenho a comprennsão de que qualquer língua muda com o tempo. Isso é fato e ninguém pode negar.

Mudam-se a grafia e o sentido lexical das palavras, certas pronuncias, gírias e
expressões caem em desuso e são substituídas por novas, dentre outros diversos
fatores que agem como transformadores do idioma.

A língua escrita, na última década, tem sofrido constantes danos devido ao internetês. Poucos conhecem a diferença entre /ch/ /x/ /s/ /ss/ /ç/ e a regência e a concordância entre nomes e verbos também vão pra lixeira já que ninguém revisa o que escreveu, (inclusive eu)pois no mundo virtual uma das principais exigências é ser o mais rápido possível. Sem contar com as abreviações ridículas em que a pessoa pensa que ganha tempo escrevendo ‘naum’ ao invés de ‘não’, sendo que o número de caracteres digitados é o mesmo.

Para piorar a situação surgiu o ‘miguxês”, linguagem adotada pelos emos e afins para se comunicarem. Nesse idioma, parece que quanto mais complicado você falar, melhor você é. Uma frase simples como ‘esse cd é muito legal’, no miguxês viraria algo como ‘exxxiihh xedêeh ehh muituh lecauhhh’. Além da poluição visual e sonora, o leitor tem que gastar o seu tempo decifrando um texto que geralmente nem vale a pena ser lido.

E como tudo que é ruim ainda pode piorar, parece que o homem moderno regrediu para a idade das cavernas e agora conversa por desenhos. Essa ‘nova’ forma de comunicação pode ser encontrada atualmente nos usuários do comunicador instantâneo MSN através do sistema de emoticons, que no início foram criados apenas para representar um sentimento, seja ele de alegria, tristeza ou paixão, mas agora eles estão mais sofisticados e qualquer gift serve para ser usado durante uma conversa.

E certas pessoas, por falta de senso e domínio do programa, vão adicionando todos os emoticons que vêem pela frente, e o pior, não selecionam um atalho adequado para eles. Vê um bonequinho correndo, adiciona o comando ‘vou’ para esse emoticon. Vê um gift de um cara rindo escandalosamente e escolhem o comando ‘ri’ e por aí vai.

A simples mensagem “oi eu voltei”, se transforma num enigma babilônico que tortura o receptor da informação. Do nada surgem no computador as figuras de um bonequinho acenando (que é difícil de entender se é oi ou tchau), a de uma menininha ou menininho que o usuário se identificou e renomeou como ‘eu’ e a de um ser correndo ou indo embora que o mesmo intitulou como ‘vou’, e, por fundir o desenho com o erro de grafia, a palavra fica dividida entre um emoticon e um ‘tei’ solto no final da oração.

Com tantas mudanças em tão pouco tempo, é difícil imaginar o que ainda está por vir.

A gramática normativa não se renderá a essa forma de comunicação e os usuários julgam desnecessária a maneira correta de escrever. Se continuar dessa forma, haverá um divórcio entre a linguagem escrita normativa e a virtual.

Futuramente não seria espantoso encontrar em uma esquina uma placa com o Anuncio: “Aprenda como entender um texto virtual em cinco semanas”.

Sim!!! e pra onde eu vou mesmo!!!!

Reflexões existencialistas....

Como estou ultimamente sem muito tempo, ou quase tempo nenhum para escrever, nos poucos espaços de tempo que tenho acabo me surpreendendo com alguns materiais que tenho recebido via email de amigos. Por sinal o ultimo me deixou inebriado de curiosidade e acabei tirando um poucquinho do meu parco tempo para tirar minhas dúvidas, tratava-se nde uma crônica do Jornalista Paulo José Cunha, que em seu texto nos lembra que muitas palavras do português estão ficando desusadas e outras, reabilitadas pela maneira de falar de alguns “inventadores” de moda. Observador da linguagem, Cunha nos requer complementação de fatos de linguagem.

Ainda na crônica, convencia de que Temos a idéia de que existe nome diferente para cada coisa (e para cada pessoa ou elemento referente). Não é verdade. Há muitas coisas, objetos, relações etc. que ainda não foram batizadas. Assim, muitas são conhecidas através de artifícios como o de uma figura de linguagem chamada catacrese: pé de cadeira, braço do mar, folha de papel etc.

Aí a curiosidade bateu e me pequei em meus delírios reflexivos costumeiro e lembrei-me que assistindo a um programa de tevê, ouvi uma senhora chorar e dizer:
– “Quando o pai ou mãe morre diz-se que o filho é órfão, mas ainda não inventaram um nome especial para a mãe que perde o filho”.

Ela tinha razão. Por outro lado, inclusive lembro-me que armei o maior barraco quando ouvi as recém criadas palavras co-sogro, co-sogra. Esta relação familiar refere-se aos sogros de um lado e do outro lado com relação ao genro e vice-versa para a nora, quando se quer indicar a(s) co-sogra (s). Explicando: se por ventura um filho meu tem seu sogro, logo hipoteticamente minha nora tem seu sogro – que é a mesma pessoa, logo co-sogro em relação a mim. A mesma explicação vale para co-sogra.

Pirei de vez!!!!

Relações de parentesco vêm surgindo aos montes, às vezes mal usadas ou interpretadas – é exemplo o nome de madrasta para quem tem mãe viva, aventado quando do infanticídio de Isabela, caso rumoroso divulgado pela tevê. Em vista das transformações sofridas pela família, nos últimos tempos, cada uma relação nova exigiria nome diferente.

Mas é complicado, não é?

Quando Deus criou o homem entregou-lhe o Éden (o mundo), com toda a diversidade de coisas – animais, árvores, céus, estrelas, terra, água e mar – cujas coisas e relações teriam que nomear e delas cuidar para sua conservação. Estavam inventadas a fala (a língua) e a ecologia. Mas o homem, ser imperfeito, na sua linguagem incluiu imperfeições. Talvez seja esta a explicação para o fenômeno que alcança outras especificidades como os pleonasmos, onde se usa mais de uma palavra com o mesmo sentido para dizer o que se diria apenas com uma: – subir pra cima, encarar de frente etc. Há também nos dicionários a sinonímia. Palavras como cachaça têm inúmeros sinônimos que o povo vai criando. Os escritores e poetas usam metáforas e metonímias para estabelecer relações entre palavras e significar mais e de maneira artística.

De toda forma, a linguagem deve ser bem cuidada por nós, pois é com ela que nos comunicamos objetivamente (a ciência) e socialmente, e também expressamos os sentimentos mais profundos do nosso ser.

Mas, os que têm a pretensão de criar uma língua única, um sentido único para cada signo – esqueçam. O homem é assim mesmo: variado, rico, comunicante, mas não dispensa sua liberdade de pensar diferente e de falar também com suas variações. E assim escrever. Entretanto seria bom que os dicionaristas (há dicionários de vários tipos) acordassem para os problemas do neologismo e dos arcaísmos. Aqueles, porque revigoram a língua; estes, para conservá-la historicamente, uma vez que o homem será sempre um animal que faz história, que tem história.

E quanto mais rica for essa história, mais rico também será o homem.

E quanto mais tempo eu dedicar a essas reflexões, mais louco devo ficar!!!

Policias vão parar na quarta-feira

Um ato conjunto das Policias Civil e Federal, vai marcar uma paralisação agendada pelos sindicatos da categoria. O dia de paralisação vai acontecer na próxima 4ª feira, dia 10, quando os policiais farão uma grande assembléia para deliberarem a carreira e PEC 549, rejeitada em sua totalidade pelos policiais.

Em relação a atividade policias, a categoria vai avaliar um pedido de reajuste salarial e sugerir alterações na progressão de carreira.

O movimento foi confirmado pelo presidente do Sindicato dos Policiais Civis, Maurício Buriti, que não descarta uma paralisação por tempo indeterminado.

Os dois sindicatos ainda trabalham para confirmar o local do movimento, onde além da assembléia geral com a categoria, os dirigentes sindicais também pretendem arrecadar alimentos não perecíveis e roupas para as vitimas de Santa Catarina.

AGU quer recuperar R$ 200 milhões em dinheiro desviado

BRASÍLIA - A Advocacia Geral da União (AGU) decidiu comemorar nesta terça o Dia Nacional de Combate à Corrupção em grande estilo: ajuizou 410 ações em todo o país para garantir a execução de sentenças condenatórias do Tribunal de Contas da União (TCU) que resultaram de processos por improbidade administrativa em várias áreas do governo e das fraudes descobertas durante a Operação Sanguessuga, para resgatar mais de R$ 200 milhões desviados do governo federal nos últimos cinco anos.

Entre os alvos, estão o deputado e ex-governador de Roraima, Neudo Campos (PP), dois ex-deputados, João Lucio Magalhães Bufano (MG) e Lino Rossi (MT), 21 prefeitos, 34 ex-prefeitos, 13 servidores públicos e dezenas de empresários.

Também figura na relação o ex-ministro e ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, Barjas Negri, prefeito eleito de Piracicaba (SP), pelo PSDB. Ele teve seu nome associado à chamada máfia das ambulâncias, mas também teria sido um dos alvos do dossiê contra o governador José Serra, cuja divulgação, organizada pelo grupo de petistas, tumultuou a campanha presidencial de 2006, levando o presidente Lula a chamar seus próprios correligionários de aloprados. A operação foi um tiro no pé e acabou ajudando a levar a campanha daquele ano _ que estava praticamente ganha por Lula _ para o segundo turno.

As ações impetradas pela Procuradoria Geral da União (PGU), órgão ligado à CGU, têm como finalidade convencer a justiça a concordar com o pedido de bloqueio dos bens dos envolvidos. O alvo mais significativo até agora é o deputado Neudo Campos. A Justiça Federal de Roraima acatou a liminar da CGU e tornou indisponível R$ 18, 9 milhões, desviados a partir de seu suposto envolvimento com a quadrilha desbaratada pela Polícia Federal durante a Operação Gafanhoto, deflagrada em 2003 em Roraima.

Informações preliminares apontam que o patrimônio em nome do deputado não atinge o valor supostamente desviado, mas o objetivo é seqüestrar tudo o que estiver em seu nome e converter para os cofres da União. Caso não consiga reverter a decisão, Campos será um deputado sem patrimônio e, se tiver condições de reconstruir as finanças, não poderá deixar nada em seu nome.

A força tarefa criada pela AGU fez uma varredura nos processos em curso no TCU e em várias instâncias do poder judiciário para localizar as ações que tratam de improbidade administrativa.

Um grupo de 26 advogados da União, de diferentes pontos do país, sob a coordenação do procurador Cláudio Cesar Fim, do Mato Grosso, se concentrou nas Prefeituras, empresários e servidores públicos que tiveram participação direta ou indireta nos desvios de recursos públicos praticados pela empresa Planam Indústria, Comércio e Representação Ltda, com sede em Cuiabá, que organizava o esquema de venda de ambulância através de recursos de emendas parlamentares, cujo dinheiro era liberado pelo Ministério da Saúde.

Os cerca de 80 deputados e ex-deputados, autores de emendas listados pela Polícia Federal, também vão responder por improbidade administrativa e poderão ter seus bens bloqueados. Mas as ações correm em diferentes regiões do país, impetradas pelo Ministério Público Federal junto com as denúncias criminais. Os ex-deputados Lino Rossi, Bispo Rodrigues estão entre eles. Segundo levantamento da AGU, os campeões em desvios estão nos Estados do Ceará (15 ações), Bahia (13) e Piauí (9). O esquema envolveu ainda Tocantins (6), Paraíba (5), Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo (4), Rio de janeiro, Roraima (2), Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Sergipe.

Ibama notifica famílias que desmatavam reserva extrativista no Acre

Envolvidos alegam não terem sido avisados sobre os limites legais.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) notificou 18 moradores da Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre, por causa do desmate ilegal de floresta e da criação de gado. As famílias alegam que não foram avisadas sobre os limites legais das atividades.

A operação do Ibama começou no fim do mês passado. Dentro da Reserva Extrativista Chico Mendes, os fiscais pretendem notificar as 300 famílias que mais desmataram e criaram gado dentro da reserva. Nas duas primeiras semanas, o Ibama realizou 18 notificações.

Depois das notificações, os moradores da reserva foram à sede do Ibama de Brasiléia, para tentar esclarecer os problemas. Muitos acusam o poder público de omissão, por nunca ter avisado sobre os limites de desmatamento e de criação de gado, desde a criação da reserva, há 18 anos.

Seu Raimundo e a esposa foram ao Ibama porque foram notificados pelo desmate ilegal de 30 hectares e pela criação de 200 bois, dentro da reserva. Eles têm o prazo de 60 dias para tirar o gado e começar a reflorestar a área derrubada.

“O tempo é curto demais. É um absurdo isso. É muito curto”, afirmou a produtora rural Maria das Neves. “Nós estamos perdidos. É muito difícil. O prazo é muito curto. É período de inverno. É a travessia do rio, pois a gente mora perto do rio. É muito alagado. Não tem como a gente transportar esse gado dentro de 60 dias”, disse o agricultor Manoel Raimundo.

Dona Maria conta a família foi multada em R$ 230 mil. A família dela mora em uma área de quase 500 hectares. Eles estavam lá, antes mesmo da criação da Reserva Extrativista Chico Mendes.

“Todos os anos eles passavam. Eles carregavam um aparelhozinho. Meu marido os chamava e eles diziam que não precisava: ‘o GPS está no jeito, está tudo ok’. Até porque a gente desmatava plantava o milho, o arroz e quando sobrava um pedaço da terra a gente plantava o capim para colocar o gado”, disse a agricultora Maria Pontes de Souza.

O Ibama está revendo algumas notificação e multas aplicadas durante a operação. Isso ocorre porque os dados coletados nas áreas notificadas são comparados às informações de desmate, arquivadas pelo Ibama. Com isso, o Seu Jorge Domingos, antes multado em um R$ 1 milhão, teve a dívida perdoada.

“Eu preferiria me retirar e entregar as terras”, disse o agricultor.

O coordenador da reserva admite que não houve o apoio do poder público necessário para evitar a devastação da floreta.

“A gente não esconde isso. Reconhece-se essa situação, mas não dá para dizer também que não existe a responsabilidade das outras partes. A nossa é fechar o ano de 2009 com toda a situação da Reserva Extrativista Chico Mendes regularizada”, declarou o coordenador da Reserva Chico Mendes Sebastião Santos da Silva

'Lançamento' do mouse completa 40 anos

Em 1968, Douglas Engelbart apresentou sua invenção ao público
Há 40 anos, o primeiro mouse foi apresentado. Ele era feito de madeira e tinha o objetivo de facilitar a manipulação de informações exibidas na tela.

Exatamente há exatos 40 anos, no dia 9 de dezembro de 1968, o inventor norte-americano Douglas Engelbart fez uma palestra de 90 minutos em San Francisco para apresentar o mouse – um equipamento que permitia a manipulação de informações exibidas na tela. Segundo a publicação “Guardian”, cerca de 1 mil pessoas se reuniram no centro de convenções Brooks Hall para testemunhar a primeira "aparição pública" do mouse.

Para comemorar a data, a Universidade de Standford fará nesta terça-feira (9) uma homenagem a Douglas Engelbart, hoje com 83 anos, que tem presença confirmada no evento. Aqui é possível assistir aos vídeos da apresentação feita há 40 anos.

O primeiro desses acessórios era feito de madeira e usava dois discos para identificar os movimentos em duas dimensões -- um “indicador de posicionamento X e Y para monitores”. Ou, como descreve o “Guardian”, “uma versão primitiva dos modelos modernos, mas ainda assim reconhecível”.

Apesar de só ter sido apresentado em 1968, o acessório foi descrito em 1962 por Engelbart, que trabalhava no Instituto de Pesquisa Stanford, nos EUA.


Origem
Douglas Engelbart vai participar de homenagem nesta terça. (Foto: Divulgação/Universidade de Standford)

A idéia do mouse nasceu muito vaga, descrita no estudo “Augmenting Human Intellect: A Conceptual Framework” (Ampliando o Intelecto Humano: um Arcabouço Conceitual), considerado a principal obra do inventor. “Uma caneta leve (uma ferramenta com formato de caneta com cabo flexível ligado ao console eletrônico) pode ser apontada por um humano a um símbolo ou linha na tela e o computador poderá determinar automaticamente para onde a caneta está apontando”, descreveu, anos antes de fazer a apresentação em San Francisco.

Ao público que se reuniu para conhecer a novidade, há 40 anos, ele disse: “não sei por que o chamamos de mouse. Às vezes, tenho de me desculpar por isso. As coisas começaram dessa forma e nunca a mudamos”, afirmou o líder do projeto de desenvolvimento do acessório. Até chegar ao modelo de madeira, sua equipe tentou diversas outras alternativas, como o uso de canetas para manipular informações nas telas.

O acessório foi patenteado em 1970. Em 2000, o inventor desse dispositivo ganhou do então presidente Bill Clinton a Medalha Nacional de Tecnologia, um prêmio de reconhecimento a pessoas responsáveis por grandes inovações tecnológicas.

Astrônomo diz que Jesus pode ter nascido em junho

'Estrela' que teria guiado Reis Magos até Manjedoura apareceu seis meses antes.
Uma pesquisa realizada por um astrônomo australiano sugere que Jesus Cristo teria nascido no dia 17 de junho e não em 25 de dezembro. De acordo com Dave Reneke, a "estrela de Natal" que, segundo a Bíblia, teria guiado os Reis Magos até a Manjedoura, em Belém, não apenas teria aparecido no céu seis meses mais cedo, como também dois anos antes do que se pensava.

Estudos anteriores já haviam levantado a hipótese de que o nascimento teria ocorrido entre os anos 3 a.C e 1 d.C.

O astrônomo explica que a conclusão é fruto do mapeamento dos corpos celestes da época em que Jesus nasceu. O rastreamento foi possível a partir de um software que permite rever o posicionamento de estrelas e planetas há milhares de anos.

Baseando-se no Evangelho de Mateus, que descreve a aparição de uma "estrela" como sinal do nascimento de Jesus, Reneke identificou a conjunção dos planetas Vênus e Júpiter, que teriam emitido uma forte luz que poderia ter sido confundida com uma estrela.

"Vênus e Júpiter chegaram muito perto no ano 2 a.C., refletindo muita luz. Não podemos dizer com certeza que esta era a estrela de Natal descrita na Bíblia, mas até agora esta é a explicação mais plausível que já vi sobre isso", disse Reneke à BBC Brasil.

"A astronomia é uma ciência tão precisa, que podemos apontar exatamente onde os planetas estavam. E há uma grande probabilidade de que esta conjunção possa ser a estrela descrita por Mateus no Evangelho."

O australiano diz que a pesquisa não é uma tentativa de contestar a religião.

"Quando misturamos ciência e religião há a sempre a chance de chatear as pessoas. Neste caso, esses resultados podem servir para reforçar a fé, porque mostram que realmente havia um grande objeto brilhante no céu no momento certo."

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Idalina Onofre questiona falta de atividades na Fábrica de Camisinhas de Xapuri

A deputada Idalina Onofre (PPS) foi à tribuna da Assembléia Legislativa, ontem na quinta, 4, para fazer críticas ao fato de a Fábrica de Camisinhas de Xapuri ainda não ter entrado em funcionamento, meses após, receber todas as licenças necessárias. A parlamentar fez ainda críticas ao atraso nas reformas em hospitais e maternidades da Rede Pública.

"Hoje cheguei disposta a lembrar a letra de uma música que Luiz Gonzaga compôs com Patativa do Assaré: "Setembro passou, outubro, novembro, meu Deus! É dezembro o que será de nós com a fome feroz". É o que passamos com a fábrica de camisinhas. Antes faltava água, agora falta outra coisa. Anunciaram que seria inaugurada por ocasião do Dia Mundial de Combate a Aids, mas não foi o que vimos".

Continuando no tema de Saúde Pública, Idalina questionou o porquê de as reformas nas maternidades e hospitais estarem demorando e pediu que o Governo do Estado cuide também da capacitação de servidores para atendimento ao público. Por fim, ela lamentou a pouca repercussão das denúncias feitas pelos parlamentares de Oposição. "Estou vendo que nossas denúncias não encontram eco na Justiça que deveria ser responsável por manter a lei. Vamos entrar em recesso, não vai haver microfone para falar, não teremos espaço na Assembléia, e esses temas irão cair no esquecimento até que retornemos".

Tribunal de Contas do Estado condena gestores

Dois gestores condenados e três políticos multados, esse foi o saldo dos julgamentos realizados na manhã de ontem pelos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Entre os castigados está José Cleomar da Silva Santos, que em 2004 era presidente da Câmara de Vereadores de Feijó e que acabou extrapolando o limite orçamentário permitido para o Legislativo, gastando 8,22% do repassado pela prefeitura.

De acordo com o conselheiro-relator, Cristóvão Correia de Messias, ele poderia gastar até 8%. Na prestação de contas, a equipe de auditoria do tribunal também constatou diferenças no balanço apresentado.

Com tantos problemas, a gestão foi reprovada, e o vereador condenado a pagar uma multa de R$ 714.

O castigo da multa de R$ 714 também foi aplicado ao presidente da Câmara de Plácido de Castro, Edmilson Ferreira Lima, que não comprovou a publicação do relatório de gestão fiscal.

O mesmo valor foi aplicado ao prefeito de Feijó, Francimar Fernandes de Albuquerque, que entregou fora do prazo o relatório resumido de execução orçamentária.

Na prestação de contas da prefeitura de Brasiléia, no exercício de 1992, quando o gestor era Milton Ramos Esteves, a condenação foi confirmada pela segunda vez pela falta de investimento na educação, que exige um mínimo de 25%.

O ex-prefeito teria sido condenado em 1996, mas, em sua defesa, ele argumentou por meio de um recurso que não teria sido citado. Então, o TCE ofereceu uma segunda chance, mas o tempo oferecido não foi aproveitado para apresentar uma nova defesa, por isso acabou com as contas reprovadas.